A FAB possui 46 células, compreendendo F5-E e F5-F e apenas 2 esquadrões, o 1º/1ºGAV e o 1º/14º GAV, operando tais aeronaves. Todos nós sabemos que devem estar em operação, no máximo 30 aeronaves. Groundeadas umas 16, por aí. O Fato é que, por contrato, todas as 46 células estarão convertidas para a versão BR até abril de 2006, sendo que os F-103 já deverão estar desativados em dezembro de 2005. Prazo para uma nova licitação não mais existe, mesmo porque não há vontade política do govêrno para tal. Com 247 milhões orçados para 2005, mal dá para manter a operacionalidade da Fôrça e alguma aquisição (talvez uns quatro ou seis Black Hawk). Então, em dezembro de 2005, haverá uma quantidade de FBR para equipar o 1º GDA e o problema estará satisfatoriamente resolvido, pois os F5-EBR serão mais modernos que os Tigres III dos chilenos, tidos como os mais avançados caças da América do Sul. Os três esquadrões estarão operando o mesmo tipo de aeronave. Comenta-se que, dado o resultado altamente satisfatório do programa de up-grade dos F-5, a FAB já está procurando, no mercado mundial, mais células para serem convertidas. Quem viver, verá...
Um abraço e até mais...


