prezados,
a TAM divulgou uma queda nos lucros de 77% .....será que é um indício de mau-presságio? ao mesmo tempo que a Gol tem lucros exorbitantes....desta vez não dá nem para culpar o governo, pois é o que todas fazem!!
Será que é a GOL que já está ganhando espaço na fatia da TAM?
um abraço
TAM - queda nos lucros
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Marcelo-RS
- PP

- Mensagens: 13
- Registrado em: Qui Fev 17, 2005 06:27
- Localização: Sapucaia do Sul, RS
Eu li no site globo.com a seguinte notícia:
"SÃO PAULO - A Gol anunciou há pouco uma queda de 78,7% em seu lucro líquido no terceiro trimestre, para R$ 49,41 milhões, ante R$ 232,23 milhões em igual período do ano passado. O resultado é reflexo do aumento nos custos da companhia e de uma oferta crescendo mais rapidamente entre julho e setembro que a demanda, especialmente em agosto." (parte da notíca, em 07/11/07)
Abraços.
"SÃO PAULO - A Gol anunciou há pouco uma queda de 78,7% em seu lucro líquido no terceiro trimestre, para R$ 49,41 milhões, ante R$ 232,23 milhões em igual período do ano passado. O resultado é reflexo do aumento nos custos da companhia e de uma oferta crescendo mais rapidamente entre julho e setembro que a demanda, especialmente em agosto." (parte da notíca, em 07/11/07)
Abraços.
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rafaelguimaraes
- MULTI

- Mensagens: 402
- Registrado em: Qua Ago 10, 2005 11:51
Mas parece que o da GOL tb caiu
O lucro da GOL caiu 79%...não está legal para ela tb não!
http://www.correiodobrasil.com.br/noticia.asp?c=128927
O lucro da Gol – segunda maior companhia aérea brasileira – despencou 79% no terceiro trimestre, após o acidente ocorrido com um avião da líder de mercado TAM em julho. O aumento de custos com combustível e crise no setor aéreo brasileiro ajudaram a agravar o péssimo momento da empresa. Entre julho e setembro, o lucro pelas normas brasileiras ficou em R$ 49,4 milhões, contra R$ 232,2 milhões no ano passado.
O fraco desempenho fez a companhia reduzir pela terceira vez no ano suas projeção de lucro por ação, prevendo para 2007 ganho entre R$ 1,40 a R$ 1,80, contra estimativa anterior de R$ 1,60 a R$ 2,10 reais, que já estava bem abaixo da meta inicial do ano, de R$ 3,7 e R$ 4,2 reais. A empresa obteve no entanto receita 20,4% maior, R$ 1,3 bilhão, devido ao acréscimo de passageiros trazido pela Varig, adquirida pela Gol no segundo trimestre.
A companhia, fundada em janeiro de 2001, teve que se adaptar nos últimos meses a uma nova malha aérea, mas não reduziu suas horas voadas, base da sua operação. "Apesar da retração forte da demanda ocorrida no mês de agosto, a Gol manteve a taxa de utilização de suas aeronaves em 13,4 horas-bloco por dia", informou a empresa em um comunicado divulgado nesta quarta-feira.
Após a reestruturação da malha aérea no final de setembro, a Gol reduziu vôos no Aeroporto de Congonhas e os distribuiu para outros aeroportos. A mudança foi determinada pelo governo após o acidente da TAM em Congonhas, que matou 199 pessoas em 17 de julho. O volume de passageiros transportados pela Gol cresceu 15,7%, porém a taxa de ocupação caiu 17,6 pontos percentuais no trimestre, para 61,2%, nível considerado baixo no mercado.
No balanço divulgado, a empresa afirmou que, doravante, seu crescimento será influenciado pelo acréscimo de novas e maiores aeronaves, destinos frequências. No quarto trimestre, mais quatro aeronaves 737-800 serão somadas à frota da Gol e mais sete 737-800 e seis 767 à frota da Varig. Com isso, o número de assentos por quilômetro oferecido subirá 77% em relação ao mesmo período de 2006.
http://www.correiodobrasil.com.br/noticia.asp?c=128927
O lucro da Gol – segunda maior companhia aérea brasileira – despencou 79% no terceiro trimestre, após o acidente ocorrido com um avião da líder de mercado TAM em julho. O aumento de custos com combustível e crise no setor aéreo brasileiro ajudaram a agravar o péssimo momento da empresa. Entre julho e setembro, o lucro pelas normas brasileiras ficou em R$ 49,4 milhões, contra R$ 232,2 milhões no ano passado.
O fraco desempenho fez a companhia reduzir pela terceira vez no ano suas projeção de lucro por ação, prevendo para 2007 ganho entre R$ 1,40 a R$ 1,80, contra estimativa anterior de R$ 1,60 a R$ 2,10 reais, que já estava bem abaixo da meta inicial do ano, de R$ 3,7 e R$ 4,2 reais. A empresa obteve no entanto receita 20,4% maior, R$ 1,3 bilhão, devido ao acréscimo de passageiros trazido pela Varig, adquirida pela Gol no segundo trimestre.
A companhia, fundada em janeiro de 2001, teve que se adaptar nos últimos meses a uma nova malha aérea, mas não reduziu suas horas voadas, base da sua operação. "Apesar da retração forte da demanda ocorrida no mês de agosto, a Gol manteve a taxa de utilização de suas aeronaves em 13,4 horas-bloco por dia", informou a empresa em um comunicado divulgado nesta quarta-feira.
Após a reestruturação da malha aérea no final de setembro, a Gol reduziu vôos no Aeroporto de Congonhas e os distribuiu para outros aeroportos. A mudança foi determinada pelo governo após o acidente da TAM em Congonhas, que matou 199 pessoas em 17 de julho. O volume de passageiros transportados pela Gol cresceu 15,7%, porém a taxa de ocupação caiu 17,6 pontos percentuais no trimestre, para 61,2%, nível considerado baixo no mercado.
No balanço divulgado, a empresa afirmou que, doravante, seu crescimento será influenciado pelo acréscimo de novas e maiores aeronaves, destinos frequências. No quarto trimestre, mais quatro aeronaves 737-800 serão somadas à frota da Gol e mais sete 737-800 e seis 767 à frota da Varig. Com isso, o número de assentos por quilômetro oferecido subirá 77% em relação ao mesmo período de 2006.
- Constellation
- Moderador

- Mensagens: 3086
- Registrado em: Seg Dez 20, 2004 09:05
- Localização: Londrina
Caros amigos,
Eu acho que a saúde das duas empresas vão é muito bem, levando-se em consideração que ambas sofreram duas catástrofes recentes, e que uma comprou a Varig, com todos os problemas e despesas que isso implica.
Devemos lembrar que redução dos lucros é MUITO diferente que prejuízo, certo?
Um abraço.
Eu acho que a saúde das duas empresas vão é muito bem, levando-se em consideração que ambas sofreram duas catástrofes recentes, e que uma comprou a Varig, com todos os problemas e despesas que isso implica.
Devemos lembrar que redução dos lucros é MUITO diferente que prejuízo, certo?
Um abraço.

