Meus prezados:
Funcionários gaúchos da Varig trabalham sob ameaça de demissão
Trabalhadores aguardam com esperança definição sobre futuro da empresa.
Durante os últimos 10 anos, período em que a crise financeira da Varig se agravou, 10 presidentes passaram pelo comando da companhia aérea. Todos destacaram a lealdade dos funcionários com a empresa como fator determinante para a manutenção das operações nos mais difíceis momentos.
Depois da entrega do plano de recuperação judicial na segunda-feira, o exército de colaboradores trabalha sob a ameaça de perder colegas nos próximos meses: pelo menos 1,5 mil devem ser demitidos.
Não é de hoje que se cogita a possibilidade de cortes, mas o plano materializou o encolhimento da folha e tornou ainda mais dura a vida daqueles que todos os dias buscam forças para tocar uma companhia à beira da insolvência.
No relatório que a Lufthansa Consulting - empresa contratada para participar da projeto de recuperação judicial - elaborou sobre a Varig, os funcionários viraram protagonistas simultaneamente de pontos fracos e fortes da companhia. Entre as referências negativas, estão a "falta de consciência quanto à gravidade da crise" e o "excesso de pessoal". Nos aspectos positivos, os destaques são a disposição da maioria de ajudar na recuperação e a qualificação - a empresa tem "especialistas na maior parte das áreas da aviação".
A análise revela, ainda que com aparente contradição, o dilema de um grupo de trabalhadores reconhecidos por sua excelência técnica e lealdade acima da média de outras companhias, mas vítimas de gestões que não souberam planejar a empresa no longo prazo e sem estratégia corporativa para superar as dificuldades conjunturais do setor.
Às vésperas do trágico ou exitoso desfecho da crise, os funcionários da Varig terão como inspiração um desafio que virou rotina: manter a empresa no ar no mais crítico momento da história da companhia.
Fonte: jornal Zero Hora 17 set 2005
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VARIG: funcionários gaúchos sob ameaça de demissão
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jambock
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VARIG: funcionários gaúchos sob ameaça de demissão
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Cláudio Severino da Silva
jambockrs@gmail.com
Na aviação, só a perfeição é aceitável
Cláudio Severino da Silva
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Anonymous
Na verdade Cláudio, os funcionários da Varig e não só os gaúchos trabalham com esta ameaça. E, de fato se ela hoje tem 45 % a mais de pilotos do que o que necessita para o número de aviões me parece claro que vão perder empregos.
Vôo bastante com a Varig, nacional e internacional. É impressionante que a maioria de seus funcionários ainda trabalhe com sorriso nos lábios, apesar de tudo ( salários atrasados, más perspectivas). Mas é importante saiber que outros tantos transformaram a empresa em um meio de ganhar dinheiro e não em seu emprego. Contrabando, muambas, ferinha, venda de GC's, comissões (ditas) em aviões, privilégios em check ins, enfim todo o tipo de irregularidades, a maioria com exemplos vindos de cima que fará com a maioria ( e comol sempre), vá pagar pela minoria.
Um belo exemplo é o fajermann ("o já vai tarde"), agora na TAM, que para não parecer proteção à sua amante cmra. que falava japones, mudou o critério de escala da rota LHR, incluindo os que falavam esta língua no fixo da rota. Aliás, é a que paga a maior diária.
Sds.
Vôo bastante com a Varig, nacional e internacional. É impressionante que a maioria de seus funcionários ainda trabalhe com sorriso nos lábios, apesar de tudo ( salários atrasados, más perspectivas). Mas é importante saiber que outros tantos transformaram a empresa em um meio de ganhar dinheiro e não em seu emprego. Contrabando, muambas, ferinha, venda de GC's, comissões (ditas) em aviões, privilégios em check ins, enfim todo o tipo de irregularidades, a maioria com exemplos vindos de cima que fará com a maioria ( e comol sempre), vá pagar pela minoria.
Um belo exemplo é o fajermann ("o já vai tarde"), agora na TAM, que para não parecer proteção à sua amante cmra. que falava japones, mudou o critério de escala da rota LHR, incluindo os que falavam esta língua no fixo da rota. Aliás, é a que paga a maior diária.
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