TAM aproveita crise da Varig para investir no mercado inter
Enviado: Qui Nov 03, 2005 16:29
03/11/2005 - 17h11
TAM aproveita crise da Varig para investir no mercado aéreo internacional
Publicidade
FABIANA FUTEMA
da Folha Online
A TAM, maior companhia aérea brasileira, está se preparando para ampliar sua participação no mercado internacional. A investida da TAM nesse segmento ocorre em meio à crise da Varig, atual líder do transporte aéreo de passageiros em vôos internacionais.
Entre os investimentos da TAM no mercado internacional está o início da operação do vôo para Nova York, previsto para o dia 10 deste mês. Além disso, a companhia deve inaugurar até o final do ano dois novos destinos internacionais: Lima-São Paulo e Caracas-Manaus.
O presidente da TAM, Marco Antonio Bologna, disse que a companhia também pretende começar a voar para Londres. As negociações sobre a operação dessa rota deverão ocorrer em 2006.
Com isso, a TAM deve ampliar sua participação no mercado aéreo internacional, que estava em 20,53% em setembro contra 77,05% da Varig. Hoje, a companhia voa para Paris, Miami e Buenos Aires.
Para ampliar sua malha aérea internacional, a TAM está investindo na ampliação da frota de aeronaves, composta por 76 aparelhos. A expectativa é chegar a 92 aviões até 2009.
Além de ampliar a frota, a TAM também se prepara para dar continuidade à estratégia de substituição dos aviões Fokker-100. No terceiro trimestre do ano, a TAM retirou sete aviões Fokker-100 de operação --mudança parcialmente compensada pela chegada de quatro aeronaves A-320.
Bologna disse que a companhia espera escolher até o começo de 2006 o modelo de aeronave que substituirá a família Fokker-100 a partir de 2007. Essa decisão, segundo ele, levará em conta as projeções futuras de tráfego e de densidade.
"Considerando esses fatores vamos avaliar qual será o melhor equipamento [para os aviões de 100 lugares]. Nos caberá avaliar entre dois fabricantes: Airbus e Embraer", afirmou ele.
A TAM encerrou o terceiro trimestre do ano com um lucro líquido de R$ 93,3 milhões. Esse resultado representou um incremento de 170,2% frente ao mesmo período de 2004, quando a companhia havia atingido um lucro líquido de R$ 34,5 milhões.
Pelas previsões da companhia, o mercado doméstico de aviação deve fechar o ano com um incremento de 15% em relação a 2004. No segmento internacional, a projeção é de uma expansão de 10%.
TAM aproveita crise da Varig para investir no mercado aéreo internacional
Publicidade
FABIANA FUTEMA
da Folha Online
A TAM, maior companhia aérea brasileira, está se preparando para ampliar sua participação no mercado internacional. A investida da TAM nesse segmento ocorre em meio à crise da Varig, atual líder do transporte aéreo de passageiros em vôos internacionais.
Entre os investimentos da TAM no mercado internacional está o início da operação do vôo para Nova York, previsto para o dia 10 deste mês. Além disso, a companhia deve inaugurar até o final do ano dois novos destinos internacionais: Lima-São Paulo e Caracas-Manaus.
O presidente da TAM, Marco Antonio Bologna, disse que a companhia também pretende começar a voar para Londres. As negociações sobre a operação dessa rota deverão ocorrer em 2006.
Com isso, a TAM deve ampliar sua participação no mercado aéreo internacional, que estava em 20,53% em setembro contra 77,05% da Varig. Hoje, a companhia voa para Paris, Miami e Buenos Aires.
Para ampliar sua malha aérea internacional, a TAM está investindo na ampliação da frota de aeronaves, composta por 76 aparelhos. A expectativa é chegar a 92 aviões até 2009.
Além de ampliar a frota, a TAM também se prepara para dar continuidade à estratégia de substituição dos aviões Fokker-100. No terceiro trimestre do ano, a TAM retirou sete aviões Fokker-100 de operação --mudança parcialmente compensada pela chegada de quatro aeronaves A-320.
Bologna disse que a companhia espera escolher até o começo de 2006 o modelo de aeronave que substituirá a família Fokker-100 a partir de 2007. Essa decisão, segundo ele, levará em conta as projeções futuras de tráfego e de densidade.
"Considerando esses fatores vamos avaliar qual será o melhor equipamento [para os aviões de 100 lugares]. Nos caberá avaliar entre dois fabricantes: Airbus e Embraer", afirmou ele.
A TAM encerrou o terceiro trimestre do ano com um lucro líquido de R$ 93,3 milhões. Esse resultado representou um incremento de 170,2% frente ao mesmo período de 2004, quando a companhia havia atingido um lucro líquido de R$ 34,5 milhões.
Pelas previsões da companhia, o mercado doméstico de aviação deve fechar o ano com um incremento de 15% em relação a 2004. No segmento internacional, a projeção é de uma expansão de 10%.