Segundo fontes das Forças Armadas, há resistência contra o ex-chanceler devido às suas decisões ‘completamente ideologizadas’ durante o governo Lula
Tânia Monteiro, da Agência Estado
BRASÍLIA – A indicação do ex-chanceler Celso Amorim para o Ministério da Defesa já está provocando reações contrárias em Brasília. Militares dos altos comandos das Forças Armadas consultados pela reportagem consideraram esta “a pior escolha possível” que a presidente poderia ter feito.
Segundo esses interlocutores, Amorim contrariou “princípios e valores” dos militares nos últimos anos quando esteve à frente do Ministério das Relações Exteriores e até ex-ministro Nelson Jobim contornava as polêmicas causadas por decisões “completamente ideologizadas” de Amorim. Essas fontes questionam por que o governo decidiu colocar de novo um diplomata sobre os militares. Eles lembram que isso não deu certo com José Viegas e “não vai dar de novo”. Para esses militares, a decisão da presidente foi precipitada, mas vão ter que engolir.
FONTE: Estadão
Via: Poder Aéreo
Militares consideram Amorim a pior escolha para a Defesa
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sergiotucano
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Re: Militares consideram Amorim a pior escolha para a Defesa
Com Amorim no MD, Rafale segue como favorito
Conforme divulgado por alguns meios de comunicação na noite desta quinta-feira, 4 de agosto, o ex-ministro da Relações Exteriores do governo Lula, Celso Amorim, substituirá o atual Ministro da Defesa, Nelson Jobim.
A substituição trará mudanças significativas para a administração do ministério e alguns programas de modernização das Forças Armadas podem seguir rumos distintos dos atuais.
No caso do programa F-X2 da FAB, que visa a escolha de um novo caça para o país para substituir todos os atuais vetores de alta performance, aparentemente nada mudará. Não haverá mudanças porque, assim como Nelson Jobim, Amorim também é favorável à escolha do Rafale, produzido pela francesa Dassault.
Jobim nunca escondeu sua preferência pelo caças francês. Em diversas entrevistas deixou isso claro. Amorim, no entanto, nunca tratou o assunto de forma tão aberta como Jobim, mas sempre deu a entender que a caça francês era o seu preferido.
Em recente entrevista dada ao programa Roda Vida, da TV Cultura, Jobim foi novamente questionado sobre o anúncio da escolha do Rafale durante as comemorações do 7 de setembro no ano de 2009. Naquela oportunidade o presidente francês Nicolas Sarkozy encontrava-se no Brasil acompanhando as festividades. Sobre o episódio, Jobim disse que “o ministro Amorim é que fez uma referência de que a pretensão era em relação ao Rafale”.
A transcrição do trecho da entrevista que trata sobre o F-X2 pode ser lida aqui no site do Poder Aéreo. A entrevista completa está no site das Forças Terrestres.
Fonte: Poder Aéreo
Conforme divulgado por alguns meios de comunicação na noite desta quinta-feira, 4 de agosto, o ex-ministro da Relações Exteriores do governo Lula, Celso Amorim, substituirá o atual Ministro da Defesa, Nelson Jobim.
A substituição trará mudanças significativas para a administração do ministério e alguns programas de modernização das Forças Armadas podem seguir rumos distintos dos atuais.
No caso do programa F-X2 da FAB, que visa a escolha de um novo caça para o país para substituir todos os atuais vetores de alta performance, aparentemente nada mudará. Não haverá mudanças porque, assim como Nelson Jobim, Amorim também é favorável à escolha do Rafale, produzido pela francesa Dassault.
Jobim nunca escondeu sua preferência pelo caças francês. Em diversas entrevistas deixou isso claro. Amorim, no entanto, nunca tratou o assunto de forma tão aberta como Jobim, mas sempre deu a entender que a caça francês era o seu preferido.
Em recente entrevista dada ao programa Roda Vida, da TV Cultura, Jobim foi novamente questionado sobre o anúncio da escolha do Rafale durante as comemorações do 7 de setembro no ano de 2009. Naquela oportunidade o presidente francês Nicolas Sarkozy encontrava-se no Brasil acompanhando as festividades. Sobre o episódio, Jobim disse que “o ministro Amorim é que fez uma referência de que a pretensão era em relação ao Rafale”.
A transcrição do trecho da entrevista que trata sobre o F-X2 pode ser lida aqui no site do Poder Aéreo. A entrevista completa está no site das Forças Terrestres.
Fonte: Poder Aéreo
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sergiotucano
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Re: Militares consideram Amorim a pior escolha para a Defesa
Negociação sobre caças da FAB azedou relação entre Dilma e Jobim
Tensão entre o governo e o ministo da Defesa entrou em escalada desde que presidenta decidiu jogar a escolha para 2012
A decisão da presidenta Dilma Rousseff de adiar para o ano que vem o processo de compra de 36 caças para a Força Aérea Brasileira (FAB) foi um dos fatores da tensão nascida entre o governo e o ministro da Defesa, Nelson Jobim. Coroado nos últimos meses com sucessivas declarações polêmicas feitas Jobim, o desgaste na relação entre a presidenta e o auxiliar entrou em escalada desde que Dilma decidiu engavetar negociações que herdou do antecessor Luiz Inácio Lula da Silva.
Na época, auxiliares diretos de Jobim não pouparam comentários sobre a frustração do ministro, embora reconhecessem que, ao assumir a Presidência, Dilma naturalmente iria querer conhecer mais a fundo o assunto antes de tomar uma decisão final.
A decisão de renovar a frota da FAB nasceu ainda durante o governo do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, de quem Jobim também foi ministro. O processo, entretanto, foi iniciado depois de ele deixar a gestão tucana. Sob Lula, Jobim participou ativamente das negociações com França, Suécia e Estados Unidos.
Com custo estimado entre R$ 10 bilhões e R$ 25 bilhões, o projeto envolve três grupos estrangeiros – a francesa Dassault, a americana Boeing e a sueca Saab – e é tema recorrente nas conversas diplomáticas entre o governo brasileiro e chefes de Estado. Antes de deixar o Planalto, Lula chegou a dar como certa a vitória dos aviões Rafale, produzidos pela Dassault, mas o governo acabou voltando atrás, persistindo assim o clima de indefinição sobre o negócio.
FONTE: iG
Via: Poder Aéreo
Tensão entre o governo e o ministo da Defesa entrou em escalada desde que presidenta decidiu jogar a escolha para 2012
A decisão da presidenta Dilma Rousseff de adiar para o ano que vem o processo de compra de 36 caças para a Força Aérea Brasileira (FAB) foi um dos fatores da tensão nascida entre o governo e o ministro da Defesa, Nelson Jobim. Coroado nos últimos meses com sucessivas declarações polêmicas feitas Jobim, o desgaste na relação entre a presidenta e o auxiliar entrou em escalada desde que Dilma decidiu engavetar negociações que herdou do antecessor Luiz Inácio Lula da Silva.
Na época, auxiliares diretos de Jobim não pouparam comentários sobre a frustração do ministro, embora reconhecessem que, ao assumir a Presidência, Dilma naturalmente iria querer conhecer mais a fundo o assunto antes de tomar uma decisão final.
A decisão de renovar a frota da FAB nasceu ainda durante o governo do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, de quem Jobim também foi ministro. O processo, entretanto, foi iniciado depois de ele deixar a gestão tucana. Sob Lula, Jobim participou ativamente das negociações com França, Suécia e Estados Unidos.
Com custo estimado entre R$ 10 bilhões e R$ 25 bilhões, o projeto envolve três grupos estrangeiros – a francesa Dassault, a americana Boeing e a sueca Saab – e é tema recorrente nas conversas diplomáticas entre o governo brasileiro e chefes de Estado. Antes de deixar o Planalto, Lula chegou a dar como certa a vitória dos aviões Rafale, produzidos pela Dassault, mas o governo acabou voltando atrás, persistindo assim o clima de indefinição sobre o negócio.
FONTE: iG
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Cmte Rafael
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Re: Militares consideram Amorim a pior escolha para a Defesa
Como disse um general ontem: "Desde quando diplomata gosta de guerra??? É a mesma coisa que colocar médico pra tomar conta de necrotério!!! Parece brincadeira!!!"
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