[SBRF INFO]B744 da Lufthansa esteve hoje em REC- Emer.Medica
Moderador: Moderadores
Regras do fórum
As regras do fórum estão disponíveis CLICANDO AQUI.
As regras do fórum estão disponíveis CLICANDO AQUI.
-
Anonymous
[SBRF INFO]B744 da Lufthansa esteve hoje em REC- Emer.Medica
Pousou hoje (quinta-feria) por volta das 18:00LT, um 744 da Lufthansa reg D-ABVT devido a uma emergêcia médica, decolou por volta das 22:10 LT, fiz uma foto só de registro, vou mandá-la para o myavition.net e depois divulgo o link.
Abs.
Abs.
-
Anonymous
-
Anonymous
-
Bruno Geovane
- CMTE.

- Mensagens: 511
- Registrado em: Dom Dez 19, 2004 09:45
- Localização: Brasília - DF
De acordo com o site do Terra o passageiro, um senhor de 85 anos de idade, infelizmente faleceu.
Vejam a notícia na íntegra: http://noticias.terra.com.br/brasil/int ... 06,00.html
Vejam a notícia na íntegra: http://noticias.terra.com.br/brasil/int ... 06,00.html
-
CORSARIO 2402
- MULTI

- Mensagens: 469
- Registrado em: Dom Dez 19, 2004 20:52
- Localização: RECIFE
-
Anonymous
-
Anonymous
Prezado Lucas,
Em situações de emergência, o aeroporto mais próximo seria a alternativa. Entretanto, devem ser levados em consideração vários fatores operacionais (condições meteorológicas, NOTAM, horário de funcionamento do Órgão ATS), bem como o comprimento x largura x PCN da(s) pista(s), que comportem a aeronave em questão. Outro fator importante, nesse tipo de emergência (médica), seria a infra-estrutura hospitalar, a ser disponibilizada ao paciente, após o desembarque.
Vale salientar que algum tempo atrás, por exemplo, um 777-200 da Air France pousou em emergência em SBFZ.
Há mais tempo ainda, houve um fato curioso. Um C-141 Starlifter da USAF estava com "fuel shortage" até chegar em SBRF. De imediato, o comandante resolveu pousar em SBJU (Juazeiro do Norte, isso mesmo!), obviamente, após consultar o ACC-RE sobre a operacionalidade do AD. Vale salientar que lá não existia órgão ATC (prestava-se apenas o Serviço de Informação de Vôo - AFIS) e a pista tinha apenas 1.800m!
Em situações de emergência, o aeroporto mais próximo seria a alternativa. Entretanto, devem ser levados em consideração vários fatores operacionais (condições meteorológicas, NOTAM, horário de funcionamento do Órgão ATS), bem como o comprimento x largura x PCN da(s) pista(s), que comportem a aeronave em questão. Outro fator importante, nesse tipo de emergência (médica), seria a infra-estrutura hospitalar, a ser disponibilizada ao paciente, após o desembarque.
Vale salientar que algum tempo atrás, por exemplo, um 777-200 da Air France pousou em emergência em SBFZ.
Há mais tempo ainda, houve um fato curioso. Um C-141 Starlifter da USAF estava com "fuel shortage" até chegar em SBRF. De imediato, o comandante resolveu pousar em SBJU (Juazeiro do Norte, isso mesmo!), obviamente, após consultar o ACC-RE sobre a operacionalidade do AD. Vale salientar que lá não existia órgão ATC (prestava-se apenas o Serviço de Informação de Vôo - AFIS) e a pista tinha apenas 1.800m!
-
CORSARIO 2402
- MULTI

- Mensagens: 469
- Registrado em: Dom Dez 19, 2004 20:52
- Localização: RECIFE
-
Anonymous
Por que o espanto q o C-141 STARLIFTER pousou em uma pista de de apenas 1800 m ntcjr?
Por um fator muito simples: o PCN da pista de pouso/decolagem não suportava o peso da aeronave, que, por sinal, estava com 35 toneladas de carga a bordo. O piloto teve que tocar na pista o mais suave possível, o que veio a acontecer, mas, em torno de 300m. além do ponto de toque, tendo utilizado toda a extensão da pista, literalmente.
-
CORSARIO 2402
- MULTI

- Mensagens: 469
- Registrado em: Dom Dez 19, 2004 20:52
- Localização: RECIFE
-
Anonymous
Vc ainda naum explicou o espanto de que o STARLIFTER ter pousado em uma rwy de apenas 1800 metros.
E como vc sabia q ele pousou apos os 300 metros do ponto de toque?
Serah q ele pousou realmente suave?
SDS
RAFAEL CRUZ - SBRF
Ligue para a Prefeitura de Juazeiro do Norte (responsável na época pelo AFIS-SBJU) e procure obter os registros do pouso. Lá você encontrará as respostas.
-
Anonymous
-
Anonymous
Olá, Haroldo,
Creio que foi em 1997. Na época, estava esperando por ele, aqui em REC, acompanhando pelo rádio, quando o comandante fez a solicitação supra citada. O controlador do ACC-RE, ao tomar conhecimento das intenções do piloto, perguntou várias vezes a ele se tinha conhecimento do comprimento e do PCN da pista. Sei que na época foi até notícia de jornal em Juazeiro do Norte. Ainda hoje, os funcionários mais antigos daquele aeroporto lembram do fato.
Posteriormente, ao chegarem em SBRF, a tripulação foi até o terraço fazer um lanche, onde eu e Luciano Cavalcanti (locutor da Rede Globo em Recife, hoje residente em Miami), que fala fluentemente inglês, fomos abordá-los para saber sobre o acontecido. Muito resumidos, eles limitaram-se a dizer que se preocuparam mais com a PCN da pista, devido ao peso da aeronave, principalmente, na decolagem, já que havia muitos buracos em sua extensão e eles estavam com 35 ton de carga a bordo. Por isso, decolaram com o combustível mínimo para chegar a Recife/alternativa, já que o calor excessivo restringia a performance de decolagem da aeronave.
Creio que foi em 1997. Na época, estava esperando por ele, aqui em REC, acompanhando pelo rádio, quando o comandante fez a solicitação supra citada. O controlador do ACC-RE, ao tomar conhecimento das intenções do piloto, perguntou várias vezes a ele se tinha conhecimento do comprimento e do PCN da pista. Sei que na época foi até notícia de jornal em Juazeiro do Norte. Ainda hoje, os funcionários mais antigos daquele aeroporto lembram do fato.
Posteriormente, ao chegarem em SBRF, a tripulação foi até o terraço fazer um lanche, onde eu e Luciano Cavalcanti (locutor da Rede Globo em Recife, hoje residente em Miami), que fala fluentemente inglês, fomos abordá-los para saber sobre o acontecido. Muito resumidos, eles limitaram-se a dizer que se preocuparam mais com a PCN da pista, devido ao peso da aeronave, principalmente, na decolagem, já que havia muitos buracos em sua extensão e eles estavam com 35 ton de carga a bordo. Por isso, decolaram com o combustível mínimo para chegar a Recife/alternativa, já que o calor excessivo restringia a performance de decolagem da aeronave.




