A BRA não pode trazer novos aviões
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Anonymous
A BRA não pode trazer novos aviões
O DAC está impedindo a BRA de trazer novos aviões se ela não se tornar uma cia. regular. Acho isso um absurdo , deveria existir espaço para tudo , regular , não-regular , cargueira , regional , etc... Essa política do DAC é triste , burra e parcial. Agora parece que a BRA ofereceu continuar com a não-regular e abrir outra , regular , vamos ver no que dá , boa sorte para ela na briga com os "cachorros grandes" da aviação regular !
Troy.
Troy.
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aviationcombr
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RockboyDF
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...
Eu já concordo com o DAC. A BRA colhe os benefícios de uma compania regular, agindo como uma "charteira". Não dá pra colocar um pé em cada margem do rio. Daqui de Brasília para o Rio de Janeiro ou para São Luís (MA), diariamente há vôos saindo no mesmo horário, sempre lotados, com a tarifa mais baixa de todas. Isso não é ser regular? 
Leonardo Vasconcelos- SBBR
- arthuramaral_CGR
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Acho um absurdo porque a restrição deveria ser pela inexistência de mercado para uma nova aeronave (que era o que se dizia até pouco tempo). Se a BRA comprovou que existe mercado para trazer um avião (até porque o mercado tem crescido, não?!) então porque não é regular não pode?! Ta cheirando a ingerência política mesmo...
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Anonymous
Até certo ponto, o DAC está correto. A BRA fica operando conforme RBHA 135, tirando proveito de benefícios que só quem opera assim tem, com vôos quase regulares praticando preços mais baixos (opr. charter) e tirando pax da outras empresas que são regulares e tem mais taxas para pagar.
Tá na hora de freiar essa bagunça e exigir que a BRA saia de cima do muro. Ou opera 121 ou 135.
Tb sou pax e gosto de preços baixos, mas tb me importo com o mercado pois quero fazer parte dele.
Abraços
Tá na hora de freiar essa bagunça e exigir que a BRA saia de cima do muro. Ou opera 121 ou 135.
Tb sou pax e gosto de preços baixos, mas tb me importo com o mercado pois quero fazer parte dele.
Abraços
Em parte cada um tem sua razão, inclusive o DAC.
Que a BRA opera quase como uma Cia regular e se benificia como charteira
isso não é mais novidade. Conforme mencionado aqui, em muitas cidades
seus vôos partem lotados DIARIAMENTE como regular e ainda tem uma
série de beneficios que as regulares não tem.
Mas também temos que ver que, graças as tarifas abusivas que as regulares
praticam, abre vaga para a BRA no país como esta agora. Nunca há de faltar
passageiros para vôos baratos, nunca. [b][u]
Agora acredito que para cobrir a malha com o projeto de vôos em dias
intercalados da semana em várias regiões do país, a frota da BRA é suficiente.
Mas também é muita coinscidencia a BRA fazer tal solicitação vendo a
situação da VASP. Se ela é Charteira, tem que ficar quieta e continuar
seu trabalho que esse final de 2004 e inicio de 2005 praticou tarifas não
muito baratas por ser uma Cia que não parcela sem juros e não tem
horários fixos.[/u][/b]
Que a BRA opera quase como uma Cia regular e se benificia como charteira
isso não é mais novidade. Conforme mencionado aqui, em muitas cidades
seus vôos partem lotados DIARIAMENTE como regular e ainda tem uma
série de beneficios que as regulares não tem.
Mas também temos que ver que, graças as tarifas abusivas que as regulares
praticam, abre vaga para a BRA no país como esta agora. Nunca há de faltar
passageiros para vôos baratos, nunca. [b][u]
Agora acredito que para cobrir a malha com o projeto de vôos em dias
intercalados da semana em várias regiões do país, a frota da BRA é suficiente.
Mas também é muita coinscidencia a BRA fazer tal solicitação vendo a
situação da VASP. Se ela é Charteira, tem que ficar quieta e continuar
seu trabalho que esse final de 2004 e inicio de 2005 praticou tarifas não
muito baratas por ser uma Cia que não parcela sem juros e não tem
horários fixos.[/u][/b]
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Anonymous
Ate que enfim uma opiniao sensata!!!Cmte Seabra escreveu:Até certo ponto, o DAC está correto. A BRA fica operando conforme RBHA 135, tirando proveito de benefícios que só quem opera assim tem, com vôos quase regulares praticando preços mais baixos (opr. charter) e tirando pax da outras empresas que são regulares e tem mais taxas para pagar.
Tá na hora de freiar essa bagunça e exigir que a BRA saia de cima do muro. Ou opera 121 ou 135.
Tb sou pax e gosto de preços baixos, mas tb me importo com o mercado pois quero fazer parte dele.
Abraços
Assino embaixo.
Um abraço
Leone
- arthuramaral_CGR
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Apenas uma questão: não é próprio DAC quem permite que a BRA funcione assim?! Então ou o DAC corta estes benefícios ou então arque com a antipatia de criar regras pontuais para prejudicar esta ou aquela cia.Cmte Seabra escreveu:Até certo ponto, o DAC está correto. A BRA fica operando conforme RBHA 135, tirando proveito de benefícios que só quem opera assim tem, com vôos quase regulares praticando preços mais baixos (opr. charter) e tirando pax da outras empresas que são regulares e tem mais taxas para pagar.
Tá na hora de freiar essa bagunça e exigir que a BRA saia de cima do muro. Ou opera 121 ou 135.
Tb sou pax e gosto de preços baixos, mas tb me importo com o mercado pois quero fazer parte dele.
Abraços
Concordo com o que o amigo disse, mas surgiu esta dúvida.
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Anonymous
Não concordo que as tarifas praticadas por nossas empresas de "Bandeira" sejam abusivas. Para mim, são caras mas não abusivas.SOUSA escreveu: Mas também temos que ver que, graças as tarifas abusivas que as regulares
praticam, abre vaga para a BRA no país como esta agora. Nunca há de faltar
passageiros para vôos baratos, nunca.
Na aviação nada é barato e tudo é cotado em US$. Desde um parafuso até as taxas de utilização de aeroportos. O Brasil tem uma aviação de primeiro mundo que é cerficada e fiscalizada com tal, sendo a segunda maior frota no mundo, mas é um pais de terceiro mundo, com muita desigualdade social e econômica.
Nossa aviação é exigida e cobrada (em US$) como 1º mundo e arrecada como 3º mundo (em R$) além de pagar impostos demais - No Brasil, as empresas aéreas tem "lucro" somente até meados de agosto, o restante do ano, pagam impostos. Nos EUA pagam 25 dias por ano em impostos.
A Gol entrou no mercado praticando preços baixos e agora pratica preços parecidos com os das outras empresas. O que será que aconteceu? Foi esperta em ganhar mercado para aumentar preços depois ou viu que a realidade de empresa aérea no Brasil é um pouco mais cara e se adequou ao sistema?
A BRA pratica preços baixos por operar como "Complementar" e tem benefícios com tal. (Pode adiantar, atrasar e até mesmo cancelar um vôo sem aviso prévio -12hs). Então, se por acaso, algum vôo não tiver nenhum pax, poderá cancelar o vôo. Uma empresa de regular seria obrigada a decolar de qualquer maneira para cumprir Hotran.
Quero ver após a "regularização" da BRA se as mesmas tarifas serão aplicadas.
Abraços
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Anonymous
concordo
Concordo! Um azul bem lá do sul...............Gustavok escreveu:Sinto cheiro de um certo lobby azul mostrando suas garras....
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Anonymous
Aos amigos que concordam com o DAC continuo achando absurdo.
Primeiro que para quem não sabe por ser não regular a BRA paga tarifas aeroportuárias MUITO mais caras do que as outras cias , segundo porque se existe o nome "cia. suplementar" designado pelo prórpio DAC , porque agora ficar coibindo seu crescimento ?
Duvido que se tornando regular a empresa consiga cobrar tarifas como as de hoje , principalmente para um país de gente humilde como o nosso , onde muita gente pôde iniciar suas viagens aéreas por causa da BRA ( ou seja ter mais dignidade de nao ficar 3 ou 4 dias enfiado em ônibus ). De repente até seria mais negócio as outras empresas também criarem seus braços não-regulares , afinal o POVO sairia ganhando.
E só para esclarecer , a BRA não se beneficia do RBHA-135 , como citado pelo amigo Seabra e assinado embaixo pelo amigo Leone , ela cumpre o RBHA-121 como todas as outras empresas regulares , já que 121 se refere a operadoras de aeronaves de grande porte. O 135 , como dito seria apenas para aeronaves de pequeno porte , que seria o caso das regionais.
Mais um detalhe , a BRA pouco tirou pax de outras cias tradicionais, penso que pelo menos 90% dos seus pax eram antigos usuários de ônibus , pelo menos nos vôos para o Nordeste.
Troy.
Primeiro que para quem não sabe por ser não regular a BRA paga tarifas aeroportuárias MUITO mais caras do que as outras cias , segundo porque se existe o nome "cia. suplementar" designado pelo prórpio DAC , porque agora ficar coibindo seu crescimento ?
Duvido que se tornando regular a empresa consiga cobrar tarifas como as de hoje , principalmente para um país de gente humilde como o nosso , onde muita gente pôde iniciar suas viagens aéreas por causa da BRA ( ou seja ter mais dignidade de nao ficar 3 ou 4 dias enfiado em ônibus ). De repente até seria mais negócio as outras empresas também criarem seus braços não-regulares , afinal o POVO sairia ganhando.
E só para esclarecer , a BRA não se beneficia do RBHA-135 , como citado pelo amigo Seabra e assinado embaixo pelo amigo Leone , ela cumpre o RBHA-121 como todas as outras empresas regulares , já que 121 se refere a operadoras de aeronaves de grande porte. O 135 , como dito seria apenas para aeronaves de pequeno porte , que seria o caso das regionais.
Mais um detalhe , a BRA pouco tirou pax de outras cias tradicionais, penso que pelo menos 90% dos seus pax eram antigos usuários de ônibus , pelo menos nos vôos para o Nordeste.
Troy.
Editado pela última vez por Anonymous em Sex Jan 14, 2005 00:12, em um total de 1 vez.
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O que teria acontecido no ano passado se o DAC não se intrometesse no mercado e as empresas continuassem a cobrar R$50,00 num trecho como BSB-FOR ou R$ 30,00 no GYN-BSB? A médio/longo prazo, a empresa com melhor "saúde" sairia vitoriosa pois tiraria a concorrente do mercado, mas tb seria muito sacrificada e iria amargar os custos da concorrência predatória ficando seriamente prejudicada. Resultado: Menos 1 empresa e mais uma endividada e correndo riscos = mais demissões e mercado de trabalho reduzido.Boeing737-300 escreveu:Será que se o DAC não se intrometesse tanto no mercado, vc já não estaria fazendo parte dele ????Cmte Seabra escreveu:Tb sou pax e gosto de preços baixos, mas tb me importo com o mercado pois quero fazer parte dele.
Abraços
- Luciano Cunha
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É, mas até onde sei, as empresas não são burras para dar murro em ponta de faca, e tem todo um estudo e staff para fazê-lo. Tais preços foram praticados em época de baixa e vendendo lugares que fatalmente sairiam vazios.Cmte Seabra escreveu: O que teria acontecido no ano passado se o DAC não se intrometesse no mercado e as empresas continuassem a cobrar R$50,00 num trecho como BSB-FOR ou R$ 30,00 no GYN-BSB? A médio/longo prazo, a empresa com melhor "saúde" sairia vitoriosa pois tiraria a concorrente do mercado, mas tb seria muito sacrificada e iria amargar os custos da concorrência predatória ficando seriamente prejudicada. Resultado: Menos 1 empresa e mais uma endividada e correndo riscos = mais demissões e mercado de trabalho reduzido.
Luciano Cunha
SBBR - SBCI
SBBR - SBCI
Amigos,Cmte Seabra escreveu:...tirando pax da outras empresas que são regulares e tem mais taxas para pagar.
O assunto não é simples pois não conhecemos exatamente os "termos" de operação, o que ocorre exatamente nas negociações das empresas com DAC, tanto é que achamos várias das atitudes desse órgão um pouco "difíceis de entender", pois não parece haver um padrão. Tem-se a nítida impressão de que tudo por lá funciona por lobby e que existe diferença de tratamento para as mais variadas empresas. Reforço: essa é a impressão de alguém que vê de fora. Não estou afirmando que seja assim.
Aproveitando o quote da mensagem do Cmte. Seabra: uma vez que a BRA parece estar dando certo com essas "menos taxas a pagar", será que não era hora de DAC, governo, etc, enxergarem que reduzindo as taxas das demais empresas elas podem se tornar viáveis com muito mais facilidade e que isso, naturalmente, acabaria se revertendo em impostos, ou seja, que abrindo mão de uma parcela de impostos e taxas e permitindo o crescimento do setor, após um certo tempo essas empresas por estarem "maiores" estariam pagando novamente a mesma quantidade de impostos? Falando de forma simplista (e até certo ponto incorreta), seria como trocar "margem" por "volume". Porém acho que não há vontade política nem coragem para isso.
Digo isso tudo pois acho que a viabilidade da BRA não está no fato de só decolar se o vôo estiver pago, e sim por ter custos menores dada a simplicidade de suas operações, por ter uma estrutura de atendimento mais simples e também por pagar menos taxas e estar sujeita a menos exigências do que uma empresa aérea regular. O importante é que já viajei BRA (e fui muito bem atendido por todos os setores com os quais tive contato) e participo de vários fóruns de aviação (assim como a maioria aqui) e não vejo quase reclamações da empresa, inclusive sobre cancelamento de vôos. E o mais importante de tudo: desde o momento que mostrei intenções de adquirir passagens da empresa, fui informado clara e abertamente de que o vôo poderia ter sua data/horário alterados, que o assento era livre e qual seria o serviço oferecido a bordo. Resumindo: não fui enganado e por isso acho que não há nada de errado com a operação dela.
Abraços!!!
Luiz Henrique Bagatin
bagatin@vatsim.com.br
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