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Reuters 12 Setembro 2005
Lockheed quer Largar Parceria com Embraer para Avião Espião
NOVA YORK (Reuters) - A fabricante norte-americana de equipamentos de defesa Lockheed Martin pode abandonar a Embraer em um programa para o desenvolvimento de um avião espião para o exército dos Estados Unidos, informou o Wall Street Journal nesta segunda-feira.
A Embraer tem sido uma parceira importante do grupo liderado pela Lockheed que ganhou um contrato inicial de desenvolvimento do avião de vigilância do Exército dos EUA no ano passado. O contrato tem valor de 879 milhões de dólares.
A aeronave oferecida pela Embraer, uma versão modificada de seu jato para 50 passageiros, mostrou-se pequena demais para os sensores eletrônicos e tripulação que os militares norte-americanos querem embarcar em suas missões de espionagem. A Lockheed recentemente recomendou a troca por um modelo maior da Embraer sem reabrir o contrato, afirmou o jornal.
Agora, a gigante norte-americana decidiu se afastar da empresa brasileira, quarta maior fabricante de aviões do mundo, frente ao ceticismo do Exército dos EUA, publicou o jornal, citando executivos envolvidos nas negociações.
O maior modelo de aeronave da Embraer ainda não foi testado para uso militar. Nos últimos dias, a Lockheed intensificou sua busca por aeronaves alternativas enquanto luta para manter o contrato, informou o Wall Street Journal.
Segundo o jornal, executivos da Lockheed já não falam mais da Embraer como sua preferência e pessoas próximas ao programa concluíram que a opção pela escolha da fabricante brasileira não é mais viável.
Entretanto, uma porta-voz da Lockheed disse ao jornal que o modelo maior da Embraer "continua sendo uma das alternativas consideradas".
A Embraer, que espera entrar no mercado de Defesa dos EUA e já selecionou a cidade de Jacksonville, na Flórida, como local para montagem do avião, não comentou o assunto imediatamente.
O jornal publicou que a Lockheed contatou a Raytheon, fornecedora de um avião de vigilância similar para o Ministério de Defesa Britânico. A Raytheon tem mantido contato com a Lockheed para entrar no programa de criação do avião espião para escapar do fim de um contrato atual, afirmaram ao jornal pessoas próximas dessas negociações.
Vocês já viram algum avião militar estrangeiro entrar nas forças armadas americanas?
Um abraço e até mais...
Cláudio Severino da Silva
jambock@brturbo.com.br
Lockheed quer largar parceria com a EMBRAER
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CHARLES SBBR
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