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pelos vistos não é desta vez que a taag se livra desta maldita lista da U.E, mas o mais grave é que agora outras companhias aéreas angolanas serão incluídas no grupo por serem segundo a U.E companhias de risco como a taag e por serem geridas pelo inavic, este também problemático.contudo esta é a minha questão.
pode uma companhia ser penalizada desta forma sem que seja inspeccionada só pelo símples facto de a empresa responsável pela segurança destas mesmas estar em falta? gostaria de uma resposta de alguém com conhecimentos sobre o assunto s.f.f
A meu ver, acho que esta a haver uma grande injustica...
Ao menos que inspecionassem o sector privado, mas nem isso!!!
Aqui ha gato, a mim parece-me haver um desacordo governamental... Algo nao esta certo.
mais uma pergunta Sr comandante, eles não vêem como os outros trabalham para poderem imitar?vocês pilotos e têcnicos estrangeiros não fazem palestras com pilotos e têcnicos da aviação angolana expondo tais problemas na esperança que alguma coisa mude?até o último dia que saí de minha terra para vir para cá, fui um frequentador assíduo do aeroporto 4 de fevereiro(louco pela aviação)e também me lembro que quando a UTA francesa vinha para aterrar na pista maior , digo assim porque não sei se ela é que é a 23, também acho que sim, o D2-TBO que na altura vinha de cabinda se aproximava da pista mais pequena, supondo eu que seja a 25 , mas já em mais baixa altitude, já lá vão uns bons anos, a UTA já nem existe mais.eu era miúdo e gostei daquela intersecção porque achei muito bonito, não sabendo que era um grande perigo para a aviação e consequentemente para as vidas humanas , também constatei a descolagem do D2-TBD para cabinda pela dita 25 do lado do kassekel quando um tristar da TAP ia a aterrar na 23 vindo também do mesmo lado do primeiro, na mesma altura.agora entendo que muito tem mesmo de se fazer, para se estancar o problema.
pôsso concordar em certo caso consigo, mas, as vossas vidas também correm perigo e penso que em algúns casos pela vossa própria segurança, e nas vossas limitações podem fazer certas exigências.quando converso com muitos amigos aqui acerca dos problemas que a nossa aviação enfrenta , ainda mais o caso do inavic, perguntam-me sempre se tais riscos que vocês pilotos em angola correm não correm também os pilotos de airlines que voam para angola como por ex: a air france , tap e outras mais.parece um gozo, mas nunca sei o que responder, pelo contrário, me faço a mesma pergunta depois.veja a atitude do seu colega amigo;acho muito normal nestas situações, porque ele vê a sua vida em perigo , se trabalhar aí , lógico se ele tambem for piloto.mesmo o caso de aviões estrangeiros que cruzam os nossos céus como por exemplo os sul africanos e namibianos que vão para europa. penso eu que algo errado pode ocorrer com tais compainhas.eu somente sou um amador de aviões e aviação em geral, por isso faço tais perguntas, mas se por exemplo o inavic não souber controlar o espaço aéreo e a desordem por parte dos controladores e sector aéreo continuarem assim, serão somente vocês as vítimas?
everton_cwb escreveu:Triste esta realidade, Guimaraes...
E como deve ser difícil mudar uma cultura operacional errada... Sei não, mas acho que 3 anos é muito otimismo.
Na empresa que trabalho, quando há alguma mudança de procedimento de coisas mínimas, mas que somadas ao restante contribuem para a operação, as vezes a resistência é grande e alguns fazem pouco caso. Aí vem uma auditoria interna, dá a canetada, todo mundo leva um gelo e de repente o pessoal tá cumprindo a norma sem problema algum, sem resistência nenhuma.
Mudar é possível, basta o conjunto inteiro aceitar as mudanças e trabalhar para melhorar, mas isso pode demorar para acontecer, principalmente quando a maioria não faz questão de mudar...
o que o Sr Everton e por sinal administrador deste fórum disse é verdade, precisamos de auditorias internas e mesmo externas constantes e sérias, porque o homem por norma é teimoso, principalmente quando não encontra barreiras ou limites nas suas funções ou algo que se estiver a fazer.a vara da lei deve estar ali para ditar regras
pelo que eu pode entender o sr. guimaraes nao e angolano,se for desculpe-me pelo erro.acho que o sr trabalha em angola com uma unica embresa q trabalha com brasileiros que e a air 26.acreditou que o sr dizendo que os pilotos vao para alem dos minimos numa aproximacao ifr,acredito que o sr na maiorias da vezes,ou senao todas,o sr aterrou.porque se o sr ja tivese feito pelo menos tres qfr deixa de ser prestavel a empresa porque so estaria a dar prejuizo.acredito q o seu copiloto sabe q nao se entra numa aero via sem autorizacao,sabe que nao se desce abaixo do minimos sem estar visual,mais como sr que esta a defender um salario o seu copilito tambem esta a defender o dele ajudando o sr.visto que ele que durante a guerra tiveram que voar condicoes extremas.ta certo que voar em angola e perigoso mais nao e pq os pilotos nacionais nao querem,mais sim pq as condicoes que esles tem para voar sao estas.angola vai ter q melhorar muito em nas pistas,radio ajudas,ter um radar.nao fale os pilotos em angola tem o mesmo conhecimento q o sr tem sobre aviacao.tambem dizer mesmo com esta condicoes aqui o sr tem o seu ganha pao.
aproveitando a vossa discussão, modus operandi quererá dizer modo de operação ou outra coisa? quanto ao amigo lalo, me parece que você faz parte do mundo de aviação ou tem um certo conhecimento acerca da mesma, segundo algumas declarações suas; só você me poderá dar uma resposta.contudo caro amigo, uma crítica construtiva ao invés de nos ferir deve nos ajudar a corrigirmo-nos, especialmente quando vem de alguém com algúm conhecimento e experiência no campo.mesmo o governo angolano reconhece agora as suas fragilidades concernentes a questão, já é bom passo para avançar e corrigir certos erros ou problemas que afligem a nossa aviação e não só
Modus operandi é uma expressão em latim que significa "modo de operação". É alguém ou algo que usa o mesmo jeito e aplicação em todas as coisas que realiza, faz tudo do mesmo jeito de uma mesma forma, de maneira que se identifique por quem foi feito aquele determinado trabalho.