Crise adia entrada da Gol na Bolívia

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Felipe Weber
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Crise adia entrada da Gol na Bolívia

Mensagem por Felipe Weber »

A crise da Bolívia adiou o início dos vôos da Gol para Santa Cruz de la Sierra. A companhia pretendia começar a voar em junho para a Bolívia. Mas a crise daquele país --detonada, entre outras coisas, pela nova lei de hidrocarbonetos, que elevou os impostos de 18% para 50%-- obrigou a Gol a postergar a sua entrada no mercado boliviano.

"Retardamos nossa entrada na Bolívia. Estamos aguardando para ver se coisas se encaminham da melhor forma para podermos executar o nosso planejamento", disse o presidente da Gol, Constantino de Oliveira Júnior.

O executivo espera que a situação da Bolívia melhore até o final do ano. "Esperamos ter condições para iniciar nossos vôos para Santa Cruz de la Sierra."

Depois de inaugurar no ano passado seu primeiro destino internacional --para Buenos Aires (Argentina)--, a Gol detonou um plano de avanço no mercado internacional.

Além da projeção de começar a voar neste semestre para Montevidéu (Uruguai) e Assunção (Paraguai), a Gol também se prepara para entrar no mercado mexicano.

No mês passado, a empresa assinou um acordo de intenções com o grupo Inversiones y Tecnicas Aeroportuarias para o lançamento de uma empresa aérea de baixo custo no México. Sem dar detalhes sobre a nova investida, Júnior afirmou que a nova empresa deve entrar em operação no segundo trimestre de 2006.

Concorrência mexicana

Júnior disse que o plano da Gol de entrar no mercado mexicano não será alterado pela concorrência daquele mercado. Os bilionários mexicanos Carlos Slim e Emilio Azcarraga também se preparam para lançar em 2006 uma empresa aérea de baixo no México: a Vuela. Além da Gol e da Vuela, outras três empresas tentam obter licenças do governo mexicano para operar no conceito de custo baixo.

"Eu já tinha conhecimento da entrada de outras empresas [no mercado mexicano]", disse Júnior.

Segundo ele, a Gol levará para o México a mesma receita que utiliza para operar no Brasil. "Vamos implementar lá uma receita próxima do que já é feito aqui. Vamos transferir para lá nosso know-how."

O presidente da Gol informou que o mercado mexicano é considerado estratégico para a companhia. "O mercado [aéreo] do México ainda está em desenvolvimento. Vamos enfrentar a concorrência lá."

Pelos cálculos da Gol, os vôos internacionais deverão representar 7% da receita da companhia até o final do ano. Hoje, a rota para Buenos Aires corresponde sozinha a 5% da receita da empresa.

A companhia aérea fechou o segundo trimestre com um lucro líquido de R$ 51,52 --um crescimento de 4,9% sobre o mesmo período de 2004.
Pelo padrão contábil brasileiro, a receita operacional da empresa teve um aumento muito maior, de 45,8%, passando de R$ 385,5 milhões para R$ 562,2 milhões.

Fonte: Folha Online
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