TAP procura comprador para a VEM
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TAP procura comprador para a VEM
TAP procura comprador para a VEM
Empresa de manutenção, ex-subsidiária da Varig, tem dívidas tributárias avaliadas em cerca de R$ 450 milhões
Companhia confirma que busca parceiro estratégico para a empresa, mas decisão final de vender controle ainda não foi tomada
A companhia aérea portuguesa TAP se prepara para vender a VEM, ex-subsidiária da Varig de manutenção de aviões que comprou em 2005. A empresa possui atualmente dívidas tributárias avaliadas em cerca de R$ 450 milhões.
A companhia tem em mãos um relatório sobre a situação financeira da VEM e se organizou para começar a receber propostas. De acordo com o que a Folha apurou junto a fontes do mercado, o banco de investimentos norte-americano JP Morgan foi contratado para cuidar da parte financeira das negociações.
A decisão final de vender a empresa, entretanto, ainda está em suspenso. A intenção da TAP é manter uma participação acionária na empresa de manutenção de aviões.
Procurada pela reportagem, a TAP confirmou em nota enviada por sua assessoria de imprensa que "efetivamente está procurando um parceiro estratégico para a VEM". Afirmou, entretanto, que não há uma posição fechada quanto à participação que poderá ser vendida.
"Tudo vai depender das condições, mas a TAP reservará sempre uma posição estratégica que lhe permita continuar a ter um papel decisivo na VEM, dando seqüência ao trabalho que já vem desenvolvendo."
A companhia afirmou ainda que a empresa de manutenção vem sendo reestruturada. "Através da unidade de manutenção e engenharia da TAP, que tem grande prestígio no mercado internacional, a VEM vem se reestruturando e ganhando sinergias, participando nas grandes feiras internacionais e ganhando novos clientes, que lhe permitem consolidar a idéia de vir a ser no futuro uma empresa de referência no mercado de reparação de aviões."
A VEM informou que não havia um executivo disponível para comentar o caso.
A TAP comprou a VEM com a intenção de comprar a Varig no futuro. Mas a empresa aérea acabou sendo vendida para a também ex-subsidiária VarigLog em julho do ano retrasado, e revendida à Gol no ano passado. A companhia aérea portuguesa ficou apenas com a VEM, que tinha uma estrutura considerada inchada na época e que dependia muito da manutenção dos aviões da Varig.
Executivos substituídos
De um ano para cá, a TAP trocou a presidência da VEM, substituiu diretores e demitiu uma parcela significativa dos empregados. Antes possuía uma folha de pagamento que chegava a R$ 18 milhões. Demitiu mais de 1.000 funcionários (hoje tem 3.500 funcionários), com uma folha de R$ 9 milhões.
A empresa também vem fechando várias bases no país, já que muitas só tinham sentido comercial por causa da Varig. A VEM chegou a ter mais de 20 bases de operações, em locais como Salvador, Foz do Iguaçu e Campinas, entre outros. Ela deve manter apenas alguns centros. O faturamento da empresa de manutenção no ano passado foi de R$ 375 milhões.
Hoje, TAM e Gol, as grandes companhias aéreas do mercado, fazem boa parte dos "checks" de aviões em seus próprios centros de manutenção, e fazem contratos eventuais com a VEM, que amarga dívidas de empresas como a VarigLog.
A empresa de manutenção presta serviços para a aviação militar, para a LanChile e a própria TAP, Copa Airlines, Trip e Webjet entre outros, mas busca novos clientes no mercado internacional. A VEM tem feito diversas apresentações em parceria com a companhia aérea portuguesa para atrair clientes da Europa e do Oriente Médio.
De acordo com funcionários da VEM ouvidos pela Folha, a empresa está perdendo profissionais para concorrentes em razão dos salários.
Antes da venda, havia uma corrente dentro da empresa que afirmava que a VEM não crescia mais em razão das dificuldades da Varig e da necessidade de priorizar o atendimento à companhia. Logo após a venda, a empresa teve muitos pedidos de empresas de leasing que retomavam aviões da Varig e precisavam realizar a manutenção das aeronaves.
Depois disso, o cenário passou a ser menos atraente porque as principais companhias aéreas criaram estrutura própria de manutenção e reduziram a demanda. De acordo com especialistas, a empresa chegou a cogitar pedir financiamento para ampliar as operações no Rio, mas acabou revendo os planos com o menor número de pedidos.
Empresa de manutenção, ex-subsidiária da Varig, tem dívidas tributárias avaliadas em cerca de R$ 450 milhões
Companhia confirma que busca parceiro estratégico para a empresa, mas decisão final de vender controle ainda não foi tomada
A companhia aérea portuguesa TAP se prepara para vender a VEM, ex-subsidiária da Varig de manutenção de aviões que comprou em 2005. A empresa possui atualmente dívidas tributárias avaliadas em cerca de R$ 450 milhões.
A companhia tem em mãos um relatório sobre a situação financeira da VEM e se organizou para começar a receber propostas. De acordo com o que a Folha apurou junto a fontes do mercado, o banco de investimentos norte-americano JP Morgan foi contratado para cuidar da parte financeira das negociações.
A decisão final de vender a empresa, entretanto, ainda está em suspenso. A intenção da TAP é manter uma participação acionária na empresa de manutenção de aviões.
Procurada pela reportagem, a TAP confirmou em nota enviada por sua assessoria de imprensa que "efetivamente está procurando um parceiro estratégico para a VEM". Afirmou, entretanto, que não há uma posição fechada quanto à participação que poderá ser vendida.
"Tudo vai depender das condições, mas a TAP reservará sempre uma posição estratégica que lhe permita continuar a ter um papel decisivo na VEM, dando seqüência ao trabalho que já vem desenvolvendo."
A companhia afirmou ainda que a empresa de manutenção vem sendo reestruturada. "Através da unidade de manutenção e engenharia da TAP, que tem grande prestígio no mercado internacional, a VEM vem se reestruturando e ganhando sinergias, participando nas grandes feiras internacionais e ganhando novos clientes, que lhe permitem consolidar a idéia de vir a ser no futuro uma empresa de referência no mercado de reparação de aviões."
A VEM informou que não havia um executivo disponível para comentar o caso.
A TAP comprou a VEM com a intenção de comprar a Varig no futuro. Mas a empresa aérea acabou sendo vendida para a também ex-subsidiária VarigLog em julho do ano retrasado, e revendida à Gol no ano passado. A companhia aérea portuguesa ficou apenas com a VEM, que tinha uma estrutura considerada inchada na época e que dependia muito da manutenção dos aviões da Varig.
Executivos substituídos
De um ano para cá, a TAP trocou a presidência da VEM, substituiu diretores e demitiu uma parcela significativa dos empregados. Antes possuía uma folha de pagamento que chegava a R$ 18 milhões. Demitiu mais de 1.000 funcionários (hoje tem 3.500 funcionários), com uma folha de R$ 9 milhões.
A empresa também vem fechando várias bases no país, já que muitas só tinham sentido comercial por causa da Varig. A VEM chegou a ter mais de 20 bases de operações, em locais como Salvador, Foz do Iguaçu e Campinas, entre outros. Ela deve manter apenas alguns centros. O faturamento da empresa de manutenção no ano passado foi de R$ 375 milhões.
Hoje, TAM e Gol, as grandes companhias aéreas do mercado, fazem boa parte dos "checks" de aviões em seus próprios centros de manutenção, e fazem contratos eventuais com a VEM, que amarga dívidas de empresas como a VarigLog.
A empresa de manutenção presta serviços para a aviação militar, para a LanChile e a própria TAP, Copa Airlines, Trip e Webjet entre outros, mas busca novos clientes no mercado internacional. A VEM tem feito diversas apresentações em parceria com a companhia aérea portuguesa para atrair clientes da Europa e do Oriente Médio.
De acordo com funcionários da VEM ouvidos pela Folha, a empresa está perdendo profissionais para concorrentes em razão dos salários.
Antes da venda, havia uma corrente dentro da empresa que afirmava que a VEM não crescia mais em razão das dificuldades da Varig e da necessidade de priorizar o atendimento à companhia. Logo após a venda, a empresa teve muitos pedidos de empresas de leasing que retomavam aviões da Varig e precisavam realizar a manutenção das aeronaves.
Depois disso, o cenário passou a ser menos atraente porque as principais companhias aéreas criaram estrutura própria de manutenção e reduziram a demanda. De acordo com especialistas, a empresa chegou a cogitar pedir financiamento para ampliar as operações no Rio, mas acabou revendo os planos com o menor número de pedidos.
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CHARLES SBBR
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moises Propp
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- Registrado em: Qui Jun 01, 2006 18:08
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Olá amigos,
Vendo está informação, vejo uns dos grandes defeitos da VARIG
foi dividir a empresa, sendo que o principal cliente era a empresa,
SATA seu maior cliente Varig, VEM seu maior cliente Varig, Variglog
seu maior parceiro Varig, a Varig faliu , e as outras foram junto.
com relação a venda da VEM pela TAP, tenho minhas duvidas.
sds,
Moises Propp
Vendo está informação, vejo uns dos grandes defeitos da VARIG
foi dividir a empresa, sendo que o principal cliente era a empresa,
SATA seu maior cliente Varig, VEM seu maior cliente Varig, Variglog
seu maior parceiro Varig, a Varig faliu , e as outras foram junto.
com relação a venda da VEM pela TAP, tenho minhas duvidas.
sds,
Moises Propp
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Sandro
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- Registrado em: Qui Jan 06, 2005 11:58
- Localização: São Leopoldo - RS Floripa Santinho - SC
SATA
E como esta a SATA?? estive vendo aqui em BSB, e em Floripa, que a SATA ainda atende a VARIG mais mecânicos sao da GOL!
Minhas fotos no A.net
JetPhotos
http://www.planepictures.net/netsearch4 ... stype=namePlanepictures[/url]
JetPhotos
http://www.planepictures.net/netsearch4 ... stype=namePlanepictures[/url]
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alvarosp17
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Re: TAP procura comprador para a VEM
Sobre isso, muita coisa ainda tem que ser esclarecida, uma delas é: o que tem a VEM? Parece que os hangares não são dela e sim, da VRG ou da VRN, de modo que a VEM somente pague pela utilização dos hangares. Digo isso pq uma vez vi uma notícia dizendo que a GLO estava pedindo para a VEM desocupar os hangares.
Uma cliente que sempre imaginei que a VEM poderia buscar é a Lufthansa Cargo que, me corrijam se estiver enganado, faz a mnt de seus M11 na Europa, ZRH e HEL, onde, com certeza, o serviço é mais caro.
Pode-se incluir nesta lista a TAM com os M11 e, daqui uns meses, com o 763. Também sinto falta de algumas daquelas cargueiras estadunidenses. Não se falou também nos serviços de conversão dos 762.denisar escreveu:A empresa de manutenção presta serviços para a aviação militar, para a LanChile e a própria TAP, Copa Airlines, Trip e Webjet entre outros, mas busca novos clientes no mercado internacional
Uma cliente que sempre imaginei que a VEM poderia buscar é a Lufthansa Cargo que, me corrijam se estiver enganado, faz a mnt de seus M11 na Europa, ZRH e HEL, onde, com certeza, o serviço é mais caro.
Grato desde já!
Abraços!!!
Abraços!!!
alvarosp17alvarosp17 escreveu:Galera, se a TAP vender a VEM (parte da Varig), ai eu ja decreto falência da empresa.
Se a TAP, grande empresa, comandada por um expert, nao consegue dar um jeito, quem mais vai dar??
A VEM não faz mais parte da Varig. o "V" de "VEM" não tem mais significado. Agora é VEM Engenharia e Manutenção.
-
alvarosp17
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[quote="Sentaapua"][quote="alvarosp17"]Galera, se a TAP vender a VEM (parte da Varig), ai eu ja decreto falência da empresa.
Se a TAP, grande empresa, comandada por um expert, nao consegue dar um jeito, quem mais vai dar??[/quote]
alvarosp17
A VEM não faz mais parte da Varig. o "V" de "VEM" não tem mais significado. Agora é VEM Engenharia e Manutenção.[/quote]
Ops
:P
Se a TAP, grande empresa, comandada por um expert, nao consegue dar um jeito, quem mais vai dar??[/quote]
alvarosp17
A VEM não faz mais parte da Varig. o "V" de "VEM" não tem mais significado. Agora é VEM Engenharia e Manutenção.[/quote]
Ops
:P
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moises Propp
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Sandro
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que sei sao alugados!moises Propp escreveu:Olá amigos,
Tenho uma curiosidade se os predios são da VEM ou da FRB alugados
para VEM !
sds,
Moises Propp
Minhas fotos no A.net
JetPhotos
http://www.planepictures.net/netsearch4 ... stype=namePlanepictures[/url]
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http://www.planepictures.net/netsearch4 ... stype=namePlanepictures[/url]
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moises Propp
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Rodrigo Souto
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Marco SBCT
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Ali nasceu o Aeroporto São João, que com a construção do aeroporto novo, batizado Ministro Salgado Filho, o civil que criou o Mnistério da Aeonáutica, hoje é a TWY que vai da VEM até os hangares da Aeromot, lá no final.moises Propp escreveu:Olá amigos,
Alguem sabe me informar quem chegou primeiro, a
VARIG ou o Aeroporto Salgado filho naquele local em Porto Alegre
as margens da rodovia ?
sds,
Moises
A VARIG passou a pousar por ali com os aviões terrestres , com os hidro não sei onde eram as atracações.
Bom assunto para historiadores aeronáuticos !
Marco A Moraes
SBBI/SBCT
SBBI/SBCT
O Terminal do Aeroporto São João era no atual Pátio 04. O prédio ainda existe até hoje. Se não me angano foi fundado em 1938. Alguns anos após mudou de nome para Aeroporto de Porto Alegre. Depois (acho que foi em torno de 1950) foi fundado o Salgado Filho, onde seu terminal era o atual TPS2.
Eu me lembro de fotos com hidro em Pelotas se não me engano. Em POA não me lembro não.
Até mais.
Eu me lembro de fotos com hidro em Pelotas se não me engano. Em POA não me lembro não.
Até mais.
Editado pela última vez por Sentaapua em Ter Jan 15, 2008 23:12, em um total de 1 vez.
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Leandro - POA
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- Localização: Porto Alegre - RS
Boatos que correm pela VEM, dizem que este parceiro estratégico da TAP seria a Emirates. Se for verdade, ai eu acredito que a empresa tenha futuro, porque o que falta na VEM é investimento e logo, dinheiro para investir.
Quanto aos prédios e hangares, com certeza nenhum pertence a FRB, e que eu sei, o terreno onde estão as instalações da VEM foram doados a VARIG pelo então governador do RS, Leonel Brizola. Parece que já ouve uma briga entre a Varig e a União para saber de quem eram os terrenos, mas nao sei no que deu. Em resumo, também não sei de quem são os terrenos, só to com vontade de escrever...
Quanto aos prédios e hangares, com certeza nenhum pertence a FRB, e que eu sei, o terreno onde estão as instalações da VEM foram doados a VARIG pelo então governador do RS, Leonel Brizola. Parece que já ouve uma briga entre a Varig e a União para saber de quem eram os terrenos, mas nao sei no que deu. Em resumo, também não sei de quem são os terrenos, só to com vontade de escrever...
Solução Mais Apropriada
A solução mais apropriada para a sobrevivência da VEM deveria ser a venda das instalações existentente na Iha do governador e investir na construção de novos hangares em Porto Alegre. Desta maneira seria possível aumentar o número de converções de aeronaves setor altamente lucrativo no mercado MRO.
Na decada de 60, por exigência do governo federal a porta de entrada para o Brasil deveria ser a cidade do Rio de Janeiro. E foi portanto uma escolha lógica para a empresa estabelecer lá mesmo sua maior base de operações, o Centro de Manutenção (CEMAN) do Rio de Janeiro, foi construído com o nosso dinheiro com o objetivo de ser uma extensão do CEMAN-POA. Reduzindo os custos com o translado de aeronaves para Porto Alegre.
Naturalmente as operações widebody são realizadas mais na Ilha do Governador devido a falta de espaço e de investimentos na ampliação e construção de novos hangares em Porto Alegre. As sobrecargas de serviços em aviões normalmente ocorrem com os narrowbodys em Porto Alegre, pela maior demanda das mesmas. Nestes casos de overload as operações em excesso de Porto Alegre são remanejadas para o Galeão.
O que é fato indiscutível, é que todos os grandes investimentos realizados pela VARIG no Rio de Janeiro de alguma forma fracassaram. Podemos citar as divisões de Treinamento, Processamento de Dados, Comissarias ou Caterings e outros que foram vendidos ou terceirizados. Com a perda das oficinas de revisão de motores para a General Eletric anteriormente projetada para ser em Porto Alegre restou apenas os serviços de pintura, checks, oficinas de reparos de rodas e freios, uma de extintores de incêndio e manutenção de garrafas de oxigênio e equipamento de sobrevivência (escorregadeiras e os botes salva-vidas) semelhante ao que existe em todas nas demais empresas aéreas nacionais. Outra atribuição do CEMAN-RIO é a montagem e desmontagem de aeronaves para que seus componentes sejam enviados a Porto Alegre, como para-brisas de widebody/narrowbody, janelas de passageiros de widebody/narrowbody, aviônicos, componentes fluído-mecânicos em geral, APUs, trens de pouso, máscaras de oxigênio, etc.
Fato de possuir o maior hangar da America do Sul e de ser uma instalação mais moderna em comparação com as instalações quase centenárias de Porto Alegre, é constantemente utilizado pelo departamento de marketing para vender a falsa idéia de que a principal base de manutenção se situa no Rio de Janeiro. Porém, por de trás das cortinas, todo o serviço complexo e pesado fica para Porto Alegre.
Com o declinio do econômia fluminense, e com a transferência do principal HUB de passageiros para São Paulo não existe mais a necessidade da permanência destes setores na cidade do Rio de Janeiro.
Agora, com a palavra os dirigentes da VEM
Na decada de 60, por exigência do governo federal a porta de entrada para o Brasil deveria ser a cidade do Rio de Janeiro. E foi portanto uma escolha lógica para a empresa estabelecer lá mesmo sua maior base de operações, o Centro de Manutenção (CEMAN) do Rio de Janeiro, foi construído com o nosso dinheiro com o objetivo de ser uma extensão do CEMAN-POA. Reduzindo os custos com o translado de aeronaves para Porto Alegre.
Naturalmente as operações widebody são realizadas mais na Ilha do Governador devido a falta de espaço e de investimentos na ampliação e construção de novos hangares em Porto Alegre. As sobrecargas de serviços em aviões normalmente ocorrem com os narrowbodys em Porto Alegre, pela maior demanda das mesmas. Nestes casos de overload as operações em excesso de Porto Alegre são remanejadas para o Galeão.
O que é fato indiscutível, é que todos os grandes investimentos realizados pela VARIG no Rio de Janeiro de alguma forma fracassaram. Podemos citar as divisões de Treinamento, Processamento de Dados, Comissarias ou Caterings e outros que foram vendidos ou terceirizados. Com a perda das oficinas de revisão de motores para a General Eletric anteriormente projetada para ser em Porto Alegre restou apenas os serviços de pintura, checks, oficinas de reparos de rodas e freios, uma de extintores de incêndio e manutenção de garrafas de oxigênio e equipamento de sobrevivência (escorregadeiras e os botes salva-vidas) semelhante ao que existe em todas nas demais empresas aéreas nacionais. Outra atribuição do CEMAN-RIO é a montagem e desmontagem de aeronaves para que seus componentes sejam enviados a Porto Alegre, como para-brisas de widebody/narrowbody, janelas de passageiros de widebody/narrowbody, aviônicos, componentes fluído-mecânicos em geral, APUs, trens de pouso, máscaras de oxigênio, etc.
Fato de possuir o maior hangar da America do Sul e de ser uma instalação mais moderna em comparação com as instalações quase centenárias de Porto Alegre, é constantemente utilizado pelo departamento de marketing para vender a falsa idéia de que a principal base de manutenção se situa no Rio de Janeiro. Porém, por de trás das cortinas, todo o serviço complexo e pesado fica para Porto Alegre.
Com o declinio do econômia fluminense, e com a transferência do principal HUB de passageiros para São Paulo não existe mais a necessidade da permanência destes setores na cidade do Rio de Janeiro.
Agora, com a palavra os dirigentes da VEM
VEM recebe certificação ‘EASA’ para o Airbus A-310
Já homologada pela agência FAA (Federal Aviation Administration), dos Estados Unidos, para manutenção pesada em aeronaves Airbus, a VEM Manutenção e Engenharia, acaba de receber a certificação EASA (European Aviation Safety Agency), da União Européia, para o modelo Airbus A310. A partir de agora, a VEM poderá realizar manutenção em aeronaves e componentes do A310 tanto para aeronaves de matrícula americana, como européia.
A VEM é uma empresa com atuação global, focada na satisfação do Cliente e a obtenção da certificação EASA para o A310 é parte da estratégia da empresa para aumentar o portfolio de serviços que oferece ao mercado e alavancar o volume de negócios para a empresa. Com expertise na manutenção de aviões Boeing B727, B737, B737NG, B747, B757, B767, B777, BBJ, DC10, MD-11, Embraer EMB-120, ERJ 145 e Legacy, Fokker F50 e F100 e Airbus A300 e A300-600, a VEM cresce com o A310.
Além da FAA, EASA e ANAC (Brasil), a VEM também possui homologações em diversos outros países onde tem Clientes, e possui uma Capability List com mais de 16.000 itens. Líder na América Latina e no Hemisfério Sul no mercado de MRO, a VEM ocupa a 6ª posição no rank mundial. Também possui um complexo de oficinas aeronáuticas em Porto Alegre que inclui o reparo e revisão geral de trens de pouso, motores & APUs, aviônicos hidráulica, pneumática, além de outras. Toda essa capacitação técnica faz da VEM uma referência mundial em manutenção aeronáutica no conceito "maintenance nose-to-tail".
A VEM é uma empresa com atuação global, focada na satisfação do Cliente e a obtenção da certificação EASA para o A310 é parte da estratégia da empresa para aumentar o portfolio de serviços que oferece ao mercado e alavancar o volume de negócios para a empresa. Com expertise na manutenção de aviões Boeing B727, B737, B737NG, B747, B757, B767, B777, BBJ, DC10, MD-11, Embraer EMB-120, ERJ 145 e Legacy, Fokker F50 e F100 e Airbus A300 e A300-600, a VEM cresce com o A310.
Além da FAA, EASA e ANAC (Brasil), a VEM também possui homologações em diversos outros países onde tem Clientes, e possui uma Capability List com mais de 16.000 itens. Líder na América Latina e no Hemisfério Sul no mercado de MRO, a VEM ocupa a 6ª posição no rank mundial. Também possui um complexo de oficinas aeronáuticas em Porto Alegre que inclui o reparo e revisão geral de trens de pouso, motores & APUs, aviônicos hidráulica, pneumática, além de outras. Toda essa capacitação técnica faz da VEM uma referência mundial em manutenção aeronáutica no conceito "maintenance nose-to-tail".