Lockheed vai propôr avião da Bombardier para exército dos EUA
NOVA YORK (Reuters) - A Lockheed Martin vai tentar manter um contrato de 8 bilhões de dólares com o exército dos Estados Unidos, substituindo a proposta de utilizar um jato da Embraer por um jato da rival Bombardier, publicou o Wall Street Journal nesta segunda-feira.
O exército questionou o trabalho da Lockheed no programa em setembro, depois de concluir que a plataforma proposta, o avião regional ERJ-145 da Embraer, era pequeno demais para carregar todo o equipamento necessário. A opção de uma aeronave maior da empresa brasileira poderia dobrar os custos de desenvolvimento do novo avião.
O jornal, citando autoridades do setor e do governo próximas ao projeto, afirmou que a Lockheed irá propôr trocar o avião da Embraer pelo jato comercial Global Express da Bombardier.
O avião da Bombardier é mais caro do que o modelo da Embraer. Porém, segundo o jornal, a Lockheed planeja assegurar que o exército estará economizando dinheiro porque o jato da Bombardier já foi testado e modificado para uso militar pelo exército britânico.
Como plano alternativo, o jornal informou que a Lockheed pode apresentar a opção de usar o avião maior da Embraer com menos sensores a bordo.
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- Marcelo Areias
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Embraer nega que tenha sido trocada pela Bombardier em licitação do Exército dos EUA
SÃO PAULO - A Embraer disse desconhecer informação publicada nesta segunda-feira no "The Wall Street Journal" sobre uma possível troca dos jatos da brasileira por aviões da canadense Bombardier em projeto para o desenvolvimento de aeronaves espiãs para o governo norte-americano. A empresa afirma que não foi comunicada oficialmente de nada e que as negociações continuam.
Em teleconferência para comentar os resultados da companhia no terceiro trimestre, o vice-presidente executivo corporativo e de relações com investidores da Embraer, Antônio Luiz Pizarro Manso, admitiu que o processo para o fornecimento de jatos para o Exército dos Estados Unidos é "complicado". Apesar disso, ele minimizou a reportagem publicada neste início de semana.
De acordo com o jornal norte-americano, a Lockheed - vencedora da licitação - pode propor nesta segunda-feira a troca do avião a ser usado no projeto de vigilância de US$ 8 bilhões que deve ser implantado nos EUA. Quando a companhia venceu a licitação, o projeto contemplava a aeronave ERJ-145, da Embraer. O avião, no entanto, se mostrou pequeno para comportar todos os equipamentos militares e a tripulação. Inicialmente, levantou-se a possibilidade de troca pelo jato maior Embraer 190. Mas, de acordo com o "Wall Street Journal", a Lockheed preferiu o jato executivo Global Express da canadense Bombardier. A troca seria comunicada oficialmente hoje e, segundo a reportagem, militares teriam aprovado, ainda que informalmente, a troca.
"O que realmente existe é um processo de negociação entre a Lockheed e o governo dos EUA. Não fomos comunicados que teríamos sido desqualificados. Estamos aguardando o processo", disse Pizarro Manso. Ele lembrou ainda que as conversas iniciais com a Lockheed previam que o Embraer 190 fosse uma alternativa à aeronave escolhida. Testes com o avião maior, no entanto, não foram realizados, disse.
Fonte: VALOR ECONOMICO
Um abraço e até mais...
Cláudio Severino da Silva
jambock@brturbo.com.br
Embraer nega que tenha sido trocada pela Bombardier em licitação do Exército dos EUA
SÃO PAULO - A Embraer disse desconhecer informação publicada nesta segunda-feira no "The Wall Street Journal" sobre uma possível troca dos jatos da brasileira por aviões da canadense Bombardier em projeto para o desenvolvimento de aeronaves espiãs para o governo norte-americano. A empresa afirma que não foi comunicada oficialmente de nada e que as negociações continuam.
Em teleconferência para comentar os resultados da companhia no terceiro trimestre, o vice-presidente executivo corporativo e de relações com investidores da Embraer, Antônio Luiz Pizarro Manso, admitiu que o processo para o fornecimento de jatos para o Exército dos Estados Unidos é "complicado". Apesar disso, ele minimizou a reportagem publicada neste início de semana.
De acordo com o jornal norte-americano, a Lockheed - vencedora da licitação - pode propor nesta segunda-feira a troca do avião a ser usado no projeto de vigilância de US$ 8 bilhões que deve ser implantado nos EUA. Quando a companhia venceu a licitação, o projeto contemplava a aeronave ERJ-145, da Embraer. O avião, no entanto, se mostrou pequeno para comportar todos os equipamentos militares e a tripulação. Inicialmente, levantou-se a possibilidade de troca pelo jato maior Embraer 190. Mas, de acordo com o "Wall Street Journal", a Lockheed preferiu o jato executivo Global Express da canadense Bombardier. A troca seria comunicada oficialmente hoje e, segundo a reportagem, militares teriam aprovado, ainda que informalmente, a troca.
"O que realmente existe é um processo de negociação entre a Lockheed e o governo dos EUA. Não fomos comunicados que teríamos sido desqualificados. Estamos aguardando o processo", disse Pizarro Manso. Ele lembrou ainda que as conversas iniciais com a Lockheed previam que o Embraer 190 fosse uma alternativa à aeronave escolhida. Testes com o avião maior, no entanto, não foram realizados, disse.
Fonte: VALOR ECONOMICO
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