Embraer planeja microjato para quatro passageiros
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Embraer planeja microjato para quatro passageiros
A Embraer estuda o desenvolvimento de um jato executivo pequeno, para até quatro passageiros. O projeto, totalmente nacional, segue a nova tendência de mercado dos VLJ (Very Light Jet), que tem vendas estimadas de 4,5 mil unidades até 2016.
A empresa não confirma o estudo do novo microjato, mas fontes do mercado afirmam que o projeto já estaria avançado do ponto de vista técnico. Mais baratos e com custo operacional reduzido, os primeiros VLJ do mercado, das empresas Cessna, Eclipse e Adams, entram em operação em 2006.
Em entrevista recente, o presidente da Embraer, Maurício Botelho, disse que a empresa está sempre atenta às novas oportunidades do mercado e em processo constante de análise de novos produtos.
O único modelo de jato executivo da Embraer hoje, o Legacy, nas versões para 16 e 37 passageiros, tem 35 aeronaves em operação no mundo.
A empresa pioneira no segmento dos VLJ é a norte americana Eclipse, que no primeiro ano de lançamento do projeto, recebeu cerca de 800 encomendas, superando todas as expectativas do mercado para esse tipo de aeronave.
Atualmente, além da Eclipse, outras duas empresas, a Cessna e a Adams estão em fase de certificação final de modelos VLJ. A expectativa dessas empresas é que os VLJ entrem em operação comercial a partir do próximo ano.
Inovador
O potencial de mercado dos VLJ também será dos temas da terceira Labace (Latin American Business Aviaton Conference and Exhibition), que começa essa semana no Transamérica ExpoCenter, em São Paulo.
Segundo o presidente da Associação Brasileira de Aviação Geral (Abag), Anderson Markiewicz, cerca de 30 desses microjatos já foram vendidos no Brasil antes mesmo das entregas terem sido iniciadas.
"O VLJ é um jato que inova no aspecto de preço, na faixa de US$ 1,3 milhão a US$ 2,5 milhões, o que expande a base da pirâmide em relação ao potencial de compradores". O menor jato hoje no mercado, dos modelos Cessa e Learjet, para até seis passageiros, segundo ele, custa na faixa de US$ 4 milhões.
"O VLJ é mais barato porque é menor e usa tecnologias inovadoras, tanto na parte estrutural, com materiais mais leves como a fibra de carbono, quanto nos seus sistemas e motores", explica. Além de motores mais econômicos, os microjatos também tem um custo operacional reduzido, uma vez que podem ser operados por apenas um piloto.
Segundo fontes do setor aeronáutico no Brasil, o projeto do VLJ mobiliza há seis meses um grupo grande de engenheiros na Embraer. Além de jatos menores que o Legacy, segundo a fonte, a Embraer também estuda o desenvolvimento de jatos executivos maiores.
A Embraer, segundo comentário feito no balanço de 2004, vê o mercado de aviação executiva com ótimas perspectivas e, de acordo com a sua estratégia de diversificação e aumento de receita, considera esse segmento extremamente importante para o seu crescimento. As previsões apontam para a venda de 7560 jatos executivos nos próximos 10 anos, sendo 1.485 unidades na categoria do Legacy.
Para aumentar a atratividade do modelo executivo - o preço varia de US$ 16 milhões a US$ 21 milhões - a Embraer incorporou avanços. O mais recente, o aumento do teto operacional de 39 mil para 41 mil pés, acaba de ser certificado pelas autoridades aeronáuticas do Brasil, EUA e Europa. O alcance do modelo era considerado desvantagem em relação aos concorrentes.
Fonte: Gazeta Mercantil
A empresa não confirma o estudo do novo microjato, mas fontes do mercado afirmam que o projeto já estaria avançado do ponto de vista técnico. Mais baratos e com custo operacional reduzido, os primeiros VLJ do mercado, das empresas Cessna, Eclipse e Adams, entram em operação em 2006.
Em entrevista recente, o presidente da Embraer, Maurício Botelho, disse que a empresa está sempre atenta às novas oportunidades do mercado e em processo constante de análise de novos produtos.
O único modelo de jato executivo da Embraer hoje, o Legacy, nas versões para 16 e 37 passageiros, tem 35 aeronaves em operação no mundo.
A empresa pioneira no segmento dos VLJ é a norte americana Eclipse, que no primeiro ano de lançamento do projeto, recebeu cerca de 800 encomendas, superando todas as expectativas do mercado para esse tipo de aeronave.
Atualmente, além da Eclipse, outras duas empresas, a Cessna e a Adams estão em fase de certificação final de modelos VLJ. A expectativa dessas empresas é que os VLJ entrem em operação comercial a partir do próximo ano.
Inovador
O potencial de mercado dos VLJ também será dos temas da terceira Labace (Latin American Business Aviaton Conference and Exhibition), que começa essa semana no Transamérica ExpoCenter, em São Paulo.
Segundo o presidente da Associação Brasileira de Aviação Geral (Abag), Anderson Markiewicz, cerca de 30 desses microjatos já foram vendidos no Brasil antes mesmo das entregas terem sido iniciadas.
"O VLJ é um jato que inova no aspecto de preço, na faixa de US$ 1,3 milhão a US$ 2,5 milhões, o que expande a base da pirâmide em relação ao potencial de compradores". O menor jato hoje no mercado, dos modelos Cessa e Learjet, para até seis passageiros, segundo ele, custa na faixa de US$ 4 milhões.
"O VLJ é mais barato porque é menor e usa tecnologias inovadoras, tanto na parte estrutural, com materiais mais leves como a fibra de carbono, quanto nos seus sistemas e motores", explica. Além de motores mais econômicos, os microjatos também tem um custo operacional reduzido, uma vez que podem ser operados por apenas um piloto.
Segundo fontes do setor aeronáutico no Brasil, o projeto do VLJ mobiliza há seis meses um grupo grande de engenheiros na Embraer. Além de jatos menores que o Legacy, segundo a fonte, a Embraer também estuda o desenvolvimento de jatos executivos maiores.
A Embraer, segundo comentário feito no balanço de 2004, vê o mercado de aviação executiva com ótimas perspectivas e, de acordo com a sua estratégia de diversificação e aumento de receita, considera esse segmento extremamente importante para o seu crescimento. As previsões apontam para a venda de 7560 jatos executivos nos próximos 10 anos, sendo 1.485 unidades na categoria do Legacy.
Para aumentar a atratividade do modelo executivo - o preço varia de US$ 16 milhões a US$ 21 milhões - a Embraer incorporou avanços. O mais recente, o aumento do teto operacional de 39 mil para 41 mil pés, acaba de ser certificado pelas autoridades aeronáuticas do Brasil, EUA e Europa. O alcance do modelo era considerado desvantagem em relação aos concorrentes.
Fonte: Gazeta Mercantil
Re: Embraer planeja microjato para quatro passageiros
Nao seriam 49 atualmente?José Arthur - SBPA escreveu:
O único modelo de jato executivo da Embraer hoje, o Legacy, nas versões para 16 e 37 passageiros, tem 35 aeronaves em operação no mundo.
Fonte: Gazeta Mercantil
SDS
Re: Embraer planeja microjato para quatro passageiros
Não... o artigo está correto, atualmente são 35 Legacy, sendo que 32 operando com clientes e 3 demonstradores da Embraer ou em processo de entrega.kmco escreveu:Nao seriam 49 atualmente?José Arthur - SBPA escreveu:
O único modelo de jato executivo da Embraer hoje, o Legacy, nas versões para 16 e 37 passageiros, tem 35 aeronaves em operação no mundo.
Fonte: Gazeta Mercantil
SDS
Ele tem um desenho totalmente novo... Peque um CJ2 e misture com um Citation X, coloque uma pitada de ERJ135... e vc terá uma idéia do que eu estou falando...marcato escreveu:Grande Vector, como está a cara do avião?Vector escreveu:Artigo bem escrito...
Realmente o projeto VLJ já está bem avançado...
Sds,
Vector
Ele tem um desenho totalmente novo ou é visivel a influencia de um erj-135 por exemplo?
Re: Embraer planeja microjato para quatro passageiros
ERJ verifique isto:Vector escreveu:Não... o artigo está correto, atualmente são 35 Legacy, sendo que 32 operando com clientes e 3 demonstradores da Embraer ou em processo de entrega.kmco escreveu:Nao seriam 49 atualmente?José Arthur - SBPA escreveu:
O único modelo de jato executivo da Embraer hoje, o Legacy, nas versões para 16 e 37 passageiros, tem 35 aeronaves em operação no mundo.
Fonte: Gazeta Mercantil
SDS
EMBRAER APRESENTA SEU NOVO EXECUTIVO PARA A AVIAÇÃO CORPORATIVA
São José dos Campos- A Embraer anunciou a escolha de Luís Carlos Affonso como seu novo Vice-Presidente para o Mercado de Aviação Executiva. Affonso será responsável pelo negócio da aviação corporativa, englobando as estratégias do negócio e de produtos, bem como marketing, vendas e apoio ao cliente neste segmento.Affonso está na Embraer há 22 anos. Recentemente trabalhando como Vice-Presidente de Engenharia e Desenvolvimento de Novos Produtos, ele liderou o programa EMBRAER170/190 desde o início, avançando fortemente a posição da Empresa no mercado da aviação comercial. Anteriormente, Affonso foi Engenheiro Chefe do bem-sucedido programa ERJ 145.O novo executivo da aviação corporativa foi apresentado por Maurício Botelho, Diretor-Presidente da Embraer, na véspera da terceira edição da feira aeronáutica Latin American Business Aviation Conference and Exhibition (LABACE), a ser realizada em São Paulo
entre 31 de março e 2 de abril. Affonso se encontrou com a mídia e apresentou o negócio da aviação executiva da Embraer durante o evento.
“Estou entusiasmado por assumir um segmento vibrante da Embraer e sinto-me
motivado pelas perspectivas deste negócio”, disse Luís Carlos Affonso, recém-indicado ao cargo de Vice-Presidente para o Mercado de Aviação Executiva. “Com um excelente produto como o Legacy, a Embraer progride firmemente no mundo da aviação corporativa. Minha missão é fazer avançar a posição da Embraer neste mercado.”A Embraer entrou no mercado de aviação corporativa com o Legacy em 2000. Hoje, 49 aviões Legacy voam em 12 países, uma marca considerável para um produto homologado há pouco menos de três anos.
Este mês, a Embraer anunciou o aumento do teto operacional do Legacy para 41.000 pés,além de outras melhorias na cabine, entre elas uma conexão de alta velocidade (HighSpeed Data) por meio da tecnologia Wi-Fi, e as novas venezianas plissadas. Todas essas novidades estarão disponíveis ainda no primeiro semestre de 2005.A Embraer continua a investir em melhorias e inovação do produto para atender e exceder os requisitos dos clientes. É este comprometimento com a excelência do produto que aumenta a proposta de valor do Legacy e torna-o uma escolha óbvia entre os jatos corporativos.
Fonte: EMBRAER
retirado do site asas brasil
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ERJ, segundo Luís Carlos Affonso, novo Vice-Presidente para o Mercado de Aviação Executiva, ele afirma serem 49 avioes voando em 12 paises.
Qual o numero correto???
SDS
Dependo do ponto de vista caro KMCO
Se considerarmos que Legacy é o 135 com interior executivo, tanques auxiliares de combustível, winglets e etc... então são 35.
Se agora considerarmos todos os ERJ que operam na aviação corporativa, masmo sendo no modelo Shuttle, que nada mais é que um 135 com interior especial, com menos assentos na configuração 1x1 e melhor acabamento... então provavelmente serão 49, pois nessa conta entrarão:
6 para a Intel, 2 para a Pfizer, 1 para Conoco, 1 para a F.A Grega, 4 para a F.A.Belga... perfazendo então 49 unidades...
Sds,
Vector
Se considerarmos que Legacy é o 135 com interior executivo, tanques auxiliares de combustível, winglets e etc... então são 35.
Se agora considerarmos todos os ERJ que operam na aviação corporativa, masmo sendo no modelo Shuttle, que nada mais é que um 135 com interior especial, com menos assentos na configuração 1x1 e melhor acabamento... então provavelmente serão 49, pois nessa conta entrarão:
6 para a Intel, 2 para a Pfizer, 1 para Conoco, 1 para a F.A Grega, 4 para a F.A.Belga... perfazendo então 49 unidades...
Sds,
Vector



