A discursão da compra da TAM pela LAN tem sido muitas mal conduzida. Eu sou contrário, não por uma questão de simples nacionalismo ou uma visão contrária ao capital estrangeiro ou a livre concorrência. O oposto, disso sou contra por acreditar na livre concorrência e por saber que uma LAN dominando o mercado de carga e passageiros da América Latina da maneira que estar, vai justamente minar de vez a concorrência e prejuduicar os passageiros, muitas a LAN já foi acusada de competição desleal e de prática de cartel no estabelecimento de preços no mercado de carga.
Não tenho nada contra o Chile ou a qualquer país, simplesmente esta fusão não faz sentido para nós agora. Algumas postagens falaram que " porque vocês não critican o fato de o setor de comnicação do Brasil estar majoritáriamente na mãos de estrageiros e sim a aviação que é menos estratégica), primeiro que este forum é sobre aviação e segundo é o momento histórico. O setor de comunição no Brasil foi aberto em um momento em que a economia do país ainda estava muito fraca e não havia empresas privadas com capital e escala para competir neste mercado, hoje a economia esta forte e precisamos continuar a crescer e liderar em área onde temos condições para garantir uma projeção do país.
O investimento estrangeiro é vital para economia, pois entre outras coisas, ele estimula o melhoramento da qualidade das empresas no páis. Não temos e não podemos liderar em tudo, existem setores em que o Brasil não há vocação ou escala para dominar, neste caso é melhor deixar o uma empresa globa ou regional dominar, não há problema. Já no mercado de aviação a situação é diferente, como já disse antes, temos toda condição de ter uma participação majoritária e não uma secundária, o Brasil detém 40% do mercado aéreo da América Latina e a TAM é maior companhia em frota e número de passageiros.
O Peru e Equador nunca tiveram uma mercado de aviação realmente desenvolvido e não tem mercado interno forte para garantir um ganho de escala. Mesmo no caso Europeu você as companhias maiores comprando as menores e companhias dos paises com maiores economias comprando as do menores, para manter sua liderança global e regional. E no caso da America do Sul está liderança deve estar nas mãos do Brasil.
A vinda da LAN para o mercado interno brasileiro, com uma participação de 40% vai torná-la imbátivel e minar qualquer chance de competição sadia no mercado da América do Sul e principalmente no mercado interno brasileiro, o tempo vai mostrar que este poder na mão de uma aerolinha vai ser prejudicial para o passageiro Brasileiro. A concetração vai levar ao aumento do preço, como já ocorreu na carga, menos frequências e pior serviço. A condição básica para o mercado funcionar bem é a concorrência e esta compra não facilita isto.
Só haveria sentido em uma fusão real onde houvesse igualdade e paridade, além do que estão sendo usados atificios para burlar a lei e esconder ou disfaçar que manda na TAM agora. O governo brasileiro não deve permitir a fusão nos termos que estar e garantir que a mesma seja feita em melhores termos para o TAM, tendo em vista a proteção do consumidor brasileiro.
Início do fim da aviação brasileira?
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Re: Início do fim da aviação brasileira?
É inegável que a entrada do capital estrangeiro , nas telecomunicações e energia, praticamente univerasalizou o acesso a estes serviços , mas como efeito colateral hoje temos o segundo minuto de ligação, tanto de celular quanto de fixo, mais caro do mundo, e a nossa tarifa de energia, principalmente das cias. que foram privatizadas primeiro , se situam em torno da quarta tarifa mais cara no mundo. No caso da LaTAM , acho que ocorrerá também alta de preços, caso não haja concorrente à altura, e concentração de mercado na mão deles. O que eu não sabia é que a TAM estava tão mal quanto está sendo noticiado, pois há pouco tempo anunciou plano arrojado de expansão com compra enorme de aeronaves e incorporação da Pantanal.
Quanto a afirmação de que os EUA são o país mais aberto do mundo , isto se aplica somente aquilo que for de interesse deles , pois por outro lado, são os mais protecionistas do mundo, quando se trata de defender setores estratégicos para eles. Quando era senadora, a atual secretária de estado HilarY Clinton, foi à tribuna esbravejando ameaçando fazer o que fosse possível para impedir a compra do maior processador de carnes dos EUA, o SWIFT pelo grupo brasileiro JBS Friboi, que segundo as últimas notícias estaria de olho num grande processador de carne europeu , o que os levaria ao posto de maior processador de carne do mundo.É o capital e empreendedorismo brasileiro criando grandes multinacionais brasileiras.
O pessoal da AMBEV também não está para brincadeira, comprou a cadeia de fast food BURGER KING, e eu não sabia, apareceu na reportagem sobre a compra do Burger King, que eles são donos das Lojas Americanas, Submarino e Shoptime.
Não me interessa a origem do capital que for investido na aviação , desde continue a política iniciada pela GOL de tarifas mais baixas e inclusão da possibilidade de voar ás classes para as quais voar era um sonho muito distante, e que haja serviços melhores com conforto , regularidade e segurança muito maiores que hoje. Sonhar não custa nada.
Quanto a afirmação de que os EUA são o país mais aberto do mundo , isto se aplica somente aquilo que for de interesse deles , pois por outro lado, são os mais protecionistas do mundo, quando se trata de defender setores estratégicos para eles. Quando era senadora, a atual secretária de estado HilarY Clinton, foi à tribuna esbravejando ameaçando fazer o que fosse possível para impedir a compra do maior processador de carnes dos EUA, o SWIFT pelo grupo brasileiro JBS Friboi, que segundo as últimas notícias estaria de olho num grande processador de carne europeu , o que os levaria ao posto de maior processador de carne do mundo.É o capital e empreendedorismo brasileiro criando grandes multinacionais brasileiras.
O pessoal da AMBEV também não está para brincadeira, comprou a cadeia de fast food BURGER KING, e eu não sabia, apareceu na reportagem sobre a compra do Burger King, que eles são donos das Lojas Americanas, Submarino e Shoptime.
Não me interessa a origem do capital que for investido na aviação , desde continue a política iniciada pela GOL de tarifas mais baixas e inclusão da possibilidade de voar ás classes para as quais voar era um sonho muito distante, e que haja serviços melhores com conforto , regularidade e segurança muito maiores que hoje. Sonhar não custa nada.
