Rota difícil
Em 1948 (com a compra, principalmente, de aviões DC-3, vendidos pelos EUA a preços baixos, como sobra de guerra), 342 cidades brasileiras recebiam vôos regulares. Hoje, são apenas 136;
Os preços dos combustíveis chegam a atingir 50% dos custos das empresas regionais;
Em 2005, as 13 principais companhias regionais responderam por 2,35% dos passageiros transportados no mercado doméstico, no entanto são responsáveis por 60% das cidades atingidas por linhas regulares;
Nos anos 70, o governo dividiu o país em cinco grandes regiões. O objetivo era impulsionar as vendas da recém-criada Embraer (através do EMB-110 - Bandeirante);
As regionais também tinham preferência para operar nos aeroportos centrais;
Com o fim dos subsídios (a suplementação tarifária extinta em 2001), o setor ficou exposto á concorrênciadas grandes empresas, que operam jatos mais econômicos(...);
Agora, as empresas tentam conseguir do governo a volta da suplementação tarifária, que garantiria a rentabilidade de rotas com pouca densidade.
Fonte: JB (De forma resumida)
Maurício.
Brasil ainda longe da integração
Moderador: Moderadores
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Suplementacao tarifaria nao basta.
Precisa sim,uma politica de incentivos e regulamentacao sobre empresas aereas regionais, oferta e porte de aeronaves nas rotas de definicao regional.
Lamentávelmente, as empresas regionais apanharam muito nestes ultimos 8 anos. Nem sei ainda como algumas conseguiram sobreviver diante do abandono governamental.
Precisa sim,uma politica de incentivos e regulamentacao sobre empresas aereas regionais, oferta e porte de aeronaves nas rotas de definicao regional.
Lamentávelmente, as empresas regionais apanharam muito nestes ultimos 8 anos. Nem sei ainda como algumas conseguiram sobreviver diante do abandono governamental.

