Chineses vivem há um mês em aeroporto
Diário de São Paulo
Eles têm problemas nos documentos
Dois chineses que tentavam chegar à Itália e foram expulsos por uso de documentos de outras pessoas, vivem há um mês no Aeroporto Internacional de Guarulhos. Quando saíram da China, Yeung Lap Ming e seu primo, foram para o Suriname, onde ficaram na casa de parentes. Depois, pegaram um vôo para Milão, com escala em São Paulo. Ao chegarem à cidade italiana, eles foram expulsos e devolvidos ao Brasil.
Agora, os dois chineses estão morando numa área restrita do Aeroporto de Guarulhos. O cônsul da China disse que vai conceder uma documentação especial para que os dois possam deixar o Brasil, mas não disse quando.
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- Marcelo Areias
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Chineses 'moram' há um mês em aeroporto de São Paulo
Chineses 'moram' há um mês em aeroporto de São Paulo
Agência Estado
Dois chineses estão morando no aeroporto internacional de São Paulo há um mês, segundo o Jornal Nacional. Eles foram autuados no Brasil por falsa identidade e não podem viajar por não estarem com os documentos verdadeiros. Zhou Yu e Ye Suei Tão usavam os nomes falsos de Jack Chin e Yeung Lap.
Os dois primos queriam tentar a vida do outro lado do mundo e foram para o Suriname, onde possuem parentes. Depois, pegaram um vôo para a Itália que tinha uma escala em São Paulo. Quando chegaram a Milão, foram mandados de volta para o Brasil por estarem com documentos e passaportes falsos.
Como os documentos dos chineses ficaram o Suriname, eles não podem sair do Brasil. Os dois primos estão alojados em uma área restrita do aeroporto, reservada para passageiros em trânsito. À noite, eles dormem em poltronas numa sala com dois banheiros. Os jovens não falam português e não tem parentes no Brasil.
Agência Estado
Dois chineses estão morando no aeroporto internacional de São Paulo há um mês, segundo o Jornal Nacional. Eles foram autuados no Brasil por falsa identidade e não podem viajar por não estarem com os documentos verdadeiros. Zhou Yu e Ye Suei Tão usavam os nomes falsos de Jack Chin e Yeung Lap.
Os dois primos queriam tentar a vida do outro lado do mundo e foram para o Suriname, onde possuem parentes. Depois, pegaram um vôo para a Itália que tinha uma escala em São Paulo. Quando chegaram a Milão, foram mandados de volta para o Brasil por estarem com documentos e passaportes falsos.
Como os documentos dos chineses ficaram o Suriname, eles não podem sair do Brasil. Os dois primos estão alojados em uma área restrita do aeroporto, reservada para passageiros em trânsito. À noite, eles dormem em poltronas numa sala com dois banheiros. Os jovens não falam português e não tem parentes no Brasil.
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Aeroporto de Cumbica é lar de dois chineses há um mês
Aeroporto de Cumbica é lar de dois chineses há um mês
Agência Estado
São Paulo - Dois chineses estão há um mês vivendo nas dependências da sala de trânsito do Aeroporto Internacional de São Paulo, em Cumbica, Guarulhos. Eles tentaram entrar no Brasil com passaportes falsos e acabaram sendo mantidos no aeroporto por agentes da Polícia Federal.
Os dois chineses se chamam Zhou Yu e Ye Suei Tao e ao entrar no Brasil usavam os passaportes com os nomes Jack Chin e Yeung Lap Ming.
Na sala de Cumbica em que os dois vivem atualmente existem poltronas reclináveis onde eles podem dormir. Os dois também podem tomar banho e usar os dois banheiros do local. Três refeições diárias são pagas pela companhia aérea que os trouxe ao Brasil. Na sala de trânsito, não existem restaurantes e eles podem se divertir somente observando os passageiros ou assistindo a programas de televisão em português, língua que nenhum dos dois dominam. Eles também não sabem falar em inglês, o que dificulta ainda mais a comunicação.
Antes de se aventurar pelo Brasil, os dois chineses viviam no Suriname e disseram aos agentes que ainda têm familiares no país. Eles viajaram do Suriname para a Itália e depois tentaram ingressar no Brasil.
Para poder sair de onde estão, os dois precisam agora conseguir trazer seus documentos verdadeiros. Esse trabalho vem sendo intermediado pela PF, que tem atuado em duas frentes. De um lado, os policiais tentam fazer contato com os parentes dos dois no Suriname para pedir que eles enviem os passaportes. De outro, estão conversando com o Consulado da China em São Paulo. Há cerca de dez dias, os dois passaram a contar com os serviços de uma advogada que pertence à comunidade chinesa na cidade.
Segundo agentes da PF, problemas com estrangeiros barrados costumam ser freqüentes no Aeroporto. Muitos latino-americanos que não sabem da exigência de vistos para entrar no Brasil costumam ficar de castigo na salinha de trânsito, conhecida também como sala dos deportados. Mas raramente passam de uma semana.
Bruno Paes Manso
Agência Estado
São Paulo - Dois chineses estão há um mês vivendo nas dependências da sala de trânsito do Aeroporto Internacional de São Paulo, em Cumbica, Guarulhos. Eles tentaram entrar no Brasil com passaportes falsos e acabaram sendo mantidos no aeroporto por agentes da Polícia Federal.
Os dois chineses se chamam Zhou Yu e Ye Suei Tao e ao entrar no Brasil usavam os passaportes com os nomes Jack Chin e Yeung Lap Ming.
Na sala de Cumbica em que os dois vivem atualmente existem poltronas reclináveis onde eles podem dormir. Os dois também podem tomar banho e usar os dois banheiros do local. Três refeições diárias são pagas pela companhia aérea que os trouxe ao Brasil. Na sala de trânsito, não existem restaurantes e eles podem se divertir somente observando os passageiros ou assistindo a programas de televisão em português, língua que nenhum dos dois dominam. Eles também não sabem falar em inglês, o que dificulta ainda mais a comunicação.
Antes de se aventurar pelo Brasil, os dois chineses viviam no Suriname e disseram aos agentes que ainda têm familiares no país. Eles viajaram do Suriname para a Itália e depois tentaram ingressar no Brasil.
Para poder sair de onde estão, os dois precisam agora conseguir trazer seus documentos verdadeiros. Esse trabalho vem sendo intermediado pela PF, que tem atuado em duas frentes. De um lado, os policiais tentam fazer contato com os parentes dos dois no Suriname para pedir que eles enviem os passaportes. De outro, estão conversando com o Consulado da China em São Paulo. Há cerca de dez dias, os dois passaram a contar com os serviços de uma advogada que pertence à comunidade chinesa na cidade.
Segundo agentes da PF, problemas com estrangeiros barrados costumam ser freqüentes no Aeroporto. Muitos latino-americanos que não sabem da exigência de vistos para entrar no Brasil costumam ficar de castigo na salinha de trânsito, conhecida também como sala dos deportados. Mas raramente passam de uma semana.
Bruno Paes Manso
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