Gostaria de saber se todas as aeronaves (inclusive os MD-11) da VarigLog são próprias? Será que o futuro dono aposentará os maravilhosos mais antieconômicos B727-100 e 200 ?
abraços
Luiz40
Sobre a venda da VarigLog
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CHARLES SBBR
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Felipe Weber
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Para ilustrar melhor o tópico coloco aqui o texto de autoria do Gianfranco Betting, retirado do sítio Aerohobby. O texto reflete muito o que eu penso sobre a possível venda da VLOG e VEM. A venda das subsidiárias que dão lucro está mais com cara de auto-suicídio do que de solução para os problemas da Pioneira. Será que os atuais interventores querem mesmo "salvar" a VARIG? Ou será que há outros interesses por trás disso?
"Com as notícias de que a Varig irá vender a subsidiária de carga Variglog a um grupo de investidores norte-americanos e, comenta-se que em breve, a VEM - Varig Engenharia e Manutenção, - duas divisões de negócios da Pioneira que apresentam lucro operacional, questionamos a propriedade dessa decisão empresarial. Vão-se os anéis, ficam os dedos? Quem sabe das coisas sabe que nunca é assim.
Empresa aérea nenhuma que vendeu suas divisões mais rentáveis, em momentos de crise, sobreviveu. Foi assim com a TWA, que vendeu as rotas para Londres para a American Airlines. Tempos depois, a TWA foi comprada pela própria AA. Foi assim com a Eastern, que vendeu as rotas latino-americanas para a American. Mas talvez o caso mais emblemático da situação da Varig seja a de outra empresa tradicional, querida e, porque não dizer, mítica como a própria Varig: a PanAm.
A lendária empresa, em seu declínio pós 1980, vendeu todas as suas divisões lucrativas, apenas para dar no que deu: seu fim inglório, em dezembro de 1991. Veja: a PanAm vendeu a rede de hotéis Intercontinental; as rotas do Pacífico para a United; as transatlânticas, para a Delta. Quando ela estava "enxuta," isto é, após utilizar todo o resultado de tantas vendas para ganhar algum fôlego e poder honrar com as contas mais atrasadas e pagar pelos insumos mais básicos, foi declarada falida.
Onde é que oa administradores atuais da Varig estão com a cabeça? Vender as jóias da Coroa, como a história mostra nestes e em outros sucessivos exemplos, nunca salvou ninguém. Ao contrário: fatiar empresas e vender as partes boas somente acelera o processo de agonia. Até porque eventuais interessados em investir no Grupo Varig, acabam perdendo as esperanças de uma virada. Fazendo as contas, descobrem que o buraco é mais embaixo e que as partes vigorosas do negócio, capazes de ajudar numa eventual recuperação, já não estão mais lá.
Acho impressionante que a situação tenha chegado nesse ponto. A venda dessas fatias do "bolo" da Varig mais parece um sinal da ausência de cabeças pensantes na presidência da empresa. Ou de desespero. De que valem os 38 milhões de dólares que a eventual venda da Variglog representam para uma empresa que deve R$ 10 bilhões? É o mesmo que oferecer aspirina para um atropelado. Ou será que a situação é tão grave assim, que não dá aos atuais administradores nenhuma outra idéia, a não ser essa desesperada opção? Seja como for, nossa opinião é que este se trata de um dos passos mais desajeitados na longa história da empresa. O problema é que esse passo é dado justo na hora que a companhia anda, claudicante, na corda bamba. A Fundação Ruben Berta promete estudar com rigor a decisão e eventualmente poderá até mesmo vetar a venda.
Repetimos: a lição, aparentemente não aprendida na cabine de comando da Varig é que não é vendendo os anéis que se garantem os dedos. Ou como ensina um economista: ninguém consegue economizar até a prosperidade.
Enfim: é triste ver o que acontece com a empresa que por décadas foi a líder de nossa aviação. É triste pensar que outra empresa de passado glorioso, a PanAm, igualmente considerada "intocável" pela opinião pública, tamanha era a carga emotivo/afetiva que a marca despertava, como é o caso da Varig, tenha tido um fim tão inglório."
"Com as notícias de que a Varig irá vender a subsidiária de carga Variglog a um grupo de investidores norte-americanos e, comenta-se que em breve, a VEM - Varig Engenharia e Manutenção, - duas divisões de negócios da Pioneira que apresentam lucro operacional, questionamos a propriedade dessa decisão empresarial. Vão-se os anéis, ficam os dedos? Quem sabe das coisas sabe que nunca é assim.
Empresa aérea nenhuma que vendeu suas divisões mais rentáveis, em momentos de crise, sobreviveu. Foi assim com a TWA, que vendeu as rotas para Londres para a American Airlines. Tempos depois, a TWA foi comprada pela própria AA. Foi assim com a Eastern, que vendeu as rotas latino-americanas para a American. Mas talvez o caso mais emblemático da situação da Varig seja a de outra empresa tradicional, querida e, porque não dizer, mítica como a própria Varig: a PanAm.
A lendária empresa, em seu declínio pós 1980, vendeu todas as suas divisões lucrativas, apenas para dar no que deu: seu fim inglório, em dezembro de 1991. Veja: a PanAm vendeu a rede de hotéis Intercontinental; as rotas do Pacífico para a United; as transatlânticas, para a Delta. Quando ela estava "enxuta," isto é, após utilizar todo o resultado de tantas vendas para ganhar algum fôlego e poder honrar com as contas mais atrasadas e pagar pelos insumos mais básicos, foi declarada falida.
Onde é que oa administradores atuais da Varig estão com a cabeça? Vender as jóias da Coroa, como a história mostra nestes e em outros sucessivos exemplos, nunca salvou ninguém. Ao contrário: fatiar empresas e vender as partes boas somente acelera o processo de agonia. Até porque eventuais interessados em investir no Grupo Varig, acabam perdendo as esperanças de uma virada. Fazendo as contas, descobrem que o buraco é mais embaixo e que as partes vigorosas do negócio, capazes de ajudar numa eventual recuperação, já não estão mais lá.
Acho impressionante que a situação tenha chegado nesse ponto. A venda dessas fatias do "bolo" da Varig mais parece um sinal da ausência de cabeças pensantes na presidência da empresa. Ou de desespero. De que valem os 38 milhões de dólares que a eventual venda da Variglog representam para uma empresa que deve R$ 10 bilhões? É o mesmo que oferecer aspirina para um atropelado. Ou será que a situação é tão grave assim, que não dá aos atuais administradores nenhuma outra idéia, a não ser essa desesperada opção? Seja como for, nossa opinião é que este se trata de um dos passos mais desajeitados na longa história da empresa. O problema é que esse passo é dado justo na hora que a companhia anda, claudicante, na corda bamba. A Fundação Ruben Berta promete estudar com rigor a decisão e eventualmente poderá até mesmo vetar a venda.
Repetimos: a lição, aparentemente não aprendida na cabine de comando da Varig é que não é vendendo os anéis que se garantem os dedos. Ou como ensina um economista: ninguém consegue economizar até a prosperidade.
Enfim: é triste ver o que acontece com a empresa que por décadas foi a líder de nossa aviação. É triste pensar que outra empresa de passado glorioso, a PanAm, igualmente considerada "intocável" pela opinião pública, tamanha era a carga emotivo/afetiva que a marca despertava, como é o caso da Varig, tenha tido um fim tão inglório."
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Ajude o Banco de Alimentos do RS. Acesse http://www.bancodealimentosrs.org.br e conheça este belo trabalho.
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Também tenho a opinião de que é um péssimo negócio para a VARIG, pois deixará de ter mais um ativo, e pelo valor oferecido ficará sem o patrimônio e ainda não resolverá a crise , devido ao alto valor de suas dívidas.Isto me lembra algumas privatizações , apesar da VARIG não ser pública, onde os ativos foram subavaliados e vendidos a preço vil e continuamos com dívidas externa e interna altíssimas e perdemos empresas valiosas.
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Anonymous
Boa noite Oswaldo e outros,
Na verdade nem eu nem qualquer de voces incluído aí o autor do artigo tem conhecimento das contas da Varig. Portanto as opiniões dadas embora expressem, creio eu, sempre a vontade de que o melhor aconteça, são baseadas sempre no superficial.
Em outras situações sempre dou o seguinte exemplo: se voce tem uma dívida de 100 e um terreno que vale 100, se ocorrer a venda vc. está zero a zero. Entretanto se vc. acha que vale esperar, sua dívida no próximo período será 110 e seu terreno ainda valerá 100 porque o mercado sabe disto. Mas vc. é teimoso e continua esperando. Logo sua dívida será 150 e seu terreno continua valendo 100. Mas seus credores lhe apertam e vc. vai ter então que vender o terreno e às pressas. Receberá 80 e seu passivo a descoberto que antes era zero a zero virou 70 negativo. Logo, em situações similares o mais eficaz é realizar o prejuízo ainda que pequeno e recomeçar a operação
Na sexta-feira, o presidente da varig mandou mensagem aos funcionários explicando que a venda serviria para botar os salários em dia e acertar o passos com os lessors. Mas para surpresa deles, os sindicatos tentavam impugnar este caminho.
Se os sindicatos pensam que é o melhor caminho é bom avaliar que se a empresa quebra o valor da Variglog vai entrar em queda livre.
Mas eu, como vcs, estou também por fora da real.
Sds
Na verdade nem eu nem qualquer de voces incluído aí o autor do artigo tem conhecimento das contas da Varig. Portanto as opiniões dadas embora expressem, creio eu, sempre a vontade de que o melhor aconteça, são baseadas sempre no superficial.
Em outras situações sempre dou o seguinte exemplo: se voce tem uma dívida de 100 e um terreno que vale 100, se ocorrer a venda vc. está zero a zero. Entretanto se vc. acha que vale esperar, sua dívida no próximo período será 110 e seu terreno ainda valerá 100 porque o mercado sabe disto. Mas vc. é teimoso e continua esperando. Logo sua dívida será 150 e seu terreno continua valendo 100. Mas seus credores lhe apertam e vc. vai ter então que vender o terreno e às pressas. Receberá 80 e seu passivo a descoberto que antes era zero a zero virou 70 negativo. Logo, em situações similares o mais eficaz é realizar o prejuízo ainda que pequeno e recomeçar a operação
Na sexta-feira, o presidente da varig mandou mensagem aos funcionários explicando que a venda serviria para botar os salários em dia e acertar o passos com os lessors. Mas para surpresa deles, os sindicatos tentavam impugnar este caminho.
Se os sindicatos pensam que é o melhor caminho é bom avaliar que se a empresa quebra o valor da Variglog vai entrar em queda livre.
Mas eu, como vcs, estou também por fora da real.
Sds
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Felipe Weber
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Caro adalberto oliveira, bastante relevante sua argumentação mas discordo dela. Não é uma questão de quando será a venda da subsidiária de carga, mas sim do baixo valor oferecido. Não é uma questão de saber vender na hora certa, é uma questão de receber um dinheiro que na verdade em pouco adiantaria para salvar a empresa.
Quanto a dívida da VARIG, está em torno de R$ 6 bi (segundo a empresa), e sinceramente não é a venda da VLOG que ira "salvar a lavoura". Ao meu entender, para a VARIG sobreviver e voltar a ser "forte", não pode ela querer vender ou se desfazer do que está dando lucro, do que está certo.
A venda da VLOG não iria pagar nem um décimo da dívida (longe disso), apenas colocaria em dia os salários, com a diferença de que depois de arrecadado o dinheiro da venda não restaria nada a Pioneira, ou melhor, restará ainda a VEM que também será vendida. Outro ponto polêmico, e que eu não consigo entender, é porque a VARIG está se desfazendo da VLOG por um valor baixo. Pra mim este valor chega a ser indecente e pífio.
A notícia abaixo embasa o que eu digo, pois os compradores americanos se "comprometeriam" a pagar U$ 60 mi das dívidas da VLOG e dariam em dinheiro na mão da VARIG apenas U$ 38 mi. Ou seja, cai por terra os argumentos de que a venda seria necessária, pois a empresa precisaria de U$ 100 mi para tocar a empresa pra frente, para se reestruturar de forma viável (segundo palavras do próprio presidente), mas como se vê os U$100 mi sequer chegariam as mãos da Pioneira.
Desta verdadeira confusão que está, teremos o desfecho em poucos dias, e é como você disse, todos nós queremos o melhor para a VARIG e que ela consiga sobreviver a esta terrível situação, mas que de preferência sobreviva a ela com todo o seu patrimônio (VLOG incluso) que foi conquistado com muito esforço por parte da empresa.
Varig espera obter US$ 38 milhões líquidos com venda da VarigLog
O presidente da VARIG, Omar Carneiro da Cunha, afirmou na terça-feira que a empresa está pedindo na Justiça, autorização para a venda de 95% da empresa de logística VarigLog para um private equity dos Estados Unidos.
A VARIG, que enfrenta forte crise financeira, estipulou em U$ 100 milhões o valor de mercado da Varig Log, incluindo dívidas. A norte-americana Matlin Patterson Global Advisors LLC, que já criou uma empresa no Brasil (Velo) para executar a transação, se comprometeria a pagar dívidas da VarigLog estimadas em US$ 60 milhões.
Dos US$ 40 milhões, serão deduzidos US$ 2 milhões relativos à futura participação minoritária da Varig na Variglog, de 5%.
O pedido de venda da VarigLog foi encaminhado na segunda-feira à 8ª vara empresarial do Rio de Janeiro, que enquadrou a Varig na nova Lei de Falências e acompanha o processo de recuperação da empresa.
Segundo Cunha, o negócio prevê a transferência de 11 aeronaves da Variglog para o grupo de investimento norte-americano.
Paralelamente à venda de sua subsidiária de logística, a Varig negocia com a Matlin Patterson a antecipação de recebíveis da própria VarigLog, por vendas de passagens e serviços através do cartão de crédito Visa. O montante é de 50 milhões de dólares e esse valor pode ser ampliado em 15 milhões de dólares.
Por esse acordo de antecipação de recebíveis, assim que aprovada a operação, a Varig receberá 10 milhões de dólares e os outros 40 milhões já acertados num prazo de 30 dias.
"Espero que até o fim deste mês o negócio esteja aprovado e nós recebamos a primeira parcela de 48 milhões de dólares (38 milhões de dólares da venda da VarigLog e 10 milhões de dólares da antecipação de recebíveis)", disse Cunha a jornalistas.
De acordo com o executivo, o dinheiro arrecadado com a venda da VarigLog e os outros até 65 milhões de dólares obtidos com a antecipação de recebíveis são "a necessidade de caixa para atravessarmos esses 6 meses de recuperação judicial".
"Vamos com esse dinheiro regularizar o pagamento de aluguel de aviões, folha de funcionários e retomar o nível de investimento em manutenção da empresa, que foi reduzido nos últimos dois meses."
O executivo informou que a Varig tem cerca de 10 aviões parados por problemas mecânicos, enquanto que a média é de 3 a 4 aviões inativos por manutenção.
Cunha explicou que para a realização da operação de recebíveis não há necessidade de aprovação da Justiça, mas a venda do ativo precisa do aval do juiz Alexander Macedo e dos controladores da Fundação Ruben Berta.
"Eu não recebi agora nenhuma constestação de ninguém da Fundação Ruben Berta. Procuramos mostrar a eles o que vem sendo feito e temos uma carta da fundação manifestando apoio à operação", comentou o presidente da Varig.
Fonte: Invertia
Quanto a dívida da VARIG, está em torno de R$ 6 bi (segundo a empresa), e sinceramente não é a venda da VLOG que ira "salvar a lavoura". Ao meu entender, para a VARIG sobreviver e voltar a ser "forte", não pode ela querer vender ou se desfazer do que está dando lucro, do que está certo.
A venda da VLOG não iria pagar nem um décimo da dívida (longe disso), apenas colocaria em dia os salários, com a diferença de que depois de arrecadado o dinheiro da venda não restaria nada a Pioneira, ou melhor, restará ainda a VEM que também será vendida. Outro ponto polêmico, e que eu não consigo entender, é porque a VARIG está se desfazendo da VLOG por um valor baixo. Pra mim este valor chega a ser indecente e pífio.
A notícia abaixo embasa o que eu digo, pois os compradores americanos se "comprometeriam" a pagar U$ 60 mi das dívidas da VLOG e dariam em dinheiro na mão da VARIG apenas U$ 38 mi. Ou seja, cai por terra os argumentos de que a venda seria necessária, pois a empresa precisaria de U$ 100 mi para tocar a empresa pra frente, para se reestruturar de forma viável (segundo palavras do próprio presidente), mas como se vê os U$100 mi sequer chegariam as mãos da Pioneira.
Desta verdadeira confusão que está, teremos o desfecho em poucos dias, e é como você disse, todos nós queremos o melhor para a VARIG e que ela consiga sobreviver a esta terrível situação, mas que de preferência sobreviva a ela com todo o seu patrimônio (VLOG incluso) que foi conquistado com muito esforço por parte da empresa.
Varig espera obter US$ 38 milhões líquidos com venda da VarigLog
O presidente da VARIG, Omar Carneiro da Cunha, afirmou na terça-feira que a empresa está pedindo na Justiça, autorização para a venda de 95% da empresa de logística VarigLog para um private equity dos Estados Unidos.
A VARIG, que enfrenta forte crise financeira, estipulou em U$ 100 milhões o valor de mercado da Varig Log, incluindo dívidas. A norte-americana Matlin Patterson Global Advisors LLC, que já criou uma empresa no Brasil (Velo) para executar a transação, se comprometeria a pagar dívidas da VarigLog estimadas em US$ 60 milhões.
Dos US$ 40 milhões, serão deduzidos US$ 2 milhões relativos à futura participação minoritária da Varig na Variglog, de 5%.
O pedido de venda da VarigLog foi encaminhado na segunda-feira à 8ª vara empresarial do Rio de Janeiro, que enquadrou a Varig na nova Lei de Falências e acompanha o processo de recuperação da empresa.
Segundo Cunha, o negócio prevê a transferência de 11 aeronaves da Variglog para o grupo de investimento norte-americano.
Paralelamente à venda de sua subsidiária de logística, a Varig negocia com a Matlin Patterson a antecipação de recebíveis da própria VarigLog, por vendas de passagens e serviços através do cartão de crédito Visa. O montante é de 50 milhões de dólares e esse valor pode ser ampliado em 15 milhões de dólares.
Por esse acordo de antecipação de recebíveis, assim que aprovada a operação, a Varig receberá 10 milhões de dólares e os outros 40 milhões já acertados num prazo de 30 dias.
"Espero que até o fim deste mês o negócio esteja aprovado e nós recebamos a primeira parcela de 48 milhões de dólares (38 milhões de dólares da venda da VarigLog e 10 milhões de dólares da antecipação de recebíveis)", disse Cunha a jornalistas.
De acordo com o executivo, o dinheiro arrecadado com a venda da VarigLog e os outros até 65 milhões de dólares obtidos com a antecipação de recebíveis são "a necessidade de caixa para atravessarmos esses 6 meses de recuperação judicial".
"Vamos com esse dinheiro regularizar o pagamento de aluguel de aviões, folha de funcionários e retomar o nível de investimento em manutenção da empresa, que foi reduzido nos últimos dois meses."
O executivo informou que a Varig tem cerca de 10 aviões parados por problemas mecânicos, enquanto que a média é de 3 a 4 aviões inativos por manutenção.
Cunha explicou que para a realização da operação de recebíveis não há necessidade de aprovação da Justiça, mas a venda do ativo precisa do aval do juiz Alexander Macedo e dos controladores da Fundação Ruben Berta.
"Eu não recebi agora nenhuma constestação de ninguém da Fundação Ruben Berta. Procuramos mostrar a eles o que vem sendo feito e temos uma carta da fundação manifestando apoio à operação", comentou o presidente da Varig.
Fonte: Invertia
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Anonymous
Felipe, boa noite
Vc. pode ter razão ou não. Eu não sei quanto vale a Variglog; nem voce. Este valor, se pega a partir do patrimônio líquido da empresa e taxa de remuneração do capital definida pelos acionistas. Aí se chega ao valor mínimo da empresa que não necessariamente é o valor de mercado. Entretanto eu e vc. podemos achar que a empresa vale 1 bi, mas pela situação atual da varig,o mercado pode achar que valha somente 100 mi.
Por uma posição mais conservadora não se faz negócio e a RG quebra, arrastando consigo a pequena jóia da coroa. Neste caso a FEDEX agradece. E com a quebra da Varig não e a Gol e a Tam que vão soltar foguetes: a LAN, a AA, a LH e outras vão agradecer muito aos bravos sindicatos de aeronautas. Aliás os mesmos que promoveram junto com Lula o acordo da TR, que deu no que deu.
Felipe, agora só conjecturando e por não duvidar de mais nada há muito tempo (Alberto Fajerman - Varig por 43 anos é agora diretor da Tam em Paris), lembro que as procurações que os sindicalistas tanto pediam para os aeronautas já não teriam destino certo? É importante não esquecer que a Graziella Baggio é amiga, íntima, de Zé Dirceu.
Como sempre digo, aqui na planície, nós não sabemos de nada.
Espero que todos mantenham seus empregos, que a Gol e a Tam cuidem de seus destinos e que eu ao entrar em um avião possa continuar dizendo bom dia e que bom ver voces.
Sds
Vc. pode ter razão ou não. Eu não sei quanto vale a Variglog; nem voce. Este valor, se pega a partir do patrimônio líquido da empresa e taxa de remuneração do capital definida pelos acionistas. Aí se chega ao valor mínimo da empresa que não necessariamente é o valor de mercado. Entretanto eu e vc. podemos achar que a empresa vale 1 bi, mas pela situação atual da varig,o mercado pode achar que valha somente 100 mi.
Por uma posição mais conservadora não se faz negócio e a RG quebra, arrastando consigo a pequena jóia da coroa. Neste caso a FEDEX agradece. E com a quebra da Varig não e a Gol e a Tam que vão soltar foguetes: a LAN, a AA, a LH e outras vão agradecer muito aos bravos sindicatos de aeronautas. Aliás os mesmos que promoveram junto com Lula o acordo da TR, que deu no que deu.
Felipe, agora só conjecturando e por não duvidar de mais nada há muito tempo (Alberto Fajerman - Varig por 43 anos é agora diretor da Tam em Paris), lembro que as procurações que os sindicalistas tanto pediam para os aeronautas já não teriam destino certo? É importante não esquecer que a Graziella Baggio é amiga, íntima, de Zé Dirceu.
Como sempre digo, aqui na planície, nós não sabemos de nada.
Espero que todos mantenham seus empregos, que a Gol e a Tam cuidem de seus destinos e que eu ao entrar em um avião possa continuar dizendo bom dia e que bom ver voces.
Sds