Na edição de 01/02/1965 da Folha de São Paulo, é publicada uma propagando sobre a 3ª freqüência da Varig para LAX com o Convair 990A “Coronado” que se iniciára em 24/01/ do mesmo ano, conforme reportagem a respeito.
Qué información más espectacular!!... En esa época los paxs en ASU tenían la oportunidad de volar el CV-990 ASU/RIO y conectar para LAX con el mismo modelo de aeronave todo el trayecto.
Já vi foto dele se não me engano em FRA. Talvez não tenha sido utilizado oficialmente, mas emergencialmente, em caso de pane de outra aeroanve. De qualquer forma vou dar uma olhada a noite em casa.
Trecho de uma reportagem da Revista Flap Internacional – Edição Histórica nº 339
Utilização do “Coronado” – CV990A na Varig.
Os três Convair 990A da Varig foram oficialmente entregues pelo fabricante em 1º de março de 1963, com parte de um acordo de intenção de compra assinado pela REAL em 12 de agosto de 1957, originalmente para três Convair 880 e posteriormente convertido para três CV-600, após o programa de desenvolvimento deste último ter sido formalmente lançado no ano seguinte.
Esses aparelhos receberam as matriculas – PP-VJE (n/s 30-10-13), PP-VJF (n/s 30-10-19) e PP-VJG (n/s 30-10-20) e foram adquiridos pelo valor total de 13.028.364,00 dólares, incluindo peças de reposição e treinamento de tripulações.
Os CV-990A da Varig estavam configurados para transportar 103 passageiros mais 13 tripulantes. Todos os três chegaram ao Brasil em abril de 1963 e entraram em operações no mês seguinte. As rotas por eles inicialmente servidas incluíam:
Buenos Aires / Montevidéu / São Paulo / Rio de Janeiro, com duas freqüências semanais as segundas e sábados.
Buenos Aires / Montevidéu / Porto Alegre / São Paulo / Rio de Janeiro, também duas vezes por semana, às terçãs e sábados.
Buenos Aires / São Paulo / Rio de Janeiro, uma vez por semana, aos domingos; e Porto Alegre / Rio de janeiro, também uma vez por semana as segundas feiras.
Nesse período inicial de operações do CV-990A, os vôos com destino a São Paulo serviam-se do aeroporto de Congonhas. Todavia, a partir de setembro de 1963, quando a Varig passou a servir Los Angeles com o novo equipamento, todos os vôos destinados a São Paulo, ou que fizessem escalas na capital paulista, passaram a utilizar o aeroporto de Viracopos, em Campinas, para suas operações.
Os serviços para Los Angeles eram operados duas vezes por semana e, partindo do Rio de janeiro, faziam escalas em São Paulo, Lima, Bogotá, Cidade do Panamá e Cidade do México. Por essa mesma época, os vôos ligando Buenos Aires ao Rio de Janeiro, via Montevidéu, Porto Alegre e São Paulo, passaram a serem operados diariamente.
Esses serviços foram mantidos quase que inalterados durante todo ano de 1964, exceto pela introdução de vôos duas vezes por semana no trecho Rio / Belém / Caracas / Santo Domingos e Miami. Em 1965, os CV-990A voavam para Chicago uma vez por semana, com saída do Rio de Janeiro e escalas em Belém, Caracas, Montego Bay e Miami. Foram inaugurados também serviços com origem no Rio de Janeiro e escala em São Paulo para Assunção, no Paraguai, e um vôo semanal para Roma, com partida do Rio de Janeiro e escalas em Dacar, Lisboa, Madri e Milão. No ano em questão, que é o primeiro para o qual temos registros operacionais do modelo, os CV-990A acumularam 7.667 horas de vôo.
Além das rotas mencionadas, em 1966 a Varig começou a operar com os CV-990A duas vezes por semana no trecho Rio/Belém/Caracas/Miami, eliminando a escala em Montego Bay, aumentou para três as freqüências semanais para Los Angeles, que não mais escalavam em Lima. Nesse ano o equipamento totalizou 7.656 horas de vôo.
No começo de 1967, os vôos para Miami, via Belém e Caracas, foram reduzidos para uma vez por semana, muito embora tenham sido mantidas uma freqüência semanal para aquela cidade da Florida, via Caracas, e as três freqüências semanais para Los Angeles.
Em abril desse mesmo ano a Varig vendeu o primeiro CV-990A que havia recebido, o PP-VJE (n/s 30-10-13), à Alaska Airlines, pelo valor de 3.810.910,00 dólares, que incluía também três motores CJ805-23B. Ao ser exportado, com a matricula N987AS e já nas cores da Alaska Airlines, o aparelho em questão registrava 9.447 horas de voadas para a empresa gaucha.
Durante o ano de 1967 a frota da CV-990A da Varig voou 3.577 horas, quase a metade do total do ano anterior. Daí por diante a utilização dos aparelhos remanescentes foi reduzida paulatinamente. Em 1968 eles voaram apenas 2.678 horas e as rotas servidas
Incluíam basicamente Rio/Belém/Caracas e Miami com retorno Miami, Caracas, Manaus e Rio de janeiro, uma vez por semana. Em 1969, os CV-990A praticamente operavam apenas um serviço semanal na rota Rio/Brasília/Manaus/Caracas/Miami, tendo registrado no referido ano somente 1.606 horas de vôo, número esse que caiu para apenas 174 horas quando foram finalmente desativados em 1971, após oito anos de operações sob as cores da Varig.
Os dois aviões restantes PP-VJF (n/s 30-10-19) e PP-VJG (n/s 30-10-20) e foram vendidos por 1 milhão de dólares cada à Modern Air Transport, dos Estados Unidos, o primeiro em 1º de abril de 1971 e o segundo em 18 de fevereiro de 1971. Ao deixarem o Brasil, já rematriculados como N5625 e N5623, eles haviam acumulados 13.714 horas de vôo, e 12.157:21 respectivamente, a serviços da Varig.
Na época da tomada das linhas da Panair a Varig inclusive publicou um comunicado nos principais jornais do país, informando sobre os voos que passariam a ser operados pelos aviões da empresa, notando-se a utilização do CV990A para a Europa no trilho do antigo voo 26:
“A Varig comunica que, em cumprimento à determinação do governo brasileiro, passou a operar em caráter provisório, as linhas internacionais seguintes, antes a cargo da Panair do Brasil:
- Vôo PB 34: Domingos – 21h30 - Rio/Recife/Lisboa/Roma/Frankfurt e volta com Boeing 707;
- Vôo PB 22: Quartas-feiras – 22h30 – Rio/Recife/Lisboa/Paris/Frankfurt e volta com Boeing 707;
- Vôo PB 26: Segundas-feiras – 20h – Rio/Recife/Dacar/Lisboa/Paris/Londres e volta com Convair 990A;
- Vôo PB 56: Quintas-feiras – 14h – São Paulo/Rio/Recife/Ilha do Sal/Lisboa e volta com Super Constellation;
- Vôo PB 63: Domingos – 10h – Rio/São Paulo/Assunção/Santiago do Chile e volta com Convair 990A.”
Después de las operaciones con CV-990A para ASU, a partir de 1968 la ruta fue operada con aeronave Lockheed Electra II y fue agregada una escala en IGU.
PZDC8 escreveu:Después de las operaciones con CV-990A para ASU, a partir de 1968 la ruta fue operada con aeronave Lockheed Electra II y fue agregada una escala en IGU.
Sim, equipamento Electra II até meados de 1971, quando foram substituídos pelos 727-100.
" Uma vez que você tenha experimentado voar, você andará pela terra com seus olhos voltados para o céu, pois lá você esteve e para lá desejará voltar." (Leonardo da Vinci)
Sim, equipamento Electra II até meados de 1971, quando foram substituídos pelos 727-100.
Porque será que la Varig no operó el B727-100 a ASU inmediatamente después del CV-990A. Esa ruta pasó de ser operada por el jato más veloz del mundo a ser operada por una aeronave mucho más lenta que era el Electra II y con una escala adicional en IGU.
Sim, equipamento Electra II até meados de 1971, quando foram substituídos pelos 727-100.
Porque será que la Varig no operó el B727-100 a ASU inmediatamente después del CV-990A. Esa ruta pasó de ser operada por el jato más veloz del mundo a ser operada por una aeronave mucho más lenta que era el Electra II y con una escala adicional en IGU.
CV-990A saiu da rota de ASU em 1968. Os trijatos 727 chegaram em fins de 1970.
" Uma vez que você tenha experimentado voar, você andará pela terra com seus olhos voltados para o céu, pois lá você esteve e para lá desejará voltar." (Leonardo da Vinci)