JUSTIÇA LACRA SEDE DA VASP POR FALTA DE INTERVENTOR
Enviado: Seg Mar 21, 2005 19:05
Portas fechadas
Juiz de São Paulo manda lacrar a sede da Vasp
O juiz Homero Batista Mateus da Silva, da 14ª Vara do Trabalho de São Paulo, mandou lacrar a sede da Vasp. A decisão foi tomada nesta segunda-feira (21/3). Ele determinou que a empresa seja lacrada porque o DAC -- Departamento de Aviação Civil não indicou um interventor para a companhia aérea. O lacre serve para garantir que não haja saída de bens da sede da empresa.
A Vasp teve a intervenção decretada pela Justiça do Trabalho há 11 dias para garantir o pagamento de dívidas trabalhistas. Estima-se que o débito trabalhista da Vasp seja de R$ 75 milhões. O juiz mandou que "o DAC efetive a intervenção dentro das dependências da Vasp, indique e qualifique a figura do interventor escolhido e providencie o início dos trabalhos da comissão de sindicalistas, já indicados e compromissados, tudo até 15h00 do dia de hoje, 21 de março de 2005".
Como a determinação não foi cumprida até às 18h, três horas a mais do que o prazo estipulado, o juiz decidiu lacrar a sede da Vasp. Ele determinou ainda que a Polícia Federal instaure inquérito para apurar "a negativa de cumprimento de determinação judicial".
A Vasp vem sofrendo seguidas derrotas na Justiça trabalhista. Na semana passada, a juíza Wilma Nogueira de Araújo Vaz da Silva, do Tribunal Regional do Trabalho da 2ª Região (TRT-SP), negou o pedido de liminar da empresa e manteve a intervenção judicial decretada pela 14ª Vara do Trabalho.
A companhia aérea e outros oito réus na Ação Civil Pública que tramita na Justiça do Trabalho de São Paulo entraram com Mandado de Segurança pedindo a cassação da decisão do juiz da 14ª Vara, que também bloqueou seus bens. Teve o pedido negado. Outro pedido da Vasp contra a intervenção foi apresentado ao Tribunal Superior do Trabalho. Neste caso, a decisão ainda está pendente.
Juiz de São Paulo manda lacrar a sede da Vasp
O juiz Homero Batista Mateus da Silva, da 14ª Vara do Trabalho de São Paulo, mandou lacrar a sede da Vasp. A decisão foi tomada nesta segunda-feira (21/3). Ele determinou que a empresa seja lacrada porque o DAC -- Departamento de Aviação Civil não indicou um interventor para a companhia aérea. O lacre serve para garantir que não haja saída de bens da sede da empresa.
A Vasp teve a intervenção decretada pela Justiça do Trabalho há 11 dias para garantir o pagamento de dívidas trabalhistas. Estima-se que o débito trabalhista da Vasp seja de R$ 75 milhões. O juiz mandou que "o DAC efetive a intervenção dentro das dependências da Vasp, indique e qualifique a figura do interventor escolhido e providencie o início dos trabalhos da comissão de sindicalistas, já indicados e compromissados, tudo até 15h00 do dia de hoje, 21 de março de 2005".
Como a determinação não foi cumprida até às 18h, três horas a mais do que o prazo estipulado, o juiz decidiu lacrar a sede da Vasp. Ele determinou ainda que a Polícia Federal instaure inquérito para apurar "a negativa de cumprimento de determinação judicial".
A Vasp vem sofrendo seguidas derrotas na Justiça trabalhista. Na semana passada, a juíza Wilma Nogueira de Araújo Vaz da Silva, do Tribunal Regional do Trabalho da 2ª Região (TRT-SP), negou o pedido de liminar da empresa e manteve a intervenção judicial decretada pela 14ª Vara do Trabalho.
A companhia aérea e outros oito réus na Ação Civil Pública que tramita na Justiça do Trabalho de São Paulo entraram com Mandado de Segurança pedindo a cassação da decisão do juiz da 14ª Vara, que também bloqueou seus bens. Teve o pedido negado. Outro pedido da Vasp contra a intervenção foi apresentado ao Tribunal Superior do Trabalho. Neste caso, a decisão ainda está pendente.