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Paulo Hess
- PC

- Mensagens: 168
- Registrado em: Sáb Mai 05, 2007 11:28
ESTA NA INTERNET...
Conexão proibida; Mas se faz
Fui hoje cedo de Londrina para Florianópolis, com passagem obrigatória por Congonhas. Com as novas regras para a malha aérea, pelas quais Congonhas não pode mais ser um ponto de conexão, eis o que aconteceu: check-in em Londrina, desembarca em Congonhas, apanha as malas, volta ao saguão central para um novo check-in, volta para a área de embarque e desembarque, de onde havia acabado de sair, e embarca para Floripa.
Vários outros passageiros, a caminho de Brasília ou Rio, por exemplo, fizeram o mesmo circuito.
Se a conexão fosse possível, os passageiros fariam um só check-in, em Londrina, descendo em Congonhas por um portão e passando direto para a ala de embarque. Despachariam a mala uma só vez, com ganho de tempo para todos, passageiros, empresas, sistemas de apoio dos aeroportos.
Sim, já me explicaram: o objetivo é impedir que Congonhas volte a ser um hub, aeroporto de distribuição de vôos. Mas ocorre que é impossível ir de Londrina para Brasília sem passar por Congonhas. Isso vale para inúmeros outros vôos, de modo que há aí uma idéia de jerico: para impedir a formação do hub, estão impondo um custo inútil para todos os usuários e prestadores de serviços.
Carlos Sardenberg
Fui hoje cedo de Londrina para Florianópolis, com passagem obrigatória por Congonhas. Com as novas regras para a malha aérea, pelas quais Congonhas não pode mais ser um ponto de conexão, eis o que aconteceu: check-in em Londrina, desembarca em Congonhas, apanha as malas, volta ao saguão central para um novo check-in, volta para a área de embarque e desembarque, de onde havia acabado de sair, e embarca para Floripa.
Vários outros passageiros, a caminho de Brasília ou Rio, por exemplo, fizeram o mesmo circuito.
Se a conexão fosse possível, os passageiros fariam um só check-in, em Londrina, descendo em Congonhas por um portão e passando direto para a ala de embarque. Despachariam a mala uma só vez, com ganho de tempo para todos, passageiros, empresas, sistemas de apoio dos aeroportos.
Sim, já me explicaram: o objetivo é impedir que Congonhas volte a ser um hub, aeroporto de distribuição de vôos. Mas ocorre que é impossível ir de Londrina para Brasília sem passar por Congonhas. Isso vale para inúmeros outros vôos, de modo que há aí uma idéia de jerico: para impedir a formação do hub, estão impondo um custo inútil para todos os usuários e prestadores de serviços.
Carlos Sardenberg
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verdejo
é verdade! Isso é tipico do Brasil
um país onde as coisas so funcionam mesmo para os deputados, senadores, presidência... achu isso um absurdo...so a "nata" que vive bem num país desigual...
e num dou pouco tempo pra ficar na mesma... congestionado... e os controladores "atolados", passageiros irritados todo caus dos aeroportos novamente!
um país onde as coisas so funcionam mesmo para os deputados, senadores, presidência... achu isso um absurdo...so a "nata" que vive bem num país desigual...
e num dou pouco tempo pra ficar na mesma... congestionado... e os controladores "atolados", passageiros irritados todo caus dos aeroportos novamente!
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Paulo Hess
- PC

- Mensagens: 168
- Registrado em: Sáb Mai 05, 2007 11:28
CONEXÃO....
O Everton...mesmo que o passageiro embarque na mesma aeronave que ali fez apenas um pouso técnico e depois prossegue para Brasilia...isto não é conexão????? O que se entende por conexão???? Desculpe minha ignorância...mas me dê um exemplo por favor...
Isso que vem ocorrendo é uma coisa óbvia. Desde os tempos do guaraná com rolha Congonhas serve de hub pro país todo e de um dia pro outro muda-se a regra. Em primeiro lugar eu duvido muito que haja maiores interesses das companhias em deslocar seus hubs que eram CGH para um outro aeroporto, muito menos para outra cidade. E segundo mesmo que quisessem não seria nada fácil. Uma logística e um planejamento de muitos anos, balizados por um modelo absolutamente dependente de São Paulo por razões já conhecidas, não tem como ser modificado com uma assinatura numa portaria. E olha que nos últimos 5 anos a TAM fez boas válvulas de escape em BSB e mais recentemente no GIG. Fico imaginando se isso não tivesse ocorrido. Estaríamos todos de pés e mãos atados.
Abraço
Abraço
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Armando Italo
- PP

- Mensagens: 88
- Registrado em: Dom Set 02, 2007 10:54
- Localização: SAO
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Paulo Hess
- PC

- Mensagens: 168
- Registrado em: Sáb Mai 05, 2007 11:28
ESTA HOJE NO ESTADO DE S. PAULO....
Passageiros criam ‘conexões informais’ em Congonhas
‘Jeitinho’ brasileiro encontra rotas e burla determinações do Conac.
Pessoas descem de um avião, embarcam em outro e continuam passando pela Capital.........(omissis)
A estratégia é simples. Aproveitando a liberdade de ir e vir, os passageiros desembarcam de um avião e embarcam em outro, quase do mesmo jeito que faziam antes da proibição. E não há nada de ilegal nisso. É apenas mais uma manifestação do jeitinho brasileiro. Poder não pode, mas sempre tem jeito.
‘Jeitinho’ brasileiro encontra rotas e burla determinações do Conac.
Pessoas descem de um avião, embarcam em outro e continuam passando pela Capital.........(omissis)
A estratégia é simples. Aproveitando a liberdade de ir e vir, os passageiros desembarcam de um avião e embarcam em outro, quase do mesmo jeito que faziam antes da proibição. E não há nada de ilegal nisso. É apenas mais uma manifestação do jeitinho brasileiro. Poder não pode, mas sempre tem jeito.
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Paulo Hess
- PC

- Mensagens: 168
- Registrado em: Sáb Mai 05, 2007 11:28
O GLOBO
Desculpem-me...fiz uma conexão errada....a noticia acima não é de "O ESTADO' e sim de "O GLOBO"..
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moises Propp
- MASTER

- Mensagens: 2163
- Registrado em: Qui Jun 01, 2006 18:08
- Localização: Porto Alegre-RS
- Contato:
Olá amigos,
Isto aí não vaí duram muito tempo, e tudo volta ao normal,
não podemos se esquecer que antes existia aviões muito
maiores que estes, e andavam com muito mais gente e a
pista ainda era menor ainda e nunca tinha acontecido nada,
as cias vão emitir 2 bilhetes quando tiver que fazer algum
transbordo de pax, e a ANAC não pode fazer nada, pois
vão pagar 2 taxa de embarque e dar desconto para o pax.
sds,
Moises Propp
Isto aí não vaí duram muito tempo, e tudo volta ao normal,
não podemos se esquecer que antes existia aviões muito
maiores que estes, e andavam com muito mais gente e a
pista ainda era menor ainda e nunca tinha acontecido nada,
as cias vão emitir 2 bilhetes quando tiver que fazer algum
transbordo de pax, e a ANAC não pode fazer nada, pois
vão pagar 2 taxa de embarque e dar desconto para o pax.
sds,
Moises Propp
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Sandro
- MASTER

- Mensagens: 3525
- Registrado em: Qui Jan 06, 2005 11:58
- Localização: São Leopoldo - RS Floripa Santinho - SC
isto mesmo que ia escrever, que vai pagar isto tudo somos nos mesmos!!Armando Italo escreveu:E no final quem vai pagar o custo por toda essa panacéia(incompetencia) é o "cliente" o pax
Embarca, desembarca, novo chec, perda de tempo a toa, etc.
Só no Brasil sil sil
![]()
Minhas fotos no A.net
JetPhotos
http://www.planepictures.net/netsearch4 ... stype=namePlanepictures[/url]
JetPhotos
http://www.planepictures.net/netsearch4 ... stype=namePlanepictures[/url]
-
Bruno Geovane
- CMTE.

- Mensagens: 511
- Registrado em: Dom Dez 19, 2004 09:45
- Localização: Brasília - DF
Para ficar ideal o certo seria que vôos para cidades como LDB, NVT e outras em que a opção é apenas CGH fossem criados novos vôos para essas localidades em outros aeroportos onde não houvesse problemas em se fazer conexões.
Quanto as cias largarem CGH vai ser difícil, pois se uma cancela parte das suas operações no aeroporto no dia seguinte a congênere vai pleitar os slots. E como o mercado brasileiro está em crescimento mesmo com a incomPTência do DESgoverno há espaço para que essas cidades atendidas somente via CGH possam também ser atendidas por outros aeroportos.
Quanto as cias largarem CGH vai ser difícil, pois se uma cancela parte das suas operações no aeroporto no dia seguinte a congênere vai pleitar os slots. E como o mercado brasileiro está em crescimento mesmo com a incomPTência do DESgoverno há espaço para que essas cidades atendidas somente via CGH possam também ser atendidas por outros aeroportos.
