WindRose operando voos TAP no Brasil

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WindRose operando voos TAP no Brasil

Mensagem por AeroEntusiasta »

Olá.

Vejam o que está operando voos para a TAP !!!
Visto ontem e hoje em FOR operando o voo TAP 030!!!!!

http://img.planespotters.net/photo/4020 ... 402507.jpg" onclick="window.open(this.href);return false;

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AeroEntusiasta
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Re: WindRose operando voos TAP no Brasil

Mensagem por AeroEntusiasta »

Boa noite.

Outro A330 a serviço da TAP, Evelop Airlines.

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http://img.planespotters.net" onclick="window.open(this.href);return false;

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Marcelo Areias
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Re: WindRose operando voos TAP no Brasil

Mensagem por Marcelo Areias »

Vi semana passada que alguns vôos para REC estão sendo operados por A310 (só não me recordo a empresa agora)...
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Marcelo Areias
Electra
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Re: WindRose operando voos TAP no Brasil

Mensagem por Electra »

Há pouco mais de uma semana estive com um cmte de 332 da TAP no terraço do GIG e o msm, entre outros casos mt interessantes dos bastidores da TAP e da aviação portuguesa, me disse que estas operações com aeronaves de outras cias nos voos pro NE se devem ao fato do CS-TOQ e CS-TOR, ou seja, os ex-TAM, terem vindo com mts problemas, necessitando mais reparos que o esperado o que atrasou a entrada em operação dos msms.
Grato desde já!
Abraços!!!
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Vinidc8
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Re: WindRose operando voos TAP no Brasil

Mensagem por Vinidc8 »

Marcelo Areias escreveu:Vi semana passada que alguns vôos para REC estão sendo operados por A310 (só não me recordo a empresa agora)...
Deve ser o A310 CS-TEX todo branco que pertence ao Royal Air Maroc, ele já voou pela TAP de 1991 até 2008.
esta agora no TAP17 LIS-REC

http://www.flightradar24.com/TAP17/3dee563" onclick="window.open(this.href);return false;
Vinicius - POA
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Re: WindRose operando voos TAP no Brasil

Mensagem por Starliner »

Fonte Aeroconsult
Quote
Ler sobre as opeprações com aeronaves de outras cias.
Starliner

TAP ENFRENTA PROBLEMAS DE CRESCIMENTO VISANDO O FUTURO



O mundo da aviação comercial tem, entre as suas peculiaridades, o fato que as empresas aéreas são ao mesmo tempo concorrentes e amigas. Fazem acordos bilaterais para potenciar as suas rotas, mas não deixam de procurar em continuação novas formulas operacionais que prevaleçam sobre aquelas das congêneres.E quando na “outra” ocorrem emergências é raro que lhe ofereçam o apoio prático que aliviaria suas penas.Prevalece o espírito de concorrência.

O caso atual da Tap, lutando para manter todas as suas freqüências na Europa e no Brasil, sem o menor apoio das “grandes” poderia ser considerado como exemplar. “O Estado de S.Paulo” de 5ª feira, sob o título “Tap pede desculpas em redes sociais” divulgou: ”Em entrevista publicada nas páginas da empresa portuguesa em redes sociais, o presidente da Tap, Fernando Pinto, admitiu que a companhia enfrenta problemas operacionais – faltam pilotos e a entrega de novos aviões atrasou. Além disso, problemas técnicos também estão se multiplicando. Em 17/6 um vôo entre Brasília e Lisboa teve de voltar à origem após 4 horas, por problemas técnicos. No último sábado uma aeronave que fazia o trecho Lisboa-São Paulo voltou à capital portuguesa, após uma falha numa das turbinas. Ontem uma aeronave da empresa foi retida em Salvador por avaria no motor”.

Tudo teria começado dias após a inauguração da nova rota que liga Portugal, a Manaus e Belém, com a qual a Tap totalizou 12 destinos no Brasil. O aparecimento desses problemas operacionais, antes muito raros na empresa, apesar de considerados de curto prazo, não despertou aparente solidariedade das companhias européias, inferiorizadas no Atlântico do Sul devido ao desenvolvimento continuo da rede da aérea portuguesa. Isso é devido ao fato que as congêneres não estão em posições geográficas que lhes permitam de utilizar as respectivas capitais como hubs para o Brasil, recebendo conexões vindo do resto do continente, da mesma maneira que acontece com as operações centralizadas em Lisboa pela Tap.

Mas a surpresa causada pela série de problemas tem encontrado imediatas providências de emergência de parte da empresa portuguesa, visando minimizar as conseqüências operacionais de um índice de cancelamentos de voos estimado em 2% em junho e julho. A companhia está operando aviões de aéreas menores,para cobrir o atraso sofrido na entrega de dois A330 destinados aos vôos de longo curso e de dois A320 para as operações nas rotas européias : a chegada dessas aeronaves foi agora fixada para o final de agosto.Entretanto a Tap assinou contratos com a empresa ucraniana Windrose para cobrir a rota Lisboa/Fortaleza e com a Hifly, AirEuropa e Evelop para operar os vôos Lisboa/Recife. Quanto aos problemas técnicos, a sua solução tem mobilizado o setor de Manutenção da empresa, em colaboração com a GE, responsável pelo controle técnico dos reatores das aeronaves.

O presidente Fernando Pinto, ao ser questionado sobre a influência que os problemas atuais poderiam ter na próxima operação de privatização da empresa, à espera de um segundo edital a ser divulgado em data ainda não determinada, enfatizou que o governo “sem dúvida nenhuma tem todo o interesse em ter a Tap cada vez mais valorizada” e que por isso está á espera da “hora certa para fazer a operação”. Aparentemente ,acrescentou, em relação às empresas interessadas na compra da companhia “o mundo não mudou muito de lá para cá” ,sendo porém previsto que “só quando o governo disser ´vamos para a frente ´é que as coisas realmente vão aparecer” . Para Fernando Pinto não tem base técnica as afirmações de que os cancelamentos causados pela falta de aviões, poderiam desvalorizar a empresa no processo de privatização. Ele diz, “A isso respondo com toda a tranqüilidade: efeito zero em cima do custo de uma empresa”.

E ainda sobre o assunto, em entrevista á empresa Lusa declarou: “O meu sonho é ver a Tap bem privatizada, com o futuro garantido. Isso é o mais importante de tudo, e a minha vontade é fazer parte deste processo, mas tudo depende de como é que foi a operação (depois de ser privatizada), para quem foi vendida e se ainda vou ser necessário ou julgar que vou ser necessário”.

E excluiu novamente qualquer efeito dos cancelamentos sobre o valor da privatização, esclarecendo: “Numa empresa a valorização dela é dada por outros fatores e a Tap é reconhecida como uma empresa com todos os altos níveis de padrões. Uma coisa interessante: somos das primeiras entre todas as empresas do mundo a receber o certificado IOSA (Iata Operational Safety Audit). Quisemos ser auditados. Passamos com louvor e, por acaso, há dez dias atrás terminamos com louvor mais uma auditoria, na qual toda a empresa foi analisada, a manutenção, as operações, a estrutura de suporte. A Tap tem sido uma referência e continua sendo”, concluiu. O IOSA é uma auditoria da Iata sobre a segurança operacional .


Quanto aos resultados operacionais, após o presidente ter afirmado que a Tap fechou o primeiro semestre com “números de vendas muito positivos, acima do que era previsto” foi divulgado oficialmente que nesse período foram transportados pela aérea 5,2 milhões de passageiros, com um aumento de 7,2% sobre o mesmo período de 2013, mantendo uma taxa média de ocupação de 80,1%, superior em 3,2% aquela do ano anterior.
Starliner - GIG
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