Resenha de notícias (português)

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Resenha de notícias (português)

Mensagem por AeroEntusiasta »

(Fonte: Prado, via AeroEntusiasta)

1. TAM mantém liderança em pontualidade e eficiência operacional em agosto
2. Fôlego de US$ 15 milhões para a Varig
3. Prejuízo da Varig acumulado no ano sobe 8,5%
4. Varig consegue desbloqueio de recebíveis
5. Varig tenta convencer credores sobre necessidade de venda de VarigLog
6. TRF rejeita recurso da Fazenda Nacional e garante certidão negativa da Varig
7. Delta decide demitir 9.000 funcionários
8. Pilotos elogiam aterrissagem de avião em LA
9. Passageiros viram drama pela TV
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1. TAM mantém liderança em pontualidade e eficiência operacional em agosto
Fonte: Globo Online
A TAM Linhas Aéreas informou hoje que manteve em agosto a liderança no índice de pontualidade dos vôos domésticos e internacionais, de acordo com dados divulgados pelo DAC (Departamento de Aviação Civil). No mercado doméstico, a empresa atingiu índice de 97%. Nos vôos internacionais, o índice chegou a 99%. Com isso, a companhia se mantém como líder em pontualidade desde o início do ano.
O desempenho da TAM nos índices de regularidade e eficiência também ficou acima da média do mercado em agosto. A companhia registrou 94% de regularidade nos vôos domésticos e 99% nos internacionais. O índice de eficiência operacional é uma combinação do desempenho da companhia em regularidade e pontualidade dos vôos. O índice de regularidade mede a proporção das etapas de vôo previstas efetivamente realizadas. A pontualidade indica as etapas de vôo realizadas dentro dos horários previstos.
Fonte: Globo Online (22/09/05)

2. Fôlego de US$ 15 milhões para a Varig
Juiz determina que GE libere valores retidos desde junho. Índices de pontualidade e regularidade da empresa pioram em agosto
Por: Rafael Rosas
Fonte: Jornal do Brasil
A Varig conseguiu ontem uma importante vitória para oxigenar o caixa da companhia, asfixiado desde o pedido de entrada na Lei de Recuperação Judicial, em junho. O juiz Luiz Roberto Ayoub, integrante do grupo de magistrados do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro que acompanha o processo de reestruturação da empresa, determinou à GE Commercial Aviation Serviços a devolução de todos os valores bloqueados a partir de 17 de junho, que somam US$ 15 milhões.
Ayoub também proibiu a empresa americana de transferir quantias decorrentes da liquidação de recebíveis da companhia aérea brasileira. A decisão será comunicada hoje ao juiz da Corte de Falências do Distrito Sul de Nova York, onde corre o processo da GE contra a empresa aérea. Só depois de uma decisão semelhante do juiz americano, o dinheiro estará liberado para a Varig.
Segundo o presidente da Varig, Omar Carneiro da Cunha, caso se confirme a decisão do Judiciário brasileiro, os US$ 15 milhões serão utilizados principalmente nas necessidades de manutenção da companhia.
- A decisão significa um alívio importante para uma empresa em recuperação - afirmou Carneiro da Cunha.
Segundo ele, a decisão de terça-feira da juíza Márcia Cunha, que obrigou a GE Rio Revisão de Motores Aeronáuticos a devolver cinco turbinas que estavam em conserto quando a Varig entrou em recuperação judicial, já representou o aumento da frota em operação.
Ontem mesmo, um DC-10 da VarigLog que estava parado voltou a voar. Nos próximos dias, está previsto o retorno de um Boeing 737 da Varig aos vôos normais.
- Além disso, vamos evitar que um outro avião, um MD-11, pare por falta de turbinas - ressaltou Carneiro da Cunha.
A decisão do TJ-RJ acontece em um momento em que as 14 aeronaves paradas por falta de manutenção começam a afetar de forma mais forte o desempenho operacional da Varig. De acordo com dados divulgados ontem pelo Departamento de Aviação Civil (DAC), o índice de regularidade da empresa, que monitora o cancelamento de vôos, despencou de 92% em julho para 83% em agosto, enquanto a média do mercado foi de 91%. A pontualidade subiu, de 92% para 94% no período, mas se manteve abaixo da média do mercado, de 96%.
Ainda ontem, o Tribunal Regional Federal da 4ª Região negou liminar à Procuradoria da Fazenda Nacional que buscava tirar a Varig do recuperação de débitos tributários de R$ 1,5 bi no âmbito do Parcelamento Especial (Paes, o Refis 2). Para quitar esta dívida, a Varig desconta mensalmente R$ 9 milhões de um crédito de R$ 100 milhões a que teria direito por retenção de impostos e contribuições. A União tentava até ontem sustar este pagamento, o que cassaria as certidões negativas de débito da companhia.
Fonte: Jornal do Brasil (23/09/05)

3. Prejuízo da Varig acumulado no ano sobe 8,5%
Fonte: O Estado de S.Paulo
A Varig teve prejuízo de R$ 594,2 milhões de janeiro a agosto, um crescimento de 8,5% em relação às perdas de R$ 547,8 milhões do mesmo período de 2004. A receita operacional registrou expansão de 1,1%, passando de R$ 4,62 bilhões para R$ 4,67 bilhões. O passivo total da Varig acumulado este ano é de R$ 9,64 bilhões, ante R$ 9,53 bilhões em 2004.
Fonte: O Estado de S.Paulo (23/09/05)

4. Varig consegue desbloqueio de recebíveis
Por: Cláudia Schüffner
Fonte: Valor Econômico
A Varig dá mais um passo importante em seu processo de recuperação judicial neste sábado, quando será constituído o comitê de credores da companhia em reunião no Rio. O comitê de credores da Varig será criado pelo administrador judicial da companhia, João Cysneiros Vianna, e será formado por três membros - um para cada classe de credores e com dois suplentes cada. Caberá ao comitê decidir pela aceitação ou não do plano de recuperação da companhia e a venda da Varig Logística (VarigLog), o que em última instância terá que ser decidido pela Justiça.
No comitê, sindicatos e associações de trabalhadores da Varig integram a classe 1 de credores. Já a Fundação Aerus, entra na classe 2 e representa 80% dos credores dessa classe, tendo a dívida de R$ 2 bilhões garantida pelos recursos que a Varig tem a receber da União.
Na classe 3 ficarão os demais credores, incluindo os fabricantes de aeronaves e estatais como a Infraero e a BR Distribuidora. Até ontem à noite não havia definição de quem será o indicado pelas companhias de leasing de aeronaves e outros credores da classe 3. Os trabalhadores da Varig só vão decidir o nome de seu representante em reunião marcada para hoje.
Já o Aerus, que administra 23 fundos de pensão dos funcionários de empresas aéreas, incluindo a Varig, Rio Sul e Nordeste, será representado por Erno Brentano, interventor da Secretaria de Previdência Complementar (SPC) nos planos da Varig, única das três empresas do grupo em regime especial. Foi isso que explicou ao Valor o presidente do Aerus, Odilon Junqueira, que contratou o Banco Pátria para assessor a fundação na análise da proposta da Varig.
Junqueira avalia que houve avanços na reunião de credores de ontem, com mais informações dadas pelo UBS, mas acha que é hora de o governo se manifestar. "Tudo vai mudar, inclusive para os credores estrangeiros, quando o governo brasileiro manifestar que é a favor da salvação da Varig, já que falta no Brasil uma política aeronáutica clara", disse.
Os trabalhadores da Varig são contra a venda da VarigLog. Graziella Baggio, presidente do Sindicato dos Aeronautas, ressalta que existe proposta alternativa à dos gestores, do empresário Nelson Tanure, sem a necessidade da venda.
Ontem o juiz Luiz Roberto Ayoub, do Tribunal de Justiça do Rio determinou que a GE Capital Aviation Services (GE CAS) faça o desbloqueio de US$ 15 milhões em recebíveis da Varig na Europa. A decisão terá que ser comunicada ao juiz da Corte de Falências do Distrito Sul de Nova Iorque, a quem cabe notificar a GE.
Ao longo da semana os administradores da Varig se reuniram com os credores para detalhar o plano de recuperação. Ontem foi realizada a segunda reunião da semana, com a presença do presidente do conselho da Varig, David Zylbersztajn, do presidente da companhia, Omar Carneiro da Cunha e Eleazar de Carvalho Filho.
A companhia detalhou as necessidades de caixa, informando que desde o início da recuperação os fornecedores têm exigido pagamento à vista, e que ela corre risco inclusive de ter canceladas autorizações para pouso e decolagem em alguns aeroportos. Agora, Zylbersztajn tenta marcar reunião com o presidente do BNDES, Guido Mantega.
Fonte: Valor Econômico (23/09/05)

5. Varig tenta convencer credores sobre necessidade de venda de VarigLog
Por Fabiana Futema
Fonte: Folha Online
Às vésperas da primeira reunião do comitê de credores, marcada para sábado, a Varig voltou a se reunir hoje com os principais credores. Na pauta do encontro estava a tentativa de convencê-los sobre a necessidade de venda da VarigLog (cargas).
A Varig depende agora dos credores para concluir a venda de 95% 95% da VarigLog para o fundo americano Matlin Patterson. O fundo está disposto a liberar até US$ 103 milhões para a Varig numa operação que inclui a venda da VarigLog e mais um empréstimo de até US$ 65 milhões --lastreados na antecipação de recebíveis.
Participaram da reunião de hoje representantes do Aerus, Banco do Brasil, Infraero e Petrobras. "Precisamos vender a VarigLog para manter a Varig durante o processo de recuperação, que vai até dezembro. Com o dinheiro da venda da VarigLog poderemos manter em dia o pagamento de funcionários e arrendamento de aviões", disse o presidente da Varig, Omar Carneiro da Cunha.
Os sindicatos de aeronautas e de aeroviários, entretanto, são contrários à venda da VarigLog. Para eles, a subsidiária foi sub-avaliada --valeria até US$ 300 milhões. A decisão sobre a venda da VarigLog, entretanto, será decidida pelos credores, incluindo os funcionários que são representados pelos sindicatos.
Na terça-feira, a Varig pagou cerca de US$ 8 milhões para a ILFC (International Lease Finance Corporation). No mês passado a companhia se comprometeu a pagar essa dívida da ILFC sob risco de ter que devolver 11 aviões que estão arrendados.
Funcionários
Além dos sindicatos de aeronautas e aeroviários, as associações de pilotos também querem participar do comitê de credores. Para isso, a TGV (Trabalhadores do Grupo Varig) está coletando procurações de funcionários que autorizam o grupo a representá-los no comitê de credores.
Mas a presidente do Sindicato Nacional dos Aeronautas, Graziella Baggio, disse que o assunto será decidido de acordo com a representatividade de cada um. "Os sindicatos representam 19 mil funcionários do grupo Varig. Desse número serão deduzidas as procurações. Participará do comitê quem tiver maior representatividade."
Fonte: Folha Online (22/09/05)

6. TRF rejeita recurso da Fazenda Nacional e garante certidão negativa da Varig
Fonte: Folha Online
O TRF (Tribunal Regional Federal) da 4ª Região (Rio Grande do Sul) rejeitou o recurso da PGFN (Procuradoria Geral da Fazenda Nacional), que tentava impedir a Varig de compensar créditos tributários com parcelas do Paes (programa de refinanciamento de débitos). Sem essa compensação, a Varig seria excluída do Paes e teria sua certidão negativa de débito cassada.
Como a companhia aérea está em recuperação judicial --mecanismo que substituiu a concordata na nova Lei de Falências--, a exclusão do Paes era tida como um golpe contra a sua reestruturação financeira. É que as dívidas tributárias e previdenciárias não são incluídas no programa de recuperação judicial. Ou seja, os débitos precisam ser pagos ou renegociados para que a recuperação judicial seja aprovada.
O desembargador federal Vilson Darós, do TRF da 4ª Região, derrubou uma decisão que impedia a Varig de compensar créditos tributários com parcelas do Paes.
A PGFN recorreu ao TRF através de um agravo de instrumento, argumentando que a compensação requerida pela Varig era vedada pela legislação que trata do assunto. Mas o desembargador entendeu que essa interpretação não se sustenta.
Segundo Darós, quando a Varig entrou no Paes --em 29 de agosto de 2003-- a lei que regulava o programa não impunha qualquer restrição à compensação de créditos. Surpreendentemente, segundo Darós, surgiu uma nova regra legal que quebrou a harmonia existente. "Por óbvio que essa nova regra não pode subsistir para as partes contratantes e em meio ao pactuado."
Ele disse ainda que há risco de lesão grave e de difícil reparação para a Varig, que está em recuperação judicial. "A ninguém hoje interessa a quebra da Varig, nem e principalmente ao Fisco. A falência da agravada levará ao mesmo abismo vários credores, será o fim de milhares de empregos, terminará uma fonte de arrecadação de tributos."
O desembargador afirmou que não se justifica ter créditos com o Fisco e ser impedida de compensá-los com débitos existentes e ser ameaçada de rescisão do parcelamento especial por não quitar parcelas vencidas, por uma dificuldade momentânea de caixa.
Segundo o advogado João Luiz Nóbrega, a Varig tem créditos retidos da ordem de R$ 100 milhões referentes a Imposto de Renda e CSLL (Contribuição Social sobre Lucro Líquido) em decorrência da prestação de serviços para administração pública. Estes valores foram retidos na fonte e embora sejam reconhecidos pela Receita, ela entende que não pode haver compensação. As parcelas mensais de pagamento do Paes ficam em torno de R$ 9 milhões. O total de créditos retidos da Varig é de cerca de R$ 3 bilhões.
Fonte: Folha Online (22/09/05)

7. Delta decide demitir 9.000 funcionários
Fonte: Folha de S.Paulo
A Delta, terceira maior empresa aérea dos Estados Unidos, disse que vai fechar até 9.000 postos de trabalho, ou 17% de seu quadro de funcionários, num momento em que a empresa reformula suas operações e reduz seus custos sob o regime de concordata.
A companhia aérea vai tentar reduzir mais US$ 3 bilhões em custos anuais até o final de 2007, além dos US$ 5 bilhões já determinados para o período que vai até o final de 2006. A companhia também vai reduzir os salários da maioria dos funcionários de 7% a 10% e diminuir o salário do presidente, Gerald Grinstein, em 25%.
A Delta está fazendo as novas demissões um ano após decidir fechar 7.0000 postos de trabalho na tentativa de evitar a concordata.
Fonte: Folha de S.Paulo (23/09/05)

8. Pilotos elogiam aterrissagem de avião em LA
Comandante da nave da JetBlue manteve calma e realizou um pouso perfeito
Por: David Pierson e Jennifer Oldham
Fonte: O Estado de S. Paulo
Mal terminara de completar o pouso dramático do jato comercial e ali estava ele, na cabine, recebendo cumprimentos e abraços de passageiros agradecidos. O piloto do Vôo 292 da JetBlue realizou, na quarta-feira, o que especialistas chamaram de aterrissagem "perfeita" de um avião avariado.
O prefeito de Los Angeles, Antonio Villaraigosa, que conversou com o piloto no Aeroporto Internacional de Los Angeles, mais tarde o identificou aos repórteres como Scott Burke e louvou seu heroísmo. "Ele brincou que lamentava ter colocado o avião 15 centímetros fora da linha central", disse Villaraigosa. Já uma porta-voz da JetBlue não quis fornecer qualquer informação sobre Burke.
A gravação feita pelo cameraman da TV de Los Angeles KCAL da conversa de rádio entre o piloto e um membro da tripulação em terra revela um homem calmo que teve tempo até para brincar sobre o apuro em que estava. "Quer trocar de lugar comigo?" perguntou Burke ao mecânico em terra.
Quando a roda dianteira avariada tocou a pista, a força do impacto esvaziou seus dois pneus e lançou chamas por baixo da fuselagem do avião. Barry Schiff, um ex-piloto da TWA, elogiou o trabalho do piloto da JetBlue: "Foi feito com perfeição. Ele fez um excelente trabalho. Não só baixou o nariz lentamente, como manteve o avião reto e e a roda acabou parando no centro da pista. Perfeito." Schiff achava que o avião e os passageiros do Airbus A320 ficariam bem, mas estava certo de que a roda arrebentaria, fazendo o nariz do avião baixar.
Para o piloto aposentado da American Airlines Richard J. Bergholz, provavelmente ajudou o fato de que Burke teve várias horas para preparar o pouso: "Quando eles souberam o que estava errado, tudo foi preparado com antecedência."
Fonte: O Estado de S. Paulo (23/09/05)

9. Passageiros viram drama pela TV
Avião que fez pouso de emergência exibiu notícias durante o vôo
Por: Andrew Gumbel
Fonte: Folha de S.Paulo
Tudo começou como um rumor durante a tarde. "Ouviu falar do avião?", perguntavam.
Em menos de uma hora, quase todos ouviram -e assim começou quiçá o maior evento de mídia que Los Angeles viu desde a perseguição a O.J. Simpson, mais de 11 anos atrás.
Um avião da companhia Jet Blue se deu conta de que não podia recolher o trem de pouso.
A aeronave sobrevoou Los Angeles por três horas, sempre monitorada pela imprensa.
Numa nação atacada de ansiedade por conta da guerra no Iraque, da ameaça de ataques estrangeiros e do poder destrutivo da natureza, ali havia um drama em escala íntima o bastante para ser entendida por todos.
O avião explodiria ao tocar o solo? O piloto manteria a calma? Os passageiros não apenas pensavam nisso: eles acompanhavam o que se passava pelos televisores do avião, sintonizados num canal de notícias em que especialistas discutiam animadamente cenários possíveis como ferimentos, mutilação e morte.
"Foi arrepiante assistir a nós", disse mais tarde o passageiro Matthew Ash ao "Los Angeles Times". "Inimaginável. Ouvimos pessoas especulando sobre isso e aquilo. Foi estranho." Diversos passageiros foram tomados por um senso de humor negro e não paravam de rir.
A televisão não quis dizer, pois estragaria o drama, mas pousar um avião nesse estado é relativamente simples. Mesmo descer sem roda nenhuma é algo a que se pode sobreviver, pilotos disseram mais tarde.
Todos os olhos dirigiam-se ao vôo 292 quando o piloto Scott Burke fez a descida. Os passageiros foram mandados para o fundo do avião, por razões de distribuição de peso e para maximizar sua segurança. A televisão que os distraíra foi desligada. A tripulação pediu enfim que todos ficassem na posição que praticaram.
O avião tocou o chão primeiro com as rodas traseiras e conseguiu um pouso perfeito. Os passageiros o saudaram com abraços. No ar, o piloto estava tão calmo que se preocupava mais com a mídia do que com cometer um erro fatal. "Quero que os lobos da mídia fiquem longe de mim", disse à torre de controle.
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