Lockheed Martin da Argentina consertará aviões do Brasil
Buenos Aires, 11 mai (EFE).- A Lockheed Martin venceu uma licitação internacional para consertar aviões da Marinha de Guerra do Brasil, anunciou nesta quinta-feira a direção da filial da empresa americana.
O contrato, de três anos de duração, contempla a manutenção geral de aviões de batalha naval A4-SkyHawk e a potencialização de seus motores, disse o presidente da companhia, Alberto Bouthet.
O empresário assinalou que a fábrica da Lockheed Martin em Córdoba é uma das poucas do mundo com tecnologia adequada para realizar o trabalho.
Na década passada, a empresa modernizou os motores e equipamentos de cabina de 27 A4-SkyHawk que a Argentina comprou da Marinha de Guerra dos EUA, que tinha deixado de usá-los em 1972.
"Isso permitiu à Argentina, junto com quatro ou cinco países no mundo, ter uma tecnologia capaz de atender esse avião", afirmou Bouthet.
O empresário disse que a Marinha do Brasil comprou um grupo destes aviões do Kuwait para operá-los a partir de seu novo porta-aviões. Assim, em dezembro abriu uma licitação internacional para contratar o serviço de manutenção.
"Após três meses, assinamos contrato na segunda-feira passada", disse, depois de informar que a empresa venceu na licitação concorrentes de EUA, Israel, Nova Zelândia e Cingapura.
Lockheed Martín, que em 1994 assumiu a fábrica militar de aviões de Córdoba, já fez trabalhos de manutenção de motores para a Marinha de Brasil e o novo contrato "vai permitir iniciar um trabalho que durará vários anos", acrescentou.
Alberto Bouthet informou o presidente da Argentina, Néstor Kirchner, sobre este novo contrato durante uma reunião ontem à noite, a que também compareceu o ministro da Defesa, José Pampuro.
Para julho próximo, a Lockheed Martin prevê lançar o avião de treinamento militar e de apoio de combate AT-63 Pampa, um novo modelo desse tipo de aeronave que é fabricado na Argentina desde o fim da década de 1970.
Lockheed Martin da Argentina consertará aviões do Brasil
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jambock
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Prezado MARR:
Legal o tópico.
Complementa o postado em 10/5, intitulado:
""Hermanos" na aviação naval brasileira".
O que pode parecer estranho, à primeira vista, porque só seis acfts. se a frota é de vinte e quatro
Ocorre que, para o pequeno número de pilotos já brevetados no equipamento, a quantidade de aviões em operação (seis) é suficiente, segundo o Comando. É o que se depreende do contrato celebrado.
Um abraço e até mais...
Legal o tópico.
""Hermanos" na aviação naval brasileira".
O que pode parecer estranho, à primeira vista, porque só seis acfts. se a frota é de vinte e quatro
Um abraço e até mais...
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Cláudio Severino da Silva
jambockrs@gmail.com
Na aviação, só a perfeição é aceitável
Cláudio Severino da Silva
jambockrs@gmail.com
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Caro Jambock,jambock escreveu:Prezado MARR:
Legal o tópico.Complementa o postado em 10/5, intitulado:
""Hermanos" na aviação naval brasileira".
O que pode parecer estranho, à primeira vista, porque só seis acfts. se a frota é de vinte e quatroOcorre que, para o pequeno número de pilotos já brevetados no equipamento, a quantidade de aviões em operação (seis) é suficiente, segundo o Comando. É o que se depreende do contrato celebrado.
Um abraço e até mais...
Peço desculpas por ter aberto outro topico com o mesmo assunto, quando voce já tinha dado a noticia antes.
Uma das coisas que mais me irrita no forum e a repetição de tópicos e eu, indevidamente pratiquei este erro.
Srs. Moderadores, favor incluir a minha nota como complemento no topico Hermanos... e deletar este.
Abraço
Roberto
