A FAB diz que a EMBRAER levará 10 anos para produzir o avião MP/ASW de que necessita. Entretanto a EMBRAER, num consórcio com a Lockheed, ganha uma concorrência nos EUA para fornecer uma aeronave mais moderna que o P-3
Mais dados sobre a polêmica aquisição em: http://www.defesanet.com.br/fab/p3tuma/
Um abraço e até mais...
MARR escreveu:O P-3 é o melhor avião para patrulha naval. O mais adequado, o mais economico e com maior autononia de vôo.
O resto é resto !!!!!
O P-3 é o melhor avião de patrulha atualamnete em operação. O ACS não é avião de patrulha, mas dele deverá derivar o avião de patrulha que será o sucessor do P-3. Portanto o MP da Embraer será o melhor. O resto é resto...
MARR escreveu:O P-3 é o melhor avião para patrulha naval. O mais adequado, o mais economico e com maior autononia de vôo.
O resto é resto !!!!!
O P-3 é o melhor avião de patrulha atualamnete em operação. O ACS não é avião de patrulha, mas dele deverá derivar o avião de patrulha que será o sucessor do P-3. Portanto o MP da Embraer será o melhor. O resto é resto...
E 10 anos é balela!!!! Se existir interesse de algum governo, a Embraer disponibiliza um avião ASW em 3 anos...
As principais Forças do mundo utilizam o P 3.
Vejam a nota abaixo :
P-3C para Alemanha e Itália?
A Revista Força Aérea Nº 28, ano 7 relativa a set./out./nov. 2002 publicou a seguinte notícia:
" No dia 26 de julho, a Lockheed Martin apresentou uma proposta em atenção ao MPA-R (Maritime Patrol Aircraft-Replacement - Aeronave de Patrulha Marítima -Substituta), um programa conjunto da Alemanha e da Itália. Avaliado em aproximadamente US$3 bilhões, o MPA-R compreende o fornecimento de 10 aeronaves para a Marineflieger e outros 14 para a Aeronautica Militare Italiana. As novas aeronaves de patrulha substituirão os Breguet Br. 1150 Atlantic usados por aquelas duas armas desde o início da década de 70. A proposta da Lockheed Martin engloba o fornecimento de 24 células inteiramente novas do P-3C, as quais incorporam todas as modificações e modernizações aplicadas aos Orion hoje em uso nos esquadrões de patrulha da United States Navy."
O avião proposto pela Embraer teria como prataforma uma derivação do 145, que teria uma autonomia reduzida de vôo. Estes aviões, pelas tarefas que desenvolvem precisam ter autonomia de 12/16 horas de vôo e
todos são turbohelices.
Complementando a informação:
ASSOCIADOS O P-3 VEM AÍ! UNIDADES DE PATRULHA PATRONO
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FAB escolhe empresa para modernizar o P-3
São José dos Campos, 18 de março de 2002 - Embraer não participa da licitação e apresenta seu projeto de avião para patrulha marítima, o P-99
A primeira semana de abril será decisiva para as empresas que disputam o contrato de modernização da frota de aviões de patrulha marítima P-3 Orion, da Força Aérea Brasileira (FAB). Avaliado em US$ 300 milhões, o processo de seleção para o projeto P-3 BR, como foi batizado, inicia a partir do próximo mês a fase de apresentação da última e melhor oferta.
O programa P3-BR envolve a participação das empresas internacionais Galileo Aviônica, da Itália, o consórcio francês-espanhol EADS/CASA e a norte-americana Lockheed Martin, fabricante original do P-3. A FAB vai modernizar oito aeronaves, de um total de 12 que foram compradas de segunda mão, dos Estados Unidos, em abril de 2000. Cada aeronave teve um custo médio de US$ 1 milhão.
A Embraer foi convidada pela FAB para participar do processo de seleção do P-3 BR, mas recusou o convite. O vice-presidente para o Mercado de Defesa da Embraer, Romualdo Monteiro de Barros, diz que a empresa desenvolve um avião similar, o P-99, para operações de patrulha marítima, que poderia ser adquirido pela FAB, como opção a modernização do P-3.
Barros disse que a Embraer recusou participar do P-3 BR porque não seria ético por parte da empresa. "Não fabricamos o P-3 e não somos fornecedores de sistemas de modernização de aeronaves usadas." A modernização, pela Embraer, de 50 aeronaves usadas F-5 da FAB, segundo Barros, tem peculiaridades diferentes. O F-5 é um programa ligado ao ALX, aeronave de treinamento militar desenvolvida pela Embraer para a FAB. O F-5 e o ALX terão os mesmos sistemas eletrônicos e de aviônica. É uma conseqüência natural do desenvolvimento do ALX para a FAB.
A oferta da Embraer foi avaliada, segundo informou o Centro de Comunicação do Comando da Aeronáutica em fax enviado a este jornal. Mas concluiu-se que o avião da empresa "não atendia aos requisitos técnicos e às necessidades operacionais definidas para este tipo de missão. Além de preço desconhecido, o P-99 ainda é um projeto em desenvolvimento que exige um tempo prolongado para sua completa maturação".
Segundo a FAB, "os riscos temporais e técnicos associados ao projeto podem comprometer metas operacionais que envolvem os interesses de segurança do País". A Aeronáutica diz que precisa de uma solução de curto prazo, dada a urgência de proteção da costa brasileira, que ficou fragilizada com a desativação dos antigos P-16, há mais de seis anos.
O comando da Aeronáutica disse que o programa de revitalização da Força Aérea Brasileira aprovado pelo governo federal não contempla a aquisição de um avião de patrulha novo, mas sim a modernização de equipamentos já existentes no acervo da FAB. A escolha do P-3, segundo a Aeronáutica, foi feita porque a aeronave tem uma capacidade testada que responde aos requisitos de uma missão de patrulha marítima, guerra de superfície (antinavios) e de guerra anti-submarino.
"Modernizar os aviões é mais barato do que adquirir novos para a missão de patrulha marítima. Apesar de antigo o P-3 é um avião muito resistente e com uma autonomia de vôo suficiente para ficar 18 a 20 horas em operação sem reabastecimento", comenta Reinaldo Peixe Lima , diretor da EADS-CASA no Brasil, uma das concorrentes do programa P-3 BR. A EADS é uma das sócias européias da Embraer.
A EADS-CASA, segundo Peixe Lima, também produz uma família de aviões de transporte de carga que pode ser adaptada para missões de patrulha marítima. "A Força Aérea da Espanha, porém, preferiu modernizar sua frota de P-3 que já é um avião tradicional e desenvolvido especificamente para as operações de patrulha marítima e guerra anti-submarina". Os sistemas eletrônicos, de radares, aviônica e motores do P-3 da Espanha, segundo o diretor, serão fornecidos pela EADS/CASA.
"O ERJ 145 da Embraer é um excelente avião e um sucesso de vendas como aeronave de transporte comercial e que também foi adaptado para as operações de vigilância aérea do Sivam", afirma a Aeronáutica. Como avião de patrulha marítima e guerra anti-submarino, no entanto, segundo a FAB, o P-99 apresenta desvantagens técnicas em relação ao P-3.
Segundo a FAB, a Embraer propôs incorporar soluções que "representam elevado risco técnico, além de agregar significativos custos ao preço final do avião". Independente do P-3, a Aeronáutica diz que ao longo dos anos tem sido a maior incentivadora da indústria aeronáutica nacional. Como exemplo, cita os programas do Bandeirante (o primeiro avião brasileiro desenvolvido pela Embraer quando era uma estatal), o caça AMX, o projeto do novo avião de treinamento avançado ALX, os aviões da FAB no Sivam e a modernização do F-5, que é coordenada pela Embraer.
Segundo Romualdo Monteiro de Barros, a Embraer apresentou uma proposta de venda do avião P-99, mas a FAB não deu uma resposta definitiva que apontasse deficiências do projeto. "A nossa oferta original ainda está sendo avaliada. Não fizemos uma segunda proposta revisada", disse. Barros preferiu não comentar as críticas feitas ao projeto do P-99. "Somos parceiros históricos da FAB."
Até agora os turbohélices vem sendo utilizados em MP/ASW, exceção na Inglaterra, snme, onde o Nimrod atua. Mas, dê uma olhada em http://www.naval-technology.com/projects/mma/ e veja o que vem por aí.
Um abraço e até mais....
Até agora os turbohélices vem sendo utilizados em MP/ASW, exceção na Inglaterra, snme, onde o Nimrod atua. Mas, dê uma olhada em http://www.naval-technology.com/projects/mma/ e veja o que vem por aí.
Um abraço e até mais....
Os americanos estão em outro nível mesmo... Em termos bélicos ninguém chega nem perto.