19/05: aniversário do avistamento de OVNIs em SJK (relatos)
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Black Typhoon
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19/05: aniversário do avistamento de OVNIs em SJK (relatos)
Prezados,
para quem não se lembra mais, ou para quem ainda não conhece essa história, estou colando abaixo o relato do avistamento de OVNIs ocorrido em maio de 1986 em SJK e oficialmente confirmado pelo Comando da Aeronáutica.
Saudações
Black Typhoon
A ORDEM DOS FATOS (19/05/1986)
20:50 horas – O operador da torre de controle do aeroporto de São José dos Campos observa, por binóculo, dois pontos luminosos. A torre pede ao comandante Alcir Pereira da Silva, que viajava com o coronel Ozires Silva, que fizesse uma busca visual do OVNI.
21:10 horas – Sinais luminosos são vistos pelo comandante Alcir e pelo coronel Ozires Silva.
21:14 horas – O controle de radar de São Paulo recebe sinais sem identificação.
21:15 horas – O controle de radar de São Paulo informa o Centro de Tráfego Aéreo de Brasília.
21:20 horas – Brasília confirma a presença de sinais no radar.
21:23 horas – O primeiro jato F-5E sai da Base Aérea de Santa Cruz, Rio de Janeiro, rumo a São José dos Campos (tenente Kleber Caldas Marinho).
22:45 horas – O radar de Anápolis, a 50 km de Goiânia, detecta os sinais e o primeiro Mirage levanta vôo em busca dos OVNIs (capitão Armindo Souza Viriato de Freitas).
22:50 horas – O segundo jato F-5E levanta vôo (capitão Márcio Brisola Jordão).
23:15 horas – O tenente Kleber vê bolas de luz pela primeira vez e começa a perseguir os OVNIs.
23:17 horas – O segundo Mirage levanta vôo em Anápolis.
23:20 horas – O F-5E detecta, pela primeira vez, sinais pelo radar de bordo.
23:36 horas – O terceiro Mirage levanta vôo da base de Anápolis.
Mas no meio oficial, comentou-se muitas coisas que não foram mencionadas nos depoimentos, tais como: quando o F-5E era seguido por treze OVNIs, o piloto fez um looping para ficar de frente com tais objetos, o que não foi possível pois os objetos também fizeram o looping com o avião. Comentou-se que um objeto veio em alta velocidade e, de repente, parou bem à frente do avião, em rota eminente de colisão, saindo em seguida, a toda velocidade, deixando o piloto totalmente apavorado.
Considerando-se apenas as informações oficiais, esses fatos só podem ser explicados dentro do contexto do fenômeno UFO ou simplesmente disco voador. O que importa é a origem desses objetos, provavelmente extraterrestres, e a sua tecnologia indiscutivelmente muito avançada e totalmente desconhecida pelos cientistas do planeta Terra. Nossas autoridades da Aeronáutica não souberam explicar o que eram esses objetos, limitando-se a dizer que só podem dar explicações técnicas, e essas explicações eles não as têm. Foi formada uma comissão de estudos para analisar os fatos, e a conclusão certamente jamais será do conhecimento público. De certa forma, de positivo ficou o fato da Aeronáutica brasileira reconhecer publicamente que o nosso espaço aéreo é invadido constantemente por estranhos objetos de origem desconhecida, e, de negativo, ficou o lamentável fato que vários cientistas tentaram explicar o evento, dando um total de vinte e uma explicações distintas para um simples avistamento de OVNIs. Algumas tão infantis que é difícil acreditar que partiram de cientistas.
Recapitulemos os pronunciamentos oficiais sobre o incindete de maio de 1986, a fim de compormos um quadro daqueles acontecimentos:
Brigadeiro Otávio Júlio Moreira Lima, ministro da Aeronáutica
01 – "Entre 20:00 horas (19/05) e 01:00 hora (20/05) pelo menos 21 objetos foram detectados pelos radares brasileiros".
02 – "Saturaram os radares e interromperam o tráfego na área".
03 – "Toda vez que os radares detectam objetos não-identificados os caças levantam vôo para identificação".
04 – "Radar só detecta superfícies sólidas, objetos metálicos e nuvens (massas) pesadas. Não havia nuvens nem aeronaves convencionais na região. O céu estava limpo. Radar não tem ilusão de ótica".
05 – "Só podemos dar explicações técnicas, e não as temos".
06 – "Seria muito difícil para nós falarmos sobre a hipótese de que esses objetos seriam de origem extraterrestre".
07 – "A hipótese de uma guerra eletrônica é muito remota, e não é o caso aqui no Brasil".
08 – "É fantástico. Os sinais nos radares eram bem claros".
Coronel Ozires Silva, na época presidente da Petrobrás
01 – "Dizem que foi um salto muito grande entre a presidência da Embraer e a presidência da Petrobrás, que subi tanto que cheguei a ver disco voador".
02 – "Quando nos aproximávamos de São José dos Campos, a bordo do avião Xingu PT-MBZ, Brasília pediu para observarmos alguns pontos que estavam sendo detectados pelo radar, e que não estavam registrados como vôos regulares dentro daquela área".
03 – "Na altura de 600 metros, vimos pontos luminosos, de cor laranja-vermelhado, com brilho muito intenso".
04 – "Tentamos nos aproximar das luzes, mas desistimos. As luzes apagavam e acendiam em lugares diferentes (10 a 15 segundos). Observamos variações muito rápidas de velocidade".
05 – "As luzes tinham presenças reais, eram alvos primários no radar, alvos positivos, uma coisa concreta".
06 – "Se não fosse detectado pelos radares, eu não teria falado nada".
07 – "Está registrado em fitas pelo radar".
08 – "Não consegui identificar nada".
O Coronel Ozires Silva, posteriormente, escreveu o livro "Decolagem de um Sonho", na qual conta toda sua incrível trajetória aeronáutica, entre os quais a transformação da EMBRAER numa empresa altamente competitiva internacionalmente. Em seu livro, Ozires descreve o que viu na noite de 19 de maio de 1986. Para ver o testemunho de Ozires Silva, que ele registrou em seu livro, clique com seu mouse em DISCOS VOADORES EXISTEM? – este texto está no último capítulo de seu livro. O Coronel Ozires Silva ocupou vários cargos de destaque no Brasil, entre eles: presidência da EMBRAER, presidência da Petrobrás, Ministro da Infraestrutura no governo Collor e a presidência da VARIG.
Comandante Alcir Pereira da Silva, co-piloto do avião Xingu PT-MBZ
01 – "Vimos luzes laranjas-avermelhadas" (O comandante foi o primeiro a ver as luzes).
02 – "Parecia uma estrela bem iluminada".
03 – "Informamos a torre de São José dos Campos que iríamos perseguir o objeto".
04 – "A única prova que temos é o registro deles no radar de nossa aeronave".
05 – "A luz desapareceu como se tivesse apagado instantaneamente".
06 – "Foi uma experiência incrível".
07 – "Eles voavam em grande velocidade".
Major-aviador Ney Antônio Cerqueira, chefe do Centro de Operação de Defesa Aérea (CODA)
01 – "Não temos condições técnicas operacionais para explicar".
02 – "O aparecimento e desaparecimento desses objetos nas telas dos radares são inexplicáveis".
03 – "São Movimentos Aéreos Não-Identificados (MANI)".
04 – "As fitas com as comunicações entre pilotos e controladores, entre controladores das áreas de Brasília, São Paulo e Anápolis e os relatórios dos pilotos dos F-5E e dos Mirages serão estudadas para posteriores conclusões".
05 – "Os instrumentos técnicos usados para a identificação das luzes tiveram problemas para registrá-las".
06 – "O CODA acionou dois F-5E e três Mirages para identificarem os objetos. Um F-5E e um Mirage ficaram de prontidão no solo".
07 – "Fato semelhante aconteceu há 4 anos" (Caso Brito).
08 – "As luzes se movimentavam a uma velocidade entre 250 a 1.500 Km/h".
09 – "A Aeronáutica não dá o caso por encerrado".
Tenente Francisco Hugo N. Freitas, Controle de Operações
01 – "Os objetos foram detectados pelos radares de Santa Cruz, Congonhas, Anápolis e Brasília".
02 – "Os radares detectaram 21 ecos no total".
03 – "Durante alguns instantes, o F-5E foi perseguido por 13 objetos".
04 – "O objeto deslocava da esquerda para a direita, parou e começou a deslocar-se no sentido oposto ao da aeronave".
Tenente-aviador Kleber Caldas Marinho, piloto do primeiro F-5E a levantar vôo
01 – "Tive um contato visual e um contato com o meu radar de bordo de algo que parecia um ponto de luz, o qual estava distante 12 milhas à minha frente, distância esta também confirmada pelo radar de solo" (Sofreu interferências nos seus instrumentos de bordo).
02 – "O objeto se deslocava da esquerda para a direita, depois começou a subir".
03 – "O objeto variava de cor: verde, vermelha e branca. Predominava a cor branca".
04 – "O objeto estava a 10 km de altura e na velocidade acima de 1.000 km/h".
05 – "Segui até as 200 milhas sobre o oceano Atlântico" (Não conseguiu aproximar-se e nem identificar o objeto).
06 – "Não tive medo porque eu gosto do desconhecido".
Capitão-aviador Márcio Brisola Jordão, piloto do segundo F-5E a levantar vôo
01 – "Próximo a São José dos Campos, o radar detectou vários contatos, dez a treze pontos, a vinte milhas de distância".
02 – "O céu estava limpo, mas eu não via nada".
03 – "O radar de solo foi informado a aproximação dos objetos: 20 milhas, 15, 10, 5, de repente havia 13 objetos atrás de minha aeronave, a 2 milhas de distância, seis de um lado e sete do outro, durante vários minutos. Após manobrar a aeronave, os objetos haviam desaparecido".
04 – "Não vi forma, não vi velocidade, não vi variação de altura e não mudou de cor".
05 – "Voou durante 01:20 hora".
06 – "Não tive medo porque não via nada me ameaçando".
Capitão Armindo de Souza Viriato de Freitas, piloto do Mirage
01 – "O céu estava limpo, mas eu só percebi o objeto pelo radar; o objeto estava a 20 km de distância".
02 – "Como não tinha razão de aproximação, resolvi aumentar a velocidade até 1.340 km/h, e me aproximei do objeto até 6 milhas de distância".
03 – "O objeto se deslocava para frente e se movimentava de um lado para o outro no escopo do meu radar" (ziguezague).
04 – "De repente, o ponto desapareceu no escopo do meu radar".
Major-brigadeiro-do-ar Sócrates Monteiro, comandante do IV COMAR (SP)
01 – "Há muitos anos esses casos vêm sendo registrados".
02 – "Passaram de 250 para 1.500 km/h em frações de segundo".
03 – "A FAB filmou todo o evento em vídeo-tapes".
04 – "90% tem explicações, 10% não".
05 – "Pode ser que se explique por uma disfunção eletrônica dos radares".
06 – "É possível que não se constate o que foi".
Deve-se ressaltar que os pilotos de Mirage e F-5E são considerados os melhores do Brasil, pois fazem inúmeros cursos de especialização e jamais iriam confundir meteoros com OVNIs. Quando lemos o currículo dos pilotos que levantaram vôo naquela noite de 19 de maio, temos uma boa idéia da sua experiência profissional: 900 missões, 2.000 horas de vôo, e assim por diante. Aliás, só uma a cada quinhentas pessoas consegue tornar-se um piloto de caça da FAB.
Os aeronautas da aviação comercial do aeroporto de Cumbica, São Paulo, negaram-se a comentar o fato. A abordagem do tema OVNI pode representar muitos problemas para o profissional de aviação; temem represálias por parte da empresa.
O coronel Adalberto Resende Rocha, chefe do Centro de Relações Públicas do Gabinete do ministro da Aeronáutica, não permitiu que certas perguntas fossem respondidas, tais como autonomia e armamento das aeronaves, alegando serem de caráter sigiloso.
para quem não se lembra mais, ou para quem ainda não conhece essa história, estou colando abaixo o relato do avistamento de OVNIs ocorrido em maio de 1986 em SJK e oficialmente confirmado pelo Comando da Aeronáutica.
Saudações
Black Typhoon
A ORDEM DOS FATOS (19/05/1986)
20:50 horas – O operador da torre de controle do aeroporto de São José dos Campos observa, por binóculo, dois pontos luminosos. A torre pede ao comandante Alcir Pereira da Silva, que viajava com o coronel Ozires Silva, que fizesse uma busca visual do OVNI.
21:10 horas – Sinais luminosos são vistos pelo comandante Alcir e pelo coronel Ozires Silva.
21:14 horas – O controle de radar de São Paulo recebe sinais sem identificação.
21:15 horas – O controle de radar de São Paulo informa o Centro de Tráfego Aéreo de Brasília.
21:20 horas – Brasília confirma a presença de sinais no radar.
21:23 horas – O primeiro jato F-5E sai da Base Aérea de Santa Cruz, Rio de Janeiro, rumo a São José dos Campos (tenente Kleber Caldas Marinho).
22:45 horas – O radar de Anápolis, a 50 km de Goiânia, detecta os sinais e o primeiro Mirage levanta vôo em busca dos OVNIs (capitão Armindo Souza Viriato de Freitas).
22:50 horas – O segundo jato F-5E levanta vôo (capitão Márcio Brisola Jordão).
23:15 horas – O tenente Kleber vê bolas de luz pela primeira vez e começa a perseguir os OVNIs.
23:17 horas – O segundo Mirage levanta vôo em Anápolis.
23:20 horas – O F-5E detecta, pela primeira vez, sinais pelo radar de bordo.
23:36 horas – O terceiro Mirage levanta vôo da base de Anápolis.
Mas no meio oficial, comentou-se muitas coisas que não foram mencionadas nos depoimentos, tais como: quando o F-5E era seguido por treze OVNIs, o piloto fez um looping para ficar de frente com tais objetos, o que não foi possível pois os objetos também fizeram o looping com o avião. Comentou-se que um objeto veio em alta velocidade e, de repente, parou bem à frente do avião, em rota eminente de colisão, saindo em seguida, a toda velocidade, deixando o piloto totalmente apavorado.
Considerando-se apenas as informações oficiais, esses fatos só podem ser explicados dentro do contexto do fenômeno UFO ou simplesmente disco voador. O que importa é a origem desses objetos, provavelmente extraterrestres, e a sua tecnologia indiscutivelmente muito avançada e totalmente desconhecida pelos cientistas do planeta Terra. Nossas autoridades da Aeronáutica não souberam explicar o que eram esses objetos, limitando-se a dizer que só podem dar explicações técnicas, e essas explicações eles não as têm. Foi formada uma comissão de estudos para analisar os fatos, e a conclusão certamente jamais será do conhecimento público. De certa forma, de positivo ficou o fato da Aeronáutica brasileira reconhecer publicamente que o nosso espaço aéreo é invadido constantemente por estranhos objetos de origem desconhecida, e, de negativo, ficou o lamentável fato que vários cientistas tentaram explicar o evento, dando um total de vinte e uma explicações distintas para um simples avistamento de OVNIs. Algumas tão infantis que é difícil acreditar que partiram de cientistas.
Recapitulemos os pronunciamentos oficiais sobre o incindete de maio de 1986, a fim de compormos um quadro daqueles acontecimentos:
Brigadeiro Otávio Júlio Moreira Lima, ministro da Aeronáutica
01 – "Entre 20:00 horas (19/05) e 01:00 hora (20/05) pelo menos 21 objetos foram detectados pelos radares brasileiros".
02 – "Saturaram os radares e interromperam o tráfego na área".
03 – "Toda vez que os radares detectam objetos não-identificados os caças levantam vôo para identificação".
04 – "Radar só detecta superfícies sólidas, objetos metálicos e nuvens (massas) pesadas. Não havia nuvens nem aeronaves convencionais na região. O céu estava limpo. Radar não tem ilusão de ótica".
05 – "Só podemos dar explicações técnicas, e não as temos".
06 – "Seria muito difícil para nós falarmos sobre a hipótese de que esses objetos seriam de origem extraterrestre".
07 – "A hipótese de uma guerra eletrônica é muito remota, e não é o caso aqui no Brasil".
08 – "É fantástico. Os sinais nos radares eram bem claros".
Coronel Ozires Silva, na época presidente da Petrobrás
01 – "Dizem que foi um salto muito grande entre a presidência da Embraer e a presidência da Petrobrás, que subi tanto que cheguei a ver disco voador".
02 – "Quando nos aproximávamos de São José dos Campos, a bordo do avião Xingu PT-MBZ, Brasília pediu para observarmos alguns pontos que estavam sendo detectados pelo radar, e que não estavam registrados como vôos regulares dentro daquela área".
03 – "Na altura de 600 metros, vimos pontos luminosos, de cor laranja-vermelhado, com brilho muito intenso".
04 – "Tentamos nos aproximar das luzes, mas desistimos. As luzes apagavam e acendiam em lugares diferentes (10 a 15 segundos). Observamos variações muito rápidas de velocidade".
05 – "As luzes tinham presenças reais, eram alvos primários no radar, alvos positivos, uma coisa concreta".
06 – "Se não fosse detectado pelos radares, eu não teria falado nada".
07 – "Está registrado em fitas pelo radar".
08 – "Não consegui identificar nada".
O Coronel Ozires Silva, posteriormente, escreveu o livro "Decolagem de um Sonho", na qual conta toda sua incrível trajetória aeronáutica, entre os quais a transformação da EMBRAER numa empresa altamente competitiva internacionalmente. Em seu livro, Ozires descreve o que viu na noite de 19 de maio de 1986. Para ver o testemunho de Ozires Silva, que ele registrou em seu livro, clique com seu mouse em DISCOS VOADORES EXISTEM? – este texto está no último capítulo de seu livro. O Coronel Ozires Silva ocupou vários cargos de destaque no Brasil, entre eles: presidência da EMBRAER, presidência da Petrobrás, Ministro da Infraestrutura no governo Collor e a presidência da VARIG.
Comandante Alcir Pereira da Silva, co-piloto do avião Xingu PT-MBZ
01 – "Vimos luzes laranjas-avermelhadas" (O comandante foi o primeiro a ver as luzes).
02 – "Parecia uma estrela bem iluminada".
03 – "Informamos a torre de São José dos Campos que iríamos perseguir o objeto".
04 – "A única prova que temos é o registro deles no radar de nossa aeronave".
05 – "A luz desapareceu como se tivesse apagado instantaneamente".
06 – "Foi uma experiência incrível".
07 – "Eles voavam em grande velocidade".
Major-aviador Ney Antônio Cerqueira, chefe do Centro de Operação de Defesa Aérea (CODA)
01 – "Não temos condições técnicas operacionais para explicar".
02 – "O aparecimento e desaparecimento desses objetos nas telas dos radares são inexplicáveis".
03 – "São Movimentos Aéreos Não-Identificados (MANI)".
04 – "As fitas com as comunicações entre pilotos e controladores, entre controladores das áreas de Brasília, São Paulo e Anápolis e os relatórios dos pilotos dos F-5E e dos Mirages serão estudadas para posteriores conclusões".
05 – "Os instrumentos técnicos usados para a identificação das luzes tiveram problemas para registrá-las".
06 – "O CODA acionou dois F-5E e três Mirages para identificarem os objetos. Um F-5E e um Mirage ficaram de prontidão no solo".
07 – "Fato semelhante aconteceu há 4 anos" (Caso Brito).
08 – "As luzes se movimentavam a uma velocidade entre 250 a 1.500 Km/h".
09 – "A Aeronáutica não dá o caso por encerrado".
Tenente Francisco Hugo N. Freitas, Controle de Operações
01 – "Os objetos foram detectados pelos radares de Santa Cruz, Congonhas, Anápolis e Brasília".
02 – "Os radares detectaram 21 ecos no total".
03 – "Durante alguns instantes, o F-5E foi perseguido por 13 objetos".
04 – "O objeto deslocava da esquerda para a direita, parou e começou a deslocar-se no sentido oposto ao da aeronave".
Tenente-aviador Kleber Caldas Marinho, piloto do primeiro F-5E a levantar vôo
01 – "Tive um contato visual e um contato com o meu radar de bordo de algo que parecia um ponto de luz, o qual estava distante 12 milhas à minha frente, distância esta também confirmada pelo radar de solo" (Sofreu interferências nos seus instrumentos de bordo).
02 – "O objeto se deslocava da esquerda para a direita, depois começou a subir".
03 – "O objeto variava de cor: verde, vermelha e branca. Predominava a cor branca".
04 – "O objeto estava a 10 km de altura e na velocidade acima de 1.000 km/h".
05 – "Segui até as 200 milhas sobre o oceano Atlântico" (Não conseguiu aproximar-se e nem identificar o objeto).
06 – "Não tive medo porque eu gosto do desconhecido".
Capitão-aviador Márcio Brisola Jordão, piloto do segundo F-5E a levantar vôo
01 – "Próximo a São José dos Campos, o radar detectou vários contatos, dez a treze pontos, a vinte milhas de distância".
02 – "O céu estava limpo, mas eu não via nada".
03 – "O radar de solo foi informado a aproximação dos objetos: 20 milhas, 15, 10, 5, de repente havia 13 objetos atrás de minha aeronave, a 2 milhas de distância, seis de um lado e sete do outro, durante vários minutos. Após manobrar a aeronave, os objetos haviam desaparecido".
04 – "Não vi forma, não vi velocidade, não vi variação de altura e não mudou de cor".
05 – "Voou durante 01:20 hora".
06 – "Não tive medo porque não via nada me ameaçando".
Capitão Armindo de Souza Viriato de Freitas, piloto do Mirage
01 – "O céu estava limpo, mas eu só percebi o objeto pelo radar; o objeto estava a 20 km de distância".
02 – "Como não tinha razão de aproximação, resolvi aumentar a velocidade até 1.340 km/h, e me aproximei do objeto até 6 milhas de distância".
03 – "O objeto se deslocava para frente e se movimentava de um lado para o outro no escopo do meu radar" (ziguezague).
04 – "De repente, o ponto desapareceu no escopo do meu radar".
Major-brigadeiro-do-ar Sócrates Monteiro, comandante do IV COMAR (SP)
01 – "Há muitos anos esses casos vêm sendo registrados".
02 – "Passaram de 250 para 1.500 km/h em frações de segundo".
03 – "A FAB filmou todo o evento em vídeo-tapes".
04 – "90% tem explicações, 10% não".
05 – "Pode ser que se explique por uma disfunção eletrônica dos radares".
06 – "É possível que não se constate o que foi".
Deve-se ressaltar que os pilotos de Mirage e F-5E são considerados os melhores do Brasil, pois fazem inúmeros cursos de especialização e jamais iriam confundir meteoros com OVNIs. Quando lemos o currículo dos pilotos que levantaram vôo naquela noite de 19 de maio, temos uma boa idéia da sua experiência profissional: 900 missões, 2.000 horas de vôo, e assim por diante. Aliás, só uma a cada quinhentas pessoas consegue tornar-se um piloto de caça da FAB.
Os aeronautas da aviação comercial do aeroporto de Cumbica, São Paulo, negaram-se a comentar o fato. A abordagem do tema OVNI pode representar muitos problemas para o profissional de aviação; temem represálias por parte da empresa.
O coronel Adalberto Resende Rocha, chefe do Centro de Relações Públicas do Gabinete do ministro da Aeronáutica, não permitiu que certas perguntas fossem respondidas, tais como autonomia e armamento das aeronaves, alegando serem de caráter sigiloso.
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Anonymous
José Arthur - SBPA escreveu:Nossa!!Que tópico!!!!!!!!
![]()
Valeu pela postagem, Black Typhoon!![]()
Apenas para informar, sexta-feira às 2200, o Discovery Channel irá apresentar um programa, falando de tripulantes que avistaram OVNIs!
Fica a dica!
Boa dica meu caro...vo ve se num esqueço se ve ..sexta fera....
realmente bem interessante o topico....
É, tão sigiloso que deixam abertos pra visitação!O coronel Adalberto Resende Rocha, chefe do Centro de Relações Públicas do Gabinete do ministro da Aeronáutica, não permitiu que certas perguntas fossem respondidas, tais como autonomia e armamento das aeronaves, alegando serem de caráter sigiloso.
Até o São Google colabora em mostrar o armamento e autonomia das aeronaves. 8)
Samuel Arruda
Spotter - JPA
http://www.jetphotos.net/showphotos.php?userid=635
http://www.fotolog.net/spotter_jpa
Spotter - JPA
http://www.jetphotos.net/showphotos.php?userid=635
http://www.fotolog.net/spotter_jpa
Um ex-instrutor meu de ground school era o controlador do SINDACTA em serviço naquele dia e deu os vetores para os caças para interceptar os objetos. Ele não estava mais na FAB quando nos contou a estória durante uma de nossas aulas. Ele deixou bem claro que o fato realmente aconteceu e foi um bocado sinistro.
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Anonymous
na moral, é ser fantasioso d+...
se eu sou de uma civilização distante, e venho à terra observar secretamente... é ingênuidade d+, já que eu tenho tecnologia suficiente pra chegar aqui, achar que eu seria percebido pelos radares... um pouco de lógica...
viajar pelo espaço não é pra qualquer um... antes do homem ir à lua (alguns duvidam, mas eu não tenho argumentos suficiente pra dizer que foram realmente ou não), mandaram aeronaves com cachorro, macaco, galinha, só pra ser sarcástico...
agora, pra chegar aki e, a algumas milhas de distância, sumirem, alguém tinha que estar controlando esse ovni... e, definitivamente, não era uma pulga... ou, se era, essa aeronave tem uma técnologia infinitamente maior q a nossa... e, se detinha essa tecnologia, não seria captada pelos nossos radares de 3° mundo....
não dúvido que haja vida em outros planetas, até mesmo pq seria egoísmo d+ achar que nesse espaço extra-terreno de tamanho não calculado, pra não dizer infinito, somos a única espécie inteligente, mas é infantilidade d+ achar que eles nos visitariam em missão secreta e seriam, tão facilmente assim, vistos em nossos radares, que mal cuidam da Amazônia...
quem quiser me criticar, q critique... tô nem aí...
se quiser ir mais além, me chame no msn: rockit@bol.com.br
obs.: isso foi há 20 anos atrás... se, nós, relés humanos, avançamos muito em termos de tecnologia, imagine eles, q há 20 anos atrás jás nos visitavam... hahahaa
se eu sou de uma civilização distante, e venho à terra observar secretamente... é ingênuidade d+, já que eu tenho tecnologia suficiente pra chegar aqui, achar que eu seria percebido pelos radares... um pouco de lógica...
viajar pelo espaço não é pra qualquer um... antes do homem ir à lua (alguns duvidam, mas eu não tenho argumentos suficiente pra dizer que foram realmente ou não), mandaram aeronaves com cachorro, macaco, galinha, só pra ser sarcástico...
agora, pra chegar aki e, a algumas milhas de distância, sumirem, alguém tinha que estar controlando esse ovni... e, definitivamente, não era uma pulga... ou, se era, essa aeronave tem uma técnologia infinitamente maior q a nossa... e, se detinha essa tecnologia, não seria captada pelos nossos radares de 3° mundo....
não dúvido que haja vida em outros planetas, até mesmo pq seria egoísmo d+ achar que nesse espaço extra-terreno de tamanho não calculado, pra não dizer infinito, somos a única espécie inteligente, mas é infantilidade d+ achar que eles nos visitariam em missão secreta e seriam, tão facilmente assim, vistos em nossos radares, que mal cuidam da Amazônia...
quem quiser me criticar, q critique... tô nem aí...
se quiser ir mais além, me chame no msn: rockit@bol.com.br
obs.: isso foi há 20 anos atrás... se, nós, relés humanos, avançamos muito em termos de tecnologia, imagine eles, q há 20 anos atrás jás nos visitavam... hahahaa
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Fernando Basto
- MASTER

- Mensagens: 1170
- Registrado em: Ter Jan 04, 2005 14:47
- Localização: Cabo Frio - RJ
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Prezado José Arthur,
Grato pelo aviso do documentário no D. Channel.
Se puderes/lembrares, poste um tópico aqui no fórum, na 6ª feira, lembrando os usuários deste espaço, sobre a hora que vai passar esse programa.
Deverá ser, no mínimo, curioso, pois o tema é polêmico !
Grato !
Grato pelo aviso do documentário no D. Channel.
Se puderes/lembrares, poste um tópico aqui no fórum, na 6ª feira, lembrando os usuários deste espaço, sobre a hora que vai passar esse programa.
Deverá ser, no mínimo, curioso, pois o tema é polêmico !
Grato !
Fernando Basto -
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Cabo Frio - RJ
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Cabo Frio - RJ
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welter mesquita vaz
- PC

- Mensagens: 167
- Registrado em: Dom Dez 19, 2004 12:40
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Anonymous
vc nao ia coloca para o pessoal ai a escuta de um voo da VASP reportando avistamento?? to no aguardo hehe...welter mesquita vaz escreveu:Cara demais, quando comecei a ler, fiquei até arrepiado, na semana passada postei um avistamento do VARIG próximo a Confins, tive a oportunidade de acompanhar o avistamento do piloto e a descrição do mesmo para com o Controlador do Centro Brasilia. Vc tá de parabéns pelo seu post. Abraçao.
se vc puder me mandar pelo msn melhor
edson_vsp@hotmail.com
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welter mesquita vaz
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