Finalmente: Nossos F5 terão um missel BVR
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Luiz Padilha
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Finalmente: Nossos F5 terão um missel BVR
Saiu hoje no site da FAB, vejam:
Até que enfim.
Retirado do site da FAB
terça-feira, 12 abril de 2005 - 16:20h
Caçadores comemoram 60 anos do dia 22 de abril de 1945
A Base Aérea de Santa Cruz (BASC) sediará, de 14 a 22 de abril, a Reunião da Aviação de Caça 2005 (RAC 2005). O evento contará com a presença dos onze Esquadrões de Caça da FAB, subordinados à Terceira Força Aérea (III FAE), e com mais de 70 aeronaves.
Esse ano se comemoram os 60 anos do dia 22 de abril de 1945, quando o esquadrão representou o Brasil nos céus da Itália, durante a 2ª Guerra Mundial. Serão nove dias em que os caçadores dos mais diversos rincões do país estarão reunidos, trocando experiências, competindo, cultuando os nossos heróis e se confraternizando.
Além das atividades da programação tradicional, haverá também um Torneio de Reabastecimento em Vôo (Torneio “Mangueirão”), entre as Unidades Aéreas que operam as aeronaves R/A-1, competição aérea de Tiro Terrestre, apresentação do Míssil BVR Derby, de alcance médio (40 km) e emprego de armamento real.
Até que enfim.
Retirado do site da FAB
terça-feira, 12 abril de 2005 - 16:20h
Caçadores comemoram 60 anos do dia 22 de abril de 1945
A Base Aérea de Santa Cruz (BASC) sediará, de 14 a 22 de abril, a Reunião da Aviação de Caça 2005 (RAC 2005). O evento contará com a presença dos onze Esquadrões de Caça da FAB, subordinados à Terceira Força Aérea (III FAE), e com mais de 70 aeronaves.
Esse ano se comemoram os 60 anos do dia 22 de abril de 1945, quando o esquadrão representou o Brasil nos céus da Itália, durante a 2ª Guerra Mundial. Serão nove dias em que os caçadores dos mais diversos rincões do país estarão reunidos, trocando experiências, competindo, cultuando os nossos heróis e se confraternizando.
Além das atividades da programação tradicional, haverá também um Torneio de Reabastecimento em Vôo (Torneio “Mangueirão”), entre as Unidades Aéreas que operam as aeronaves R/A-1, competição aérea de Tiro Terrestre, apresentação do Míssil BVR Derby, de alcance médio (40 km) e emprego de armamento real.
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jambock
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Grande notícia!
Prezado Luiz Padilha:
Grande notícia
A FAB ficará muito bem servida com os Derby nos F-5BR. Será que os A-1, após o up-grade, poderão também utiliza-los
Um abraço e até mais...
Grande notícia
Um abraço e até mais...
Um abraço e até mais...
Cláudio Severino da Silva
jambockrs@gmail.com
Na aviação, só a perfeição é aceitável
Cláudio Severino da Silva
jambockrs@gmail.com
Na aviação, só a perfeição é aceitável
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Luiz Padilha
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jambock
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Só consegui isto...
Prezado marcato:
Fui ao site da Rafael e só consegui isto:
Derby Beyond Visual Range Air To Air Missile
RAFAEL's Derby is a fully developed Beyond Visual Range Air-To-Air missile. The missile offers excellent performance and maneuverability in both medium and short range engagements. The missile is also offered in an air defense configuration.
Main features:
Active Radar Seeker
Designed for both medium and short range
All weather performance
Look-down/Shoot-down capability
Lock On Before Launch (LOBL) mode for tight dogfights
Advanced programmable ECCM
Lightweight
Fully developed, tested and proven missile
Um abraço e até mais...
Fui ao site da Rafael e só consegui isto:
Derby Beyond Visual Range Air To Air Missile
RAFAEL's Derby is a fully developed Beyond Visual Range Air-To-Air missile. The missile offers excellent performance and maneuverability in both medium and short range engagements. The missile is also offered in an air defense configuration.
Main features:
Active Radar Seeker
Designed for both medium and short range
All weather performance
Look-down/Shoot-down capability
Lock On Before Launch (LOBL) mode for tight dogfights
Advanced programmable ECCM
Lightweight
Fully developed, tested and proven missile
Um abraço e até mais...
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Cláudio Severino da Silva
jambockrs@gmail.com
Na aviação, só a perfeição é aceitável
Cláudio Severino da Silva
jambockrs@gmail.com
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Luiz Padilha
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Maravilha! Agora não estaremos tão cegos!!!
Cegos, porque antes não enxergavamos nada e não tinhamos com o que atirar, agora, enxergamos e temos o que atirar.
Ok! Alguns vão dizer que o que temos hoje não se compara com o que o Tio Sam tem, mas para quem nada tinha, tá muito bom!eheheheh
[]'s
Padilha
Cegos, porque antes não enxergavamos nada e não tinhamos com o que atirar, agora, enxergamos e temos o que atirar.
Ok! Alguns vão dizer que o que temos hoje não se compara com o que o Tio Sam tem, mas para quem nada tinha, tá muito bom!eheheheh
[]'s
Padilha
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Anonymous
Amigos, eu acredito que os A-1's não serão compatibilizados para o uso do míssil Derby porque alguns motivos:
1. O A-1 é uma aeronave de ataque e, portanto, mísseis ar-ar de médio alcance não são algo fundamental.
2. O A-1 possui poucos cabides (hardpoints) e dúvido que abririam mão dos cabides subalares externos para carregar mísseis para emprego de mísseis BVR.
3. Se até hoje, os wingtips dos A-1's brasileiros não podem ser utilizados para utilizar arma alguma (sim, é isso mesmo... os wingtips dos A-1's só estão capacitados para transportar mísseis AIM-9B que já sairam de operação na FAB) imagine então o tempo que demorará/demoraria para se integrar os Derbys ao sistema de armas do mesmo.
4. A quantidade de mísseis a serem adquiridos possivelmente não justificará essa integração.
5. É óbvio que essa não pode nunca ser esquecida: Dinheiro!
Para finalizar, gostaria de fazer uma pequena correção ao que o colega Luiz Padilha falou: os sistemas do A-1M e do F-5EM não serão completamente iguais sendo a diferença mais notável entre os radares sendo que o radar do A-1M será o SCP-01 Scipio e o do F-5EM será uma versão do radar italiano Grifo.
Abraços
1. O A-1 é uma aeronave de ataque e, portanto, mísseis ar-ar de médio alcance não são algo fundamental.
2. O A-1 possui poucos cabides (hardpoints) e dúvido que abririam mão dos cabides subalares externos para carregar mísseis para emprego de mísseis BVR.
3. Se até hoje, os wingtips dos A-1's brasileiros não podem ser utilizados para utilizar arma alguma (sim, é isso mesmo... os wingtips dos A-1's só estão capacitados para transportar mísseis AIM-9B que já sairam de operação na FAB) imagine então o tempo que demorará/demoraria para se integrar os Derbys ao sistema de armas do mesmo.
4. A quantidade de mísseis a serem adquiridos possivelmente não justificará essa integração.
5. É óbvio que essa não pode nunca ser esquecida: Dinheiro!
Para finalizar, gostaria de fazer uma pequena correção ao que o colega Luiz Padilha falou: os sistemas do A-1M e do F-5EM não serão completamente iguais sendo a diferença mais notável entre os radares sendo que o radar do A-1M será o SCP-01 Scipio e o do F-5EM será uma versão do radar italiano Grifo.
Abraços
Re: Só consegui isto...
Valeu Claudio!jambock escreveu:Prezado marcato:
Fui ao site da Rafael e só consegui isto:
Fernando Marcato


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Luiz Padilha
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O que eu soube é que seria o mesmo tipo de radar, tanto para o F5 e A1. Afinal, os dois podem fazer a mesma varredura e a diferença seria talvez o tamanho da antena que no A1 seria maior. Mas isso eu não tenho certeza 100%. Vou apurar.Ailton Junior escreveu:Amigos, eu acredito que os A-1's não serão compatibilizados para o uso do míssil Derby porque alguns motivos:
1. O A-1 é uma aeronave de ataque e, portanto, mísseis ar-ar de médio alcance não são algo fundamental.
2. O A-1 possui poucos cabides (hardpoints) e dúvido que abririam mão dos cabides subalares externos para carregar mísseis para emprego de mísseis BVR.
3. Se até hoje, os wingtips dos A-1's brasileiros não podem ser utilizados para utilizar arma alguma (sim, é isso mesmo... os wingtips dos A-1's só estão capacitados para transportar mísseis AIM-9B que já sairam de operação na FAB) imagine então o tempo que demorará/demoraria para se integrar os Derbys ao sistema de armas do mesmo.
4. A quantidade de mísseis a serem adquiridos possivelmente não justificará essa integração.
5. É óbvio que essa não pode nunca ser esquecida: Dinheiro!
Para finalizar, gostaria de fazer uma pequena correção ao que o colega Luiz Padilha falou: os sistemas do A-1M e do F-5EM não serão completamente iguais sendo a diferença mais notável entre os radares sendo que o radar do A-1M será o SCP-01 Scipio e o do F-5EM será uma versão do radar italiano Grifo.
Abraços
Quanto aos wingtips, isso também eu não sabia, mas também vou levantar com o pessoal do 1º/16º Adelfi que opera a aeronave.
Assim que souber, posto aqui.
[]'s
Padilha
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Anonymous
tatsch, eu sinceramente não me lembro de nenhuma vez ter visto um A-1 com um míssil Piranha seja de mockup ou treinamento, quanto menos um operacional. Os únicos mísseis que já vi em fotos nos trilhos de ponta de asa dos A-1's brasileiros foram AIM-9B Sidewinder de instrução.
Luiz Padilha, existem diversas publicações tanto nacionais quanto estrangeiras que citam o que falei sobre a diferença dos radares. Tanto o SCP-01 Scipio (à ser utilizado pelos A-1's modernizados) quanto o Grifo-BR (que é basicamente um Grifo-F só que modificado para atender às especificações da FAB) são radares multimodo desenvolvidos pela empresa italiana Galileo Avionica (no caso do Scipio em parceria com a Mectron). A maior diferença de requesitos entre ambos está no fato do Scipio possuir maior enfase no emprego ar-solo (alcance de 30 km contra alvos aéreos com RCS de 5 m2 e 80 km contra alvos navais com RCS de 100 m2) e maior ênfase nos modos ar-ar do Grifo-BR (75 km contra alvos aéreos com RCS de 5 m2). De qualquer, uma confirmação de dentro da FAB será interessante, afinal, quanto mais informações, melhor!
Abraços
Luiz Padilha, existem diversas publicações tanto nacionais quanto estrangeiras que citam o que falei sobre a diferença dos radares. Tanto o SCP-01 Scipio (à ser utilizado pelos A-1's modernizados) quanto o Grifo-BR (que é basicamente um Grifo-F só que modificado para atender às especificações da FAB) são radares multimodo desenvolvidos pela empresa italiana Galileo Avionica (no caso do Scipio em parceria com a Mectron). A maior diferença de requesitos entre ambos está no fato do Scipio possuir maior enfase no emprego ar-solo (alcance de 30 km contra alvos aéreos com RCS de 5 m2 e 80 km contra alvos navais com RCS de 100 m2) e maior ênfase nos modos ar-ar do Grifo-BR (75 km contra alvos aéreos com RCS de 5 m2). De qualquer, uma confirmação de dentro da FAB será interessante, afinal, quanto mais informações, melhor!
Abraços
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Luiz Padilha
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