TAAG ESTUDA NOVAS ALTERNATIVAS

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man brunaide da silva
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TAAG ESTUDA NOVAS ALTERNATIVAS

Mensagem por man brunaide da silva »

A TAAG- Linhas Aéreas de Angola continua à procura de soluções alternativas para contornar a proibição de voar para o espaço da União Europeia que, em princípio, deverá ser revisto em Outubro próximo.

Segundo apurou a Voz da América, esta alternativa passa pela rematriculação dos aviões Boieng´s 777-200, que passariam a ser registados em nome da companhia portuguesa Euro Atlantic.
Além de matricular os aviões, eles seriam igualmente pintados com as cores azul e branca da Euro Atlantic, sob licença de quem passariam a voar para a Europa.

Neste momento, encontram-se em Lisboa a maior parte dos comandantes e pilotos da TAAG a frequentar cursos de formação para obtenção de licenças portuguesas que lhes permitirão voar no espaço europeu, com os aviões de que receberam instrução no fabricante Boieng, nos Estados Unidos da América.

Analistas do sector, acreditam estar-se perante uma solução paliativa de resultados duvidosos e custos suspeitos, uma vez que , ao que parece, pouco está a ser feito para tirar a TAAG da lista negra da União Europeia.

Fontes afectas à aviação comercial angolana, avançaram mesmo que desde a suspensão a 6 de Julho que a TAAG não deu um passo para solucionar os itens que lhe macularam a imagem, ao deixar a apanhar pó na placa do aeroporto de Luanda a quase totalidade de uma frota recentemente adquirida e que lhe custou cerca de um bilião de dólares.

Nelson Pereira, o presidente da TAAG, António Pombal, director do Instituto de Aviação Civil,e outros responsáveis aeronáuticos, encontram-se na Europa a redesenhar este esquema alternativo, porque parece estarem a encontrar certa dificuldade na solução dos pontos criticos que levarão o comité de segurança da União Europeia a incluir a companhia angolana de bandeira na lista proibida de voar para o seu espaço aéreo.

Estas dificuldades terão levado à conclusão que muito dificilmente a TAAG conseguirá estar em condições de pedir a revisão da sua situação ao comité especializado da União Europeia, quando este voltar a reunir em Outubro.

Para os analistas contactados, a impunidade com que os responsáveis dos transportes e da TAAG têm conhecido desde o início da crise é que leva à que se busquem «esquemas» ao invés de se ir ao fundo da questão e resolver-se o problema definitivamente.

Depois de ter experimentado a solução Cabo Verde, através da ligação via Sal e transbordo nos TACV para Lisboa e vice-versa, que se revelou impraticável, a companhia angolana encontrou no fretamento de algumas aeronaves a empresas charter portuguesas uma alternativa para voar directamente para Lisboa e Paris. Na ocasião foram fretados voos à Ordest, White e Euro Atlantic que também vieram a revelar-se impraticavéis pelo facto das aludidas companhias de aviação terem compromissos anteriores que não lhes permitiam efectuar a totalidade dos voos da TAAG na frequência diária para Lisboa e semanal para Paris.

A TAAG virou-se então para a South African Airways, solução que muitos já haviam avançado como a mais fácil e, eventualmente, mais barata, mas que ciúmes de protagonismo ou interesses espúrios atiraram como última alternativa.

Tem sido através de um Boieng 747-400, com as tres classes utilizadas pelos aviões da TAAG, que a companhia sul-africana tem assegurado a ligação diária Luanda- Lisboa e vice-versa, num vai-vem que nesta altura do ano quase não chega para as encomendas, tal o número de passageiros interessados nesta rota que é, como se sabe, partilhada com a TAP com igual número de frequências.

A tripulação de cockpit e parte de cabine é sul-africana, havendo alguns assistentes da TAAG que auxiliam no serviço de bordo e tradução.

Desconhece-se o montante que a TAAG paga a companhia su-africana, mas fontes afectas à aviação estimam que njunca será inferior e 150 mil dólares por trajecto, o que poderia perfazer qualqjuer coisa como dois milhões de dólares por semana.

Na revista de bordo em circulação, o presidente da TAAG anuncia aos passageiros a abertura, ainda este ano, de frequências para Londres, Frankfurt, Dubai e Pequim.

Londres falhou devido à suspensão da União Europeia; Frankfurt segue a mesma rota, enquanto se aceleram as formalidades para levar os aviões da TAAG a Pequim e Dubai, operações em que a companhia pretende actuar com os Boieng's 747-300, que actualmente fazem Rio de Janeiro e Joanesburg.
Fonte:voz da america
bém,antes de mais nada,gostaria imenso de parabenlizar este maravilhoso,grupo de avia
Taag737-200
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Mensagem por Taag737-200 »

O afundar da Taag cheira-me a uma serie coordenado de procedimentos completamente estudados. Nao me admiro a nada que esteja a acontecer porque eu e outros meus colegas afriacnos e Sul americanso previamos este quadro. Quadro da Corrupcao, do aproveitamento facil e de estrangulamento de uma compania sem deixar de ohar para o fundo dos olhos dela enquanto ela morre lentamente e cheia de dores.Nao gostaria de comentar esta materia... Mas que fazer, Agora pode-se ver o mesmo a acontecer com a Sonair . Um B737 Novinho em folha a se-lhe entregue e paradinho sem poder voar visto que so lembraram-se de enviar a equipa de mecanicos a muito bem pouco tempo sendo que o ultimo grupo ainda nao conseguiu se reunir em Seatle. Gostaria muito de saber se os Admistradores das nossa companias aerias estatais teem nocao do quanto e' caro manter o aparelho no chao? Nao sei se esta gente tem nocoes economicos. Ate parecem filhinhos de papais quando chegam da Africa do sul e apenas querem mexer e partir os carrinhos dos pais de tanto sacrificio que estao parqueados na garagem. Nao sou extremistas, mas acho q a revenda de um grupo de trens pricipal do Triple 7 daria para procurar por 4 bons advogadso de acusacao e meter a direccao actual e anterior da Taag e da Sonair na Prison, porque a Jail seria pouco.

Senhores, penso mesmo q a Admitracao da Air 26 or da Air jet ou uma outra compania privada angolana cuidaria muito melhor deste assunto se a eles fosse chamados a intervir. Isto e' mesmo Triste
Avioes sao a minha Loucura
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