27/01/2006 - 20h21
Dono da Gol bate-boca com funcionário da BRA no aeroporto de Congonhas
da Folha Online
A disputa entre as companhias aéreas ultrapassou os limites da guerra de preços. Um desentendimento entre Nenê Constantino, pai do presidente da Gol, Constantino de Oliveira Júnior, e funcionários da BRA foi parar na delegacia do aeroporto de Congonhas, localizado na zona sul de São Paulo. Seu Nenê é membro do conselho de administração da Gol.
De acordo com o supervisor da loja da BRA, Luzinaldo Bezerra de Alencar, o problema ocorreu porque seu Nenê não gostou de ver um banner da concorrente ao lado da loja da Gol em Congonhas --vizinha do balcão de check-in da BRA. "Ele arrancou o banner e ameaçou nosso funcionário", disse Alencar.
Segundo ele, seu Nenê teria dito que colocaria "fogo" no banner se ele voltasse a ser recolocado ao lado da loja da Gol. "O nosso funcionário perguntou: 'quem é o senhor para falar assim comigo?' E ele respondeu: 'sou Constantino e mando aqui'."
A Gol, por sua vez, informou que o banner da BRA estava em frente à loja e não ao lado. Segundo a empresa, seu Nenê encontrou o banner da BRA na frente da loja e que pediu aos funcionários da concorrente para tirar o material publicitário. "Como não foi atendido, removeu pessoalmente o banner", informou a companhia.
A Gol informou ainda que "já havia solicitado anteriormente à BRA a retirada do material, sem ser atendida".
O caso foi registrado no boletim de ocorrência de número 0096/2006 na 2ª Delegacia de Polícia do aeroporto de Congonhas.
Procurada pela reportagem, a delegacia informou que somente a Infraero (Empresa Brasileira de Infra-Estrutura Aeroportuária) poderia se manifestar sobre o caso.
Segundo a Infraero, a informação que se tem é que seu Nenê teria discutido com funcionários da BRA e da OceanAir em Congonhas.
Dono da Gol bate-boca com funcionário da BRA
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Gol e BRA se desentendem em Congonhas
Gol e BRA se desentendem em Congonhas
Panrotas
O supervisor de loja da BRA no Aeroporto de Congonhas, Luzinaldo Bezerra de Alencar, tendo como testemunha o também funcionário da BRA, Ricardo Luiz Lopes, abriu boletim de ocorrência na 2a Delegacia de Polícia, no próprio aeroporto, contra Constantino de Oliveira Júnior, presidente da Gol, que teria, segundo consta do boletim, ameaçado colocar fogo em banner da BRA que estaria, segundo o gerente da BRA, “ao lado da loja da Gol”, e segundo Constantino, “na frente da loja da Gol”. O pai de Constantino, Nenê Constantino também estava presente ao bate-boca, na sexta-feira, 27, e foi quem removeu pessoalmente o banner, por entender que atrapalhava o espaço visual de sua loja e por, segundo a Gol, já ter pedido a retirada do banner anteriormente.
A Gol soltou o seguinte comunicado sobre o caso:
“Esclarecemos que, nesta sexta-feira, o sr. Nenê Constantino, membro do Conselho de Administração da Gol, encontrou banner publicitário da BRA instalado em frente à loja da Gol no Aeroporto de Congonhas. Pediu aos funcionários daquela empresa a retirada do mesmo, que obstruía o espaço visual da loja. Como não foi atendido, removeu pessoalmente o banner. Ressaltamos que a Gol já havia solicitado anteriormente à BRA a retirada do material, sem ser atendida. Gol Linhas Aéreas Inteligentes”.
A BRA não entendeu assim e registrou a ocorrência na delegacia do aeroporto.
Artur Luiz Andrade
Panrotas
O supervisor de loja da BRA no Aeroporto de Congonhas, Luzinaldo Bezerra de Alencar, tendo como testemunha o também funcionário da BRA, Ricardo Luiz Lopes, abriu boletim de ocorrência na 2a Delegacia de Polícia, no próprio aeroporto, contra Constantino de Oliveira Júnior, presidente da Gol, que teria, segundo consta do boletim, ameaçado colocar fogo em banner da BRA que estaria, segundo o gerente da BRA, “ao lado da loja da Gol”, e segundo Constantino, “na frente da loja da Gol”. O pai de Constantino, Nenê Constantino também estava presente ao bate-boca, na sexta-feira, 27, e foi quem removeu pessoalmente o banner, por entender que atrapalhava o espaço visual de sua loja e por, segundo a Gol, já ter pedido a retirada do banner anteriormente.
A Gol soltou o seguinte comunicado sobre o caso:
“Esclarecemos que, nesta sexta-feira, o sr. Nenê Constantino, membro do Conselho de Administração da Gol, encontrou banner publicitário da BRA instalado em frente à loja da Gol no Aeroporto de Congonhas. Pediu aos funcionários daquela empresa a retirada do mesmo, que obstruía o espaço visual da loja. Como não foi atendido, removeu pessoalmente o banner. Ressaltamos que a Gol já havia solicitado anteriormente à BRA a retirada do material, sem ser atendida. Gol Linhas Aéreas Inteligentes”.
A BRA não entendeu assim e registrou a ocorrência na delegacia do aeroporto.
Artur Luiz Andrade
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Marcelo Areias
Marcelo Areias
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Anonymous
Interressante o fato.
Sou variguiano fanático e não abro mão. De outras companhias brasileiras não tenho gostos e por isso prefiro não colocar quem está certo ou errado. Cabe ao bom senso da Infraero colocar a situação em uma balança e ver quem está certa no caso... ou ainda fazer um decreto/lei que proiba banners na frente dos guichês o que seria ridiculo.
Abraço,
Sou variguiano fanático e não abro mão. De outras companhias brasileiras não tenho gostos e por isso prefiro não colocar quem está certo ou errado. Cabe ao bom senso da Infraero colocar a situação em uma balança e ver quem está certa no caso... ou ainda fazer um decreto/lei que proiba banners na frente dos guichês o que seria ridiculo.
Abraço,


