BRA e TAF recebem autorização para voar como regulares

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Felipe Weber
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BRA e TAF recebem autorização para voar como regulares

Mensagem por Felipe Weber »

O mercado doméstico de aviação se prepara para ganhar duas novas empresas regulares de transporte aéreo: a BRA e a TAF. As duas companhias já atuam no mercado aéreo brasileiro. No entanto, a licença das duas empresas era válida apenas para a operação de vôos charters (fretamento).

Essa situação começará a mudar a partir de hoje, com a publicação de duas portarias do Comando de Aeronáutica. As portarias autorizam a BRA e a TAF a operar o serviço regular de transporte aéreo de passageiros, carga e mala postal. Ou seja, de simples empresas de charters, as duas passarão a disputar o mesmo mercado de transporte quem já é explorado hoje pela Varig, TAM e Gol.

Para operar o serviço de transporte aéreo regular, as duas companhias terão 30 dias de prazo para assinar junto ao DAC (Departamento Aéreo de Aviação) um contrato de concessão. Esse contrato definirá os direitos e obrigações de cada empresa e o regime disciplinar que cada uma terá de seguir.

O vice-presidente da BRA, Wálter Folegatti, disse que o contrato seria assinado ainda hoje com o DAC, no Rio. A mesma informação foi dada por funcionários da TAF.

A expectativa é que a BRA e TAF passem a voar como companhias regulares de aviação ainda neste mês. É que apesar da assinatura dos contratos, as duas ainda precisam definir junto à CLA (comissão de linhas aéreas) as rotas que serão operadas, freqüências, entre outros detalhes.

Mais competição

A autorização dada pelo DAC para a BRA e para a TAF deve aumentar ainda mais a competição no segmento de empresas aéreas de baixo custo. Esse conceito de operação é explorado desde 2001 pela Gol. No mês passado, a WebJet também iniciou suas operações --seguindo o mesmo conceito de empresa de baixo custo.

Antes de receber a concessão, a BRA já se sentia como concorrente da Gol. "Na prática, nós até já concorremos hoje [com a Gol]. Só que não tínhamos a licença para operar vôos regulares", disse Folegatti em fevereiro para a Folha Online.

Segundo ele, a BRA deverá continuar oferecendo tarifas competitivas ao consumidor. Como empresa regular de aviação, a companhia terá de cumprir uma série de requisitos, como regularidade e pontualidade dos vôos. "Nós já operamos hoje com regularidade. Não existia razão para não ser uma empresa regular."

Entre as mudanças que devem ocorrer com a alteração da licença da BRA está a entrada no aeroporto de Congonhas, na zona sul de São Paulo, um dos mais disputados do país. A BRA também pretende ampliar a frota de aeronaves --composta hoje por nove aviões--, que deve chegar a 14 Boeings até o final do ano.

A empresa voa hoje para 29 destinos nacionais, além de operar uma série de vôos charters internacionais. No ano passado, a BRA transportou cerca de 1,5 milhão de passageiros.


Fonte: Folha Online
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