Eu tb vi esse documentário ontem, e até gravei. O controle de tráfego aéreo sacaneou o Avianca até ele cair!Dirty_wings escreveu:Ontem, vi esse programa no Nat Geo e ecomendo... é muito bom! O tema de ontem era sobre a pane seca do B707-321B reg. HK 2016 da Avianca, vôo 052 que caiu em Cove Neck, Long Island, New York.Edson escreveu:Por falar nisso o National Geografi ta com uma serie toda segunda fera sobre acidentes aereos.......começa nessa segunda o primero capitulo
A reconstituição foi bem feita e mostraram muitas cenas reais do resgate dos 85 sobreviventes.
Abraço
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Gil Hoepear
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Edson escreveu:Por falar nisso o National Geografi ta com uma serie toda segunda fera sobre acidentes aereos.......começa nessa segunda o primero capitulo
Eu assisto todas segundas as 15:00 e 22:00. Os documentarios sao muito bons. O documentario da Avianca foi muito interessante.
Para quem tambem tem o canal A&E passa terças e quintas o programa que fala das cias aereas norte amaricana...eh otimo.

Editado pela última vez por Gil Hoepear em Qua Mar 30, 2005 11:16, em um total de 2 vezes.
Abraço,
Gil Hoepear
Gil Hoepear
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stratocaster
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Acho que há um erro de interpretação da sua parte. Em nenhum momento a tripulação da Avianca declarou que estava em emergência, em função da baixa quantidade de combustível. Não haveria, portanto, num primeiro momento, como priorizar a chegada daquele em vôo pelo simples fato do co-piloto declarar uma inviabilidade de espera, no entanto, sem formalizar a situação extrema que se encontrava a aeronave. O gerenciamento da situação pela tripulação, infelizmente, foi inadequado, em função das circunstâncias que estavam presentes (condições de tempo adversas no destino e na alternativa, além do congestionamento de tráfego na área envolvida, sem citar o controle indevido da quantidade de combustível no despacho do vôo, em rota e durante a espera e o erro de pilotagem durante a aproximação para a pista 22L).rodrigo sbsv escreveu: O controle de tráfego aéreo sacaneou o Avianca até ele cair!
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Dirty_wings
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É. Na verdade a tripulação mencionou a criticidade da situação do combustível, mas não chegou a usar a palavra "emergência"... o que foi decisivo para o desfecho da operação. Além disso, o comandante não falava bem o Inglês e, isso atrapalhou a comunicação no cockpit.stratocaster escreveu:Acho que há um erro de interpretação da sua parte. Em nenhum momento a tripulação da Avianca declarou que estava em emergência, em função da baixa quantidade de combustível. Não haveria, portanto, num primeiro momento, como priorizar a chegada daquele em vôo pelo simples fato do co-piloto declarar uma inviabilidade de espera, no entanto, sem formalizar a situação extrema que se encontrava a aeronave. O gerenciamento da situação pela tripulação, infelizmente, foi inadequado, em função das circunstâncias que estavam presentes (condições de tempo adversas no destino e na alternativa, além do congestionamento de tráfego na área envolvida, sem citar o controle indevido da quantidade de combustível no despacho do vôo, em rota e durante a espera e o erro de pilotagem durante a aproximação para a pista 22L).rodrigo sbsv escreveu: O controle de tráfego aéreo sacaneou o Avianca até ele cair!
Foi uma sucessão de erros que resultou numa tragédia. Na final para pouso eles ainda foram surpreendidos por uma tesoura de vento que jogou o avião para o solo... Talvez eles tivessem conseguido planar até a pista...
...me parece que, da tripulação, somente um comissário(a) sobreviveu.
SDS

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stratocaster
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Obviamente, o acidente ocorreu devido a inúmeros fatores. Mas vale ressaltar alguns aspectos:Dirty_wings escreveu: É. Na verdade a tripulação mencionou a criticidade da situação do combustível, mas não chegou a usar a palavra "emergência"... o que foi decisivo para o desfecho da operação. Além disso, o comandante não falava bem o Inglês e, isso atrapalhou a comunicação no cockpit.
Foi uma sucessão de erros que resultou numa tragédia. Na final para pouso eles ainda foram surpreendidos por uma tesoura de vento que jogou o avião para o solo... Talvez eles tivessem conseguido planar até a pista...
...me parece que, da tripulação, somente um comissário(a) sobreviveu.
SDS
O co-piloto, que fazia as comunicações com os órgãos ATC, tinha uma proficiência razoável no comando da língua inglesa. Por mais de uma vez, em diversas fases do vôo, o comandante, que não havia compreendido em alguns momentos as comunicações, perguntou ao co-piloto se ele havia declarado emergência. No entanto, as únicas informações passadas ao controle, inicialmente, após a tripulação ser informada que haveria uma espera para pouso foram: “...well I think we need priority we’re passing (unintelligible)”. Em seguida, o órgão ATC questiona por quanto tempo poderiam aguardar e qual seria o aeroporto de alternativa. O co-piloto informa (usando a frase que ficou conhecida como sendo um dos erros de fraseologia para a situação encontrada e que acabou sendo determinante no desfecho fatídico) “It is Boston but we can’t do it now we we (duas vezes) will run out of fuel now”. 23 segundos após esse contato, foi dado o início à aproximação. Durante a vetoração o F/E informa a respeito da baixa quantidade de combustível, mas os tripulantes acreditam que o controle está ciente da situação e que uma prioridade havia sido dada.
Durante a aproximação final para a pista 22L, o comandante, operando a aeronave de forma manual, usando como referência às indicações “raw data” do glide slope, fica consideravelmente abaixo da rampa de planeio e, para dificultar, a aeronave encontra uma condição de wind shear. Por não ter referências visuais com a pista, uma arremetida foi iniciada. O comandante informa que não há combustível suficiente e fala para ser declarada uma situação de emergência, mas, mais uma vez, o co-piloto apenas coteja as instruções do controle e informa, no final: “we’re running out of fuel”. O comandante questiona novamente: “O que ele disse, avise que estamos em emergência, você já fez isso?”, e o co-piloto diz: “Sim, eu já o informei”. O controle de aproximação informa que fará uma vetoração para 15 milhas a nordeste quando colocaria a aeronave na final. O controlador questiona se isso estaria bom para eles e para o combustível que possuíam. O co-piloto respondeu que achava que sim. 10 minutos após o início da arremetida, são perdidos os contatos com o Avianca 052. A aeronave caiu a nordeste do aeroporto, aproximadamente 10 milhas do marcador externo da pista 22L.
Dos tripulantes, somente um/a comissário/a sobreviveu, mas com graves ferimentos. Com relação aos passageiros, mais da metade sobreviveu.
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No Nat Geo passou um documentário chamado "Jungle Pilots" com os pilotos que voavam no garimpo aqui no Brasil. Passou até um piloto índio (SNME Terena) que foi o primeiro a brevetar no País. Ele voando um Sertanejo com um GPS 90 da Garmim no manche. Outro piloto num Cessna fazendo "coordenação" com o Icom A-22. Sem falar nos pousos no meio da cidade. na qual havia uma bar no final da "pista" onde os aviões ficavam estacionados na porta e os pilotos no maior forró dentro do buteco com as "locais".... Muito bom.
Passou tb um outro documentário sobre um A330 da Air Transat que saiu do Canadá com destino a Portugal e teve que pousar planando numa ilha no meio do caminho após os 2 motores pararem devido a falta de combustível que foi perdido por um vazamento num dos motores. A tripulação não confiou nos dados mostrados e utilizou um procedimento de Cross Feed errado e jogou todo o combustível no mar. A ACFT planou do FL350 até a pista de uma base aérea.
Passou tb um outro documentário sobre um A330 da Air Transat que saiu do Canadá com destino a Portugal e teve que pousar planando numa ilha no meio do caminho após os 2 motores pararem devido a falta de combustível que foi perdido por um vazamento num dos motores. A tripulação não confiou nos dados mostrados e utilizou um procedimento de Cross Feed errado e jogou todo o combustível no mar. A ACFT planou do FL350 até a pista de uma base aérea.

