prezados lendo este relato fiquei surpreso ao saber que o piloto pode comandar o descarte de uma turbina da cabine....isto é verdade? vale para qualquer avião?
um abraço
O projeto do Jumbo tem dado inúmeras provas, ao longo dos anos, de resistência e confiabilidade. Mas o que aconteceu na semana passada perto do aeroporto O´Hare, em Chicago, lembra aqueles filmes catástrofe dos anos 70. Um JUmbo antigo, da companhia Kalitta Air, reportou problemas em uma das turbinas em vôo.
O problema, no entanto, era mais grave que o que os painéis indicavam. O motor número 1 simplesmente havia desaparecido, deixando um buraco na asa.
Segundo as autoridades da FAA (Federal Aviation Administration) a turbina que se soltou do Jumbo caiu em algum ponto do Lago Michigan, sem atingir nenhuma casa ou barco. Equipamentos seriam usados para rastrear o metal. A bordo, ninguém ficou ferido.
Com apenas três motores e uma asa comprometida por danos de difícil mensuração, o comandante da Kalitta pediu autorização de pouso em Detroit. A aterrissagem, apesar de tudo ocorreu sem problemas - mesmo com o motor restante da asa afetada completamente fora de posição. Reproduzo aqui a análise do piloto que me enviou a história:
"O caso é mesmo muito estranho, pois existem indicações na aeronave que fazem com que você saiba que algo esta errado. Quando é na turbina, perdemos todas as leituras de instrumentos tais como o Compressor de Alta e de Baixa, chamados respectivamente de N2 e N1. Esses marcarão ZERO, coisa que só veremos com, literalmente, a falta de um motor. Se fosse fogo, depois de uma determinada temperatura é previsto que o motor se separe da asa para que este não cause maiores danos à aeronave".
Em terra, as equipes de emergência tomaram um susto com o tamanho do estrago. Normalmente, as turbinas são instaladas de forma que, em caso de emergência capaz de comprometer a aeronave, o piloto possa acionar um comando que as expele, ficando apenas os pilones, que são aqueles braços longos sob os quais os motores são encaixados. Mas o problema nesse Jumbo foi mais sério, com os pilones sendo arrancados e o que restou ficando retorcidos. A falha atingiu a turbina 2, que foi deslocada para o lado. Impressionante
Piloto pode descartar a turbina em vôo?
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Hein???????????????
Nos 737- 200/300/400/500/700/800 e nos 747-400 eu garanto que nao tem. Nunca ouvi falar nisso.
Temos o "fire handle" que, ao ser acionado, desliga tudo que esteja acoplado ao motor. Corta combustivel, hidraulicos, eletrico, ou seja, o motor fica isolado do resto do aviao, mas ejetar o bicho e dureza!!
Quem tiver embaixo que se cuide!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
Abraco,
Tupolev
Nos 737- 200/300/400/500/700/800 e nos 747-400 eu garanto que nao tem. Nunca ouvi falar nisso.
Temos o "fire handle" que, ao ser acionado, desliga tudo que esteja acoplado ao motor. Corta combustivel, hidraulicos, eletrico, ou seja, o motor fica isolado do resto do aviao, mas ejetar o bicho e dureza!!
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Abraco,
Tupolev
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Tchimbotinho
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Eu ouvi sobre isso quando vi um programa da Série MAYDAY do National Geographic sobre um 747 (200 ou 300) de uma operadora de Israel que perdeu os dois motores da asa direita e foi bater num complexo habitacional na Holanda.
Quando fizeram a investigação, uma das coisas que eles falavam era exatamente o facto de em caso de fogo, a partir de determinada temperatura, o motor pode ser expelido.
Sds
Quando fizeram a investigação, uma das coisas que eles falavam era exatamente o facto de em caso de fogo, a partir de determinada temperatura, o motor pode ser expelido.
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Gon
Re: Piloto pode descartar a turbina em vôo?
Pois é isso não existe em nenhum avião no mundo inteiro ou galaxia, o que a contece é que esses motores são fixados com parafusos de alta resistência e torqueados com ferramentas de precisão, possivelmente não houve este "torque" ou por outro motivo qualquer o "pylon" não suportou o pesso e a tração do motor.darksjr escreveu:prezados lendo este relato fiquei surpreso ao saber que o piloto pode comandar o descarte de uma turbina da cabine....isto é verdade? vale para qualquer avião?
um abraço
O projeto do Jumbo tem dado inúmeras provas, ao longo dos anos, de resistência e confiabilidade. Mas o que aconteceu na semana passada perto do aeroporto O´Hare, em Chicago, lembra aqueles filmes catástrofe dos anos 70. Um JUmbo antigo, da companhia Kalitta Air, reportou problemas em uma das turbinas em vôo.
O problema, no entanto, era mais grave que o que os painéis indicavam. O motor número 1 simplesmente havia desaparecido, deixando um buraco na asa.
Segundo as autoridades da FAA (Federal Aviation Administration) a turbina que se soltou do Jumbo caiu em algum ponto do Lago Michigan, sem atingir nenhuma casa ou barco. Equipamentos seriam usados para rastrear o metal. A bordo, ninguém ficou ferido.
Com apenas três motores e uma asa comprometida por danos de difícil mensuração, o comandante da Kalitta pediu autorização de pouso em Detroit. A aterrissagem, apesar de tudo ocorreu sem problemas - mesmo com o motor restante da asa afetada completamente fora de posição. Reproduzo aqui a análise do piloto que me enviou a história:
"O caso é mesmo muito estranho, pois existem indicações na aeronave que fazem com que você saiba que algo esta errado. Quando é na turbina, perdemos todas as leituras de instrumentos tais como o Compressor de Alta e de Baixa, chamados respectivamente de N2 e N1. Esses marcarão ZERO, coisa que só veremos com, literalmente, a falta de um motor. Se fosse fogo, depois de uma determinada temperatura é previsto que o motor se separe da asa para que este não cause maiores danos à aeronave".
Em terra, as equipes de emergência tomaram um susto com o tamanho do estrago. Normalmente, as turbinas são instaladas de forma que, em caso de emergência capaz de comprometer a aeronave, o piloto possa acionar um comando que as expele, ficando apenas os pilones, que são aqueles braços longos sob os quais os motores são encaixados. Mas o problema nesse Jumbo foi mais sério, com os pilones sendo arrancados e o que restou ficando retorcidos. A falha atingiu a turbina 2, que foi deslocada para o lado. Impressionante
Caso este motor pegue fogo ou sobre aqueça "over heat" existe um sistema de combate ao fogo instalado na Aeronave é a unica coisa que neste caso o piloto pode fazer é "APAGAR O FOGO COM O SISTEMA DE PROTEÇÃO CONTAR INCENDIO"
O que todos nós conhecemos como sistema de "ALIJAMENTO" é de combustivel e não de motor.



