Saudade da Varig
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Saudade da Varig
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24/07/2007 - 09h54
Saudade da Varig
Jota Alves
Vendo as imagens, ouvindo as noticias e lendo grande quantidade de comentários sobre a segunda grande tragédia aérea brasileira me deu uma saudade danada da Varig.
A Varig Brazilian Airlines, direta ou indiretamente, esteve na vida dos brasileiros no exterior. Ou foi pelos seus aviões que atravessamos mares e começamos uma nova vida, ou foi nas suas lojas que bebemos na fonte da saudade ou nos sentíamos em casa folheando um JB, um Globo, uma Veja, o Pasquim...
Da Varig eu só tinha ouvido falar. O meu primeiro vôo internacional foi do Rio para Roma. Comigo, uns cem brasileiros a promover Brasília na Europa. Voamos pela Alitália com escala em Recife e Dakar.
Anos mais tarde voei de Moscou, capital do “comunismo”, pela Aeroflot e fui trabalhar no castelo-símbolo do capitalismo, o Rockfeller Center, na rua 50, bem no centrão de Nova York.
No térreo, bem em frente à catedral de St.Patrick, na Quinta Avenida, ficava a lojinha da Varig. E foi graças a ela e nela e por causa dela que a minha vida tomou outros rumos, levando-me a conquistas na Big Apple.
Com o Clube Brasileiro de Viagem (Brazilian Travel Club), o Brazilian American Promotion Center e dezenas de charters foram vinte anos de excelente relacionamento profissional, que acabaram levando-me a relacionamentos pessoais com funcionários, comandantes, tripulantes e diretores, entre os quais destaco Erik de Carvalho, Oswaldo Trigueiros e Helio de
A Varig primava pela pontualidade, pelo bom atendimento no check in, no check out e a bordo. Raramente havia atrasos nos seus vôos de conexão, dentro do Brasil. Nossos clientes voltavam satisfeitos.
Consultado, dei palpites para a trilha sonora dos vôos internacionais e guardo vários cardápios, excelentes obras de arte. Só mesmo a Air France competia com o menu da Varig. E as nossas aeromoças eram mais bonitas.
Fiquei super contente e orgulhoso quando a Varig, finalmente, trocou o z pelo s no seu Brazilian Airlines. Uma pequena-grande batalha que travei por ter trocado o z pelo s no jornal que fundei: o The Brasilians.
È óbvio que na ortografia correta em inglês Brazilian deve ser com z. Mas, e daí? Inventamos e mudamos palavras e significados nos idiomas, nos costumes, nos comportamentos, nas gírias, no marketing, na língua escrita e falada que o atrevimento nos enchia de orgulho. Para alguns, patriotada.
Para mim, que comia, bebia, vestia, dormia, acordava, com o Brasil por todos os lados, era ponto de vista, ousadia. Marcar presença. Fazer a diferença.
E era com esse sentimento de pátria, de nação, de povo, de país que a gente via a Varig, uma companhia de bandeira, como a Air France, a Lufhthansa, a Aerolíneas Argentinas, a KLM, a Scandinavian Airlines, Aero Peru...
Como agente de viagem, como empresário e como brasileiro eu tinha orgulho da Varig.
E o que fez o nosso governo com as dificuldades da companhia? Deixou-se levar por lobistas da aviação comercial, uma cambada de irresponsáveis, delirantes, corruptos, e abandonou a Varig.
Um bando de incompetentes à frente do setor de aviação não entendeu e não quis ver que deixar a Varig ao Deus-dará não era solução e sim problema. Houve um aumento acelerado de passageiros, nos vôos internos e nos internacionais. Um país-continente não pode ser atendido por duas empresas aéreas.
Foi só explodirem a Varig o buraco negro apareceu e um imenso vazio despertou o caos aéreo no Brasil.
Países como o Japão, a França, a Alemanha, a Itália, o Canadá ajudam e investem em suas companhias aéreas de bandeira.
E o pessoal da Varig? Dezenas de comandantes, tripulantes, milhares de técnicos, profissionais de nível internacional, com muitos anos de experiência deveriam ser amparados pelo governo e chamados para ajudar a resolver essa imensa e duradoura crise.
Muito mais que aviões é o material humano, seu treinamento, sua eficiência operacional que determina a seriedade e a competência de uma empresa aérea. Vê se tem alguém com esse gabarito nos muitos órgãos governamentais que dirigem a aviação comercial brasileira!
O presidente Luis Inácio que acusa os brasileiros de falarem mal do Brasil no exterior, e deseja que nós fossemos italianos ou suíços, que reclama da imprensa que só "publica coisa ruim" vai ver agora com quantos-pau-sefaz-uma canoa, ou vai entender o que significa grooving em pista de aeroporto. Vaias podem ecoar em suas viagens ao exterior.
O Brasil está sob quarentena e auditoria internacional. Os governos cuidam de seus cidadãos e por isso temem as pistas de pouso e os aeroportos do nosso país. Líderes mundiais da aviação comercial estão recomendando que as pessoas não viajem ao Brasil.
Como ninguém sabe explicar direito o que significa Con-gon-has, uns dizem cego-nhas, outros chamam o mais importante aeroporto do Brasil em espanhol de conhos brasilenos e em inglês de con-go-hell. ( Essa é boa!!!)
A imprensa não publica coisa ruim e nem o brasileiro que está no exterior fala mal do Brasil. O governo é o coisa ruim e a causa das trágicas noticias brasileiras que estão circulando pelo mundo.
Que saudade da Varig!
Jota Alves criou o Dia do Brasil nos Estados Unidos. Foi Secretário de Governo em Mato Grosso.
Jota Alves é Jornalista
24/07/2007 - 09h54
Saudade da Varig
Jota Alves
Vendo as imagens, ouvindo as noticias e lendo grande quantidade de comentários sobre a segunda grande tragédia aérea brasileira me deu uma saudade danada da Varig.
A Varig Brazilian Airlines, direta ou indiretamente, esteve na vida dos brasileiros no exterior. Ou foi pelos seus aviões que atravessamos mares e começamos uma nova vida, ou foi nas suas lojas que bebemos na fonte da saudade ou nos sentíamos em casa folheando um JB, um Globo, uma Veja, o Pasquim...
Da Varig eu só tinha ouvido falar. O meu primeiro vôo internacional foi do Rio para Roma. Comigo, uns cem brasileiros a promover Brasília na Europa. Voamos pela Alitália com escala em Recife e Dakar.
Anos mais tarde voei de Moscou, capital do “comunismo”, pela Aeroflot e fui trabalhar no castelo-símbolo do capitalismo, o Rockfeller Center, na rua 50, bem no centrão de Nova York.
No térreo, bem em frente à catedral de St.Patrick, na Quinta Avenida, ficava a lojinha da Varig. E foi graças a ela e nela e por causa dela que a minha vida tomou outros rumos, levando-me a conquistas na Big Apple.
Com o Clube Brasileiro de Viagem (Brazilian Travel Club), o Brazilian American Promotion Center e dezenas de charters foram vinte anos de excelente relacionamento profissional, que acabaram levando-me a relacionamentos pessoais com funcionários, comandantes, tripulantes e diretores, entre os quais destaco Erik de Carvalho, Oswaldo Trigueiros e Helio de
A Varig primava pela pontualidade, pelo bom atendimento no check in, no check out e a bordo. Raramente havia atrasos nos seus vôos de conexão, dentro do Brasil. Nossos clientes voltavam satisfeitos.
Consultado, dei palpites para a trilha sonora dos vôos internacionais e guardo vários cardápios, excelentes obras de arte. Só mesmo a Air France competia com o menu da Varig. E as nossas aeromoças eram mais bonitas.
Fiquei super contente e orgulhoso quando a Varig, finalmente, trocou o z pelo s no seu Brazilian Airlines. Uma pequena-grande batalha que travei por ter trocado o z pelo s no jornal que fundei: o The Brasilians.
È óbvio que na ortografia correta em inglês Brazilian deve ser com z. Mas, e daí? Inventamos e mudamos palavras e significados nos idiomas, nos costumes, nos comportamentos, nas gírias, no marketing, na língua escrita e falada que o atrevimento nos enchia de orgulho. Para alguns, patriotada.
Para mim, que comia, bebia, vestia, dormia, acordava, com o Brasil por todos os lados, era ponto de vista, ousadia. Marcar presença. Fazer a diferença.
E era com esse sentimento de pátria, de nação, de povo, de país que a gente via a Varig, uma companhia de bandeira, como a Air France, a Lufhthansa, a Aerolíneas Argentinas, a KLM, a Scandinavian Airlines, Aero Peru...
Como agente de viagem, como empresário e como brasileiro eu tinha orgulho da Varig.
E o que fez o nosso governo com as dificuldades da companhia? Deixou-se levar por lobistas da aviação comercial, uma cambada de irresponsáveis, delirantes, corruptos, e abandonou a Varig.
Um bando de incompetentes à frente do setor de aviação não entendeu e não quis ver que deixar a Varig ao Deus-dará não era solução e sim problema. Houve um aumento acelerado de passageiros, nos vôos internos e nos internacionais. Um país-continente não pode ser atendido por duas empresas aéreas.
Foi só explodirem a Varig o buraco negro apareceu e um imenso vazio despertou o caos aéreo no Brasil.
Países como o Japão, a França, a Alemanha, a Itália, o Canadá ajudam e investem em suas companhias aéreas de bandeira.
E o pessoal da Varig? Dezenas de comandantes, tripulantes, milhares de técnicos, profissionais de nível internacional, com muitos anos de experiência deveriam ser amparados pelo governo e chamados para ajudar a resolver essa imensa e duradoura crise.
Muito mais que aviões é o material humano, seu treinamento, sua eficiência operacional que determina a seriedade e a competência de uma empresa aérea. Vê se tem alguém com esse gabarito nos muitos órgãos governamentais que dirigem a aviação comercial brasileira!
O presidente Luis Inácio que acusa os brasileiros de falarem mal do Brasil no exterior, e deseja que nós fossemos italianos ou suíços, que reclama da imprensa que só "publica coisa ruim" vai ver agora com quantos-pau-sefaz-uma canoa, ou vai entender o que significa grooving em pista de aeroporto. Vaias podem ecoar em suas viagens ao exterior.
O Brasil está sob quarentena e auditoria internacional. Os governos cuidam de seus cidadãos e por isso temem as pistas de pouso e os aeroportos do nosso país. Líderes mundiais da aviação comercial estão recomendando que as pessoas não viajem ao Brasil.
Como ninguém sabe explicar direito o que significa Con-gon-has, uns dizem cego-nhas, outros chamam o mais importante aeroporto do Brasil em espanhol de conhos brasilenos e em inglês de con-go-hell. ( Essa é boa!!!)
A imprensa não publica coisa ruim e nem o brasileiro que está no exterior fala mal do Brasil. O governo é o coisa ruim e a causa das trágicas noticias brasileiras que estão circulando pelo mundo.
Que saudade da Varig!
Jota Alves criou o Dia do Brasil nos Estados Unidos. Foi Secretário de Governo em Mato Grosso.
Jota Alves é Jornalista
-
Augusto Bilhalva Goulart
- CMTE.

- Mensagens: 605
- Registrado em: Sáb Jan 06, 2007 23:26
- Localização: Alegrete, RS
Eu lamento profundamente o descaso com o caso VARIG. Dinheiro público para salvá-la eu nunca fui de acordo, mas havia outros caminhos!
Aureos foram os tempos do reinado azul. Agora vivemos a era da penúria vermelho-laranja.
A propósito, notaram que o céu brasileiro não é mais de brigadeiro? Que pena!
Bem, depois do que foi escrito por J.A., precisa algum comentário?
Aureos foram os tempos do reinado azul. Agora vivemos a era da penúria vermelho-laranja.
A propósito, notaram que o céu brasileiro não é mais de brigadeiro? Que pena!
Bem, depois do que foi escrito por J.A., precisa algum comentário?
Re: Saudade da Varig
Comecei a frequentar aeroportos e acompanhar a aviação comercial brasileira em 1989, época de Varig, Vasp e TransBrasil.Frg_DF escreveu:A Varig primava pela pontualidade, pelo bom atendimento no check in, no check out e a bordo. Raramente havia atrasos nos seus vôos de conexão, dentro do Brasil. Nossos clientes voltavam satisfeitos.
Foi só explodirem a Varig o buraco negro apareceu e um imenso vazio despertou o caos aéreo no Brasil.
O Brasil está sob quarentena e auditoria internacional. Os governos cuidam de seus cidadãos e por isso temem as pistas de pouso e os aeroportos do nosso país. Líderes mundiais da aviação comercial estão recomendando que as pessoas não viajem ao Brasil.
Realmente havia mais glamour nas viagens - não que eu seja contra a popularização do transporte aéreo, acho que todos os brasileiros deveriam ter acesso.
Naquela época seria impensável imaginar a situação de hoje, uma vergonha sem precedentes. Vôo com atrasos como os atuais só quando o nevoeiro fechava alguma pista, mas mesmo assim lembro que não era tão traumatizante.
Nossa, as filas de embarque, as brigas, agressões, ..., nada disto era imaginável nos aeroportos brasileiros!
Mas então chegou a era do corte rígido de custos e infelizmente Varig, Vasp e TransBrasil não acompanharam e acabaram cavando suas próprias covas.
Desde o ano passado já não tenho mais o mesmo prazer de ir ao aeroporto como entusiasta, muito menos como passageiro!
A situação está terrível, ninguém sabe quando seu vôo partirá ou se foi cancelado, ninguém assume o comando de nada (espero que agora o Jobin faça algo), parece que é uma brincadeira de mal gosto!
Varig
Aproveitando o tópico, ainda há algum Boeing 777 ou MD-11 parados no Galeão à espera de definição ou todos já foram embora?
Algum Boeing 767 lá ainda?
E aqui em POA, algum Boeing 737 ainda "sem dono"?
Algum Boeing 767 lá ainda?
E aqui em POA, algum Boeing 737 ainda "sem dono"?
-
moises Propp
- MASTER

- Mensagens: 2163
- Registrado em: Qui Jun 01, 2006 18:08
- Localização: Porto Alegre-RS
- Contato:
Olá amigos,
Com certeza a VARIG vaí deixar saudades, pois ela foi
umas das pioneiras em qualidade e bom atendimento
ao seus pax, mas tambem não podemos se esquecer
da VASP e Transbrasil tambem deixaram suas lembranças,
pena que todas tiveram o mesmo fim, muito roubo e má
administração, com um empuram do governo, The End!
sds,
Moises Propp
Com certeza a VARIG vaí deixar saudades, pois ela foi
umas das pioneiras em qualidade e bom atendimento
ao seus pax, mas tambem não podemos se esquecer
da VASP e Transbrasil tambem deixaram suas lembranças,
pena que todas tiveram o mesmo fim, muito roubo e má
administração, com um empuram do governo, The End!
sds,
Moises Propp
Muito gente no passar dos ultimos anos malhou a Varig, Vasp, TransBrasil em prol das novas. Diziam que as antigas não cabiam mais no novo sistema de atendimento aos passageiros.
Tudo bem eu também concordo que Empresas como a GOL, TAM já vêm de uma outra filosofia na aviação mundial que é atender muita demanda com e uma grande malha sem muito conforto, comida há bordo, etc é claro. Vendas pela internet, etc.
Mas o que falta hoje do sistema antigo das emrpesas antigas é o comprometimento com o seu passageiro, seu parceiro de contrato de prestação de serviço.
Me parece que as antigas eram mais que apenas empresas com aviões modernos como hj e sim entidades muito respeitadas e que faziam de tudo para evitar manchar o seu nome. Elas levavam abandeira dos seus estados, do nosso país para o mundo!! Muito mais que apenas vender e vender. Não é há toa que over - booking é uma palavra que ficou muito mais conhecida pelos brasileiros mais recentemente.
As equipes, pilotos, aeroviários tinham orgulho de suas empresas e faziam carreira por muitos anos.
Vai minha opinião pessoal!!
Tudo bem eu também concordo que Empresas como a GOL, TAM já vêm de uma outra filosofia na aviação mundial que é atender muita demanda com e uma grande malha sem muito conforto, comida há bordo, etc é claro. Vendas pela internet, etc.
Mas o que falta hoje do sistema antigo das emrpesas antigas é o comprometimento com o seu passageiro, seu parceiro de contrato de prestação de serviço.
Me parece que as antigas eram mais que apenas empresas com aviões modernos como hj e sim entidades muito respeitadas e que faziam de tudo para evitar manchar o seu nome. Elas levavam abandeira dos seus estados, do nosso país para o mundo!! Muito mais que apenas vender e vender. Não é há toa que over - booking é uma palavra que ficou muito mais conhecida pelos brasileiros mais recentemente.
As equipes, pilotos, aeroviários tinham orgulho de suas empresas e faziam carreira por muitos anos.
Vai minha opinião pessoal!!
TATSCH
Varig
Aproveitando o tópico, ainda há algum Boeing 767, 777 ou MD-11 parado no Galeão à espera de definição ou todos já foram embora?
E aqui em POA, algum Boeing 737 ainda "sem dono"?
E aqui em POA, algum Boeing 737 ainda "sem dono"?
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Fernando Basto
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Re: Saudade da Varig
- Prezado Fernando,Fernando C. Milke escreveu:
Comecei a frequentar aeroportos e acompanhar a aviação comercial brasileira em 1989, época de Varig, Vasp e TransBrasil....
Outro dia estava revendo uma fita, filmada a bordo de um MD-11 da VARIG, no 1º vôo de demonstração, lá em POA, para os funcionários da empresa. Na fita, o nome 'Fernando' é mencionado e parece ser o da pessoa que estava filmando. Como sei que não fui eu, gostaria de saber se era vc. essa pessoa ? Lembro que na 'RADAR' tinham 2 'Fernandos' !
Fernando Basto -
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Radar
Não fui eu, nesta época ainda não conhecia vocês.
Acredito que tenha sido aquele rapaz amigo do Marcelo Magalhães, lembra?
Acredito que tenha sido aquele rapaz amigo do Marcelo Magalhães, lembra?
Saudade, posso confirmar por minha experiencia pessoal depois de ter trabalhado anos na Pioneira no exterior.
A RG, como qualquer empreendimento comercial nao detem "vida eterna", isto eh a realidade. Ninguem devia pensar que a RG ia ficar viva para sempre.
A RG sucumbiu(a meu ver) a dois fatores(igual a TR e VP):
1. Direcao/Administracao nociva <<FRB>>
2. Estrutura tributaria onerosa que sobrecarregou a empresa com o passar dos anos. Ela nao tinha como beneficiar muito dos ajustes fiscais/tributarios que comecaram a aparecer a partir da decada dos anos 90.
A Nova Varig que temos por aih voando, na minha opiniao, nao eh a RG Pioneira que conheci. Apenas eh um modelo oepracional diferente que usa o nome Varig.
A RG(o que restou dela) na minha opiniao ficou com a Nordeste Linhas Aereas - ainda em recuperacao judicial.
A RG, como qualquer empreendimento comercial nao detem "vida eterna", isto eh a realidade. Ninguem devia pensar que a RG ia ficar viva para sempre.
A RG sucumbiu(a meu ver) a dois fatores(igual a TR e VP):
1. Direcao/Administracao nociva <<FRB>>
2. Estrutura tributaria onerosa que sobrecarregou a empresa com o passar dos anos. Ela nao tinha como beneficiar muito dos ajustes fiscais/tributarios que comecaram a aparecer a partir da decada dos anos 90.
A Nova Varig que temos por aih voando, na minha opiniao, nao eh a RG Pioneira que conheci. Apenas eh um modelo oepracional diferente que usa o nome Varig.
A RG(o que restou dela) na minha opiniao ficou com a Nordeste Linhas Aereas - ainda em recuperacao judicial.
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Fernando Basto
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- Registrado em: Ter Jan 04, 2005 14:47
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Re: Radar
- Do Marcelo, eu lembro, não estou me lembrando é desse Fernando, mencionado na filmagem (feita em 1991). Como não aparece mais nenhum componente da 'Radar', no vôo de demonstração desse 1º MD-11 da 'Pioneira' (VOP), creio ser ele algum parente de funcionário ou da tripulação técnica, pois pelo visto, só ele conseguiu ir neste vôo (que decolou do Salgado Filho, foi até o litoral, nas imediações de Tramandaí e voltou) ! Grato pelo retorno !Fernando C. Milke escreveu:Não fui eu, nesta época ainda não conhecia vocês.
Acredito que tenha sido aquele rapaz amigo do Marcelo Magalhães, lembra?
Fernando Basto -
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