SSE tb já vai!!!

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Anonymous

SSE tb já vai!!!

Mensagem por Anonymous »

Pois é amigos...
Ontem visualisei no interior do H1 o PT-SSE em full collors Lithuanian Airlines, é mais um dos péssimos CONTRATOS feitos pela Rio Sul q vai embora...por falar nisso dos 6 acft's da Ansett q iriam embora só iram 2: o MNJ q já foi e o SSJ. A principio o SSK ficara na RG.
Mangue

Mensagem por Mangue »

Pois é. Pena que ja vai mais um -500 embora.
Só não concordo com essa citação de " Péssimo CONTRATO feito pela RioSul", porque quando estava só a RioSul, sem a Varig, não era tão péssimo assim.

Azar da Varig, quis acabar com as filiais, que se gerenciavam por conta própria, quis assumir tudo, inclusive o espólio, agora é isso que estamos vendo.
Com os ERJ-145 e 737-700 foi igualzinho.

Enquanto a RioSul existia, ela operava no azul, independente da Varig, a mesma coisa em relação a Nordeste.
Como é que a RioSul operou 19 Boeing 737-500, 3 Boeing 737-300, 5 Boeing 737-700, 15 ERJ-145 e nunca deu prejuízo e nem causava problemas para a Varig. Só se tornou "péssimo" porque quando a Varig acabou com tudo, ela ja vinha com uma divida monstro nas costas.
Anonymous

ppcwb

Mensagem por Anonymous »

Concordo plenamente com a resposta do nosso amigo. Se olharmos a situação da RG, com certeza verificamos que os péssimos negócios não eram feitos na SL. MUITO PELO CONTRÁRIO !!!
Anonymous

Mensagem por Anonymous »

PÉSSIMO CONTRATO, pq c vcs vissem o valor d leasing q era pago por um 735, ou pior, um ERJ-145, entenderiam oq disse... Os EMB tinham o valor qs d um 733, e sem exagero os 735 da SL se aproximavam d um MD-11 da RG.
Anonymous

Mensagem por Anonymous »

Mangue escreveu: Azar da Varig, quis acabar com as filiais, que se gerenciavam por conta própria, quis assumir tudo, inclusive o espólio, agora é isso que estamos vendo.
Com os ERJ-145 e 737-700 foi igualzinho.
Qdo se fala em RSL era viavel e a VRG nao prestava tem q se levar algumas coisas em consideração.

1º RSL so teve tantos 737 pq antigamente SOMENTE EMPRESAS REGIONAIS podiam operar em aeroportos centrais e a TAM operava F-100, ou seja essa foi a forma q a VRG encontrou de competir com a TAM. VRG, TBA e VP so podiam operar em CGH na ponte aérea.

2º Dizer q a RSL tinha custo menor do que o da VRG e mais lucrativa tem q se considerar que ela nao pagava (se é que pagava!!) o preço de mercado por utilizar o simulador da VRG, os serviços de MNT da VRG, os serviços de handling da SATA. Além de provavelmente utilizar a tabela de preço da VRG para combustivel , pois o valor do querosene é de acordo com o volume.

3º A partir do momento que houve essa flexibilização na regulamentação no ano de 97 e todas empresas poderam operar nas chamadas linhas especiais (CGH-PLU/ CGH-BSB/ PLU-BSB / SDU-PLU....)
não havia mais justificativa para manter tres empresas separadas pq no fim vc pagava 3 presidentes, 3 diretores de OPS, MNT entre outros. Em 2002 qdo a FRB "fundiu" as 3 empresas a economia a FRB foi de US$60 milhoes por ano.

Por isso acho q essa discussão de RSL, NLA e VRG é muito mais complexa do que so dizer q RSL era viavel e a VRG é que acabou com ela.

PS: segundo o DAC nos dados estatisticvos no ano de 2002 a empresa com maior custo assento km da FRB era a RSL não a VRG!!
Anonymous

SSJ

Mensagem por Anonymous »

Ainda bem que o SSJ vai embora , pois a ultima vez q eu voei nele , a janela (a parte interna) caiu ! fora as outras que tambêm estavam quebradas ... tive que ir o voo todo com sol na cara ... alem de tudo o banheiro estava quebrado fazendo o avião todo ficar com um mal cheiro danado .... era igual á um banheiro de rodoviária ... tenho fotos deste voo, mas não sei colocar no forum .... espero que furamente a varig-rio sul consigua comprar/alugar(lesing) outro 737 , Next Generation de preferência :D .


Um Abraço a todos
Saulo Ubarana
rick
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Registrado em: Seg Dez 20, 2004 22:52

Mensagem por rick »

Cmt. Willians escreveu:PÉSSIMO CONTRATO, pq c vcs vissem o valor d leasing q era pago por um 735, ou pior, um ERJ-145, entenderiam oq disse... Os EMB tinham o valor qs d um 733, e sem exagero os 735 da SL se aproximavam d um MD-11 da RG.
Cara, para de falar bobagens....na época existia suplementação tarifário do governo em incentivo as empresas regionais. Outra coisa quando a RSL trouxe os ERJ's só poderiam operar no SDU, por exemplo, aeronaves até 50 pax, depois o governo acabou com a regra, com a suplementação tarifária e a RSL ficou na mão. E a culpa é da RSL? Voce deveria se informar antes de colocar besteira aqui.
Anonymous

Mensagem por Anonymous »

Pessoal,

Posso emitir uma opinião sem desvios sobre este assunto. Trabalhei como Analista de Planejamento na Nordeste até que a FRB acabou com a empresa, no final de 2002. Fiquei até o começo de dezembro lá e tinha acesso às planilhas de custo da JH, que eram baseadas nas da Rio Sul.

Vamos por partes:

1º - Realmente o contrato dos 145 era muito ruim. Porque na época em que os aviões foram negociados, relamente existia limitação de operação de aeronaves com mais de 50 assentos em determinados aeroportos, e existia a suplementação. Com a mudança das regras (operação de Boeings em aeroportoss centrais fora das linhas da Ponte), os custos do avião ficaram realmente inviáveis.

2º - Se base de negociação da SL foi a mesma da JH, os contratos eram bons. Muito, mais muito longe desta coisa de ser próximo ao dos MD11.

3º - A existencia das três empesas realmente se deu por questões mercadológicas. No ano anterior à crise, tanto a RG quanto a SL fecharam no vermelho. A JH fechou azul, e até pagou PL aos funcionários.

4º - Quanto ao pagamento de Manutenção, Sata, Sistema de Distribuição, Smiles, e outros mais, TUDO, absolutamente TUDO era devidamente cobrado, e entrava nos custos operacionais de todas as três empresas aéreas nacionais do grupo. Então esta história que a empresa A ou B do grupo não pagava pelos serviços, e por isso se mostravam lucrativas é falsa. Tudo era devidamente custeado e ia para o resultado no final do exercício.

Não vou entrar no mérito da questão da unificação, se foi melhor ou não. O que ficou à vista para todos os funcionários da Nordeste e acredito tambem da Rio Sul foi que a Varig para sobreviver, passou uma rasteira em ambas empresas. Também não cabe especular se seria melhor mante-las voando hoje, operando como o previsto em nichos diferentes de mercado.
E não se enganem. As culturas empresariais das três empresas sempre foi muuuuito diferente. A sensação que ficou pelo menos para nos, ex-Nordeste, foi que tentaram matar o Mosquito para acabar com o Cancer.

Sds,

Bruno Holtz
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