[CV] TACV opta por Airbus e deixa Boeing de fora (A320)
Enviado: Sex Set 07, 2007 10:57
TACV opta pela Airbus e deixa Boeing de lado
07-09-07
A TACV vai reforçar a sua frota com mais um novo aparelho de longo curso. Entre o consórcio europeu Airbus e a norte-americana Boeing, a transportadora aérea cabo-verdiana optou pela marca europeia, apurou «asemanaonline».
A direcção da TACV, que se encontra em processo de reforçar a sua frota de longo curso, decidiu “aconselhar” o governo a optar pela Airbus, deixando de lado a Boeing, apurou «asemanaonline» junto de mais de uma fonte. A decisão foi tomada na terça-feira pelo colectivo de directores da TACV e já foi encaminhada pelo director-geral, Gilles Filiatreault, ao ministro dos Transportes, Manuel Inocêncio Sousa.
De acordo com uma das nossas fontes, que fez questão de sublinhar que não se trata de uma «decisão» mas sim de um “aconselhamento” da TACV, pois, não cabe a esta a palavra final, a opção Airbus decorre da análise das vantagens e desvantagens apresentadas pelas duas marcas. Tais vantagens e desvantagens, acrescentou a mesma fonte, foram levantadas por uma comissão técnica que vinha trabalhando o assunto e que nisso o factor financeiro pesou bastante. Submetida à votação, a Airbus obteve cinco votos a favor e duas abstenções.
Resumindo, se depender da TACV na hora de aumentar de dois para três o número de aeronaves de longo curso a opção é por um A 320, com capacidade de 150 passageiros, que vai operar no Sul da Europa, especialmente na linha Lisboa-Praia. «A diferença entre os dois aparelhos é grande, com vantagens para a Airbus», assegurou a nossa fonte.
Para todos os efeitos, diante do «aconselhamento» da TACV, cabe agora ao governo, enquanto proprietário da companhia aérea, decidir se avança com a Airbus ou se prefere a Boeing. Isto tendo em conta as pressões e os «lobbies» que essa disputa chegou a suscitar, facto este reportado pelo jornal «A Semana» na sua edição nº 809, de 29 de Junho passado.
Na altura «A Semana» dava conta que a Airbus e a Boeing estavam, de novo, a medir forças nos céus de Cabo Verde, uma disputa com contornos políticos, diplomáticos, além de empresariais. Afinal, há 15 anos que a marca americana vinha gozando da preferência da TACV nas suas linhas de longo curso e não estava disposta a ver essa primazia esfumar-se nos céus deste arquipélago.
in:asemana online
07-09-07
A TACV vai reforçar a sua frota com mais um novo aparelho de longo curso. Entre o consórcio europeu Airbus e a norte-americana Boeing, a transportadora aérea cabo-verdiana optou pela marca europeia, apurou «asemanaonline».
A direcção da TACV, que se encontra em processo de reforçar a sua frota de longo curso, decidiu “aconselhar” o governo a optar pela Airbus, deixando de lado a Boeing, apurou «asemanaonline» junto de mais de uma fonte. A decisão foi tomada na terça-feira pelo colectivo de directores da TACV e já foi encaminhada pelo director-geral, Gilles Filiatreault, ao ministro dos Transportes, Manuel Inocêncio Sousa.
De acordo com uma das nossas fontes, que fez questão de sublinhar que não se trata de uma «decisão» mas sim de um “aconselhamento” da TACV, pois, não cabe a esta a palavra final, a opção Airbus decorre da análise das vantagens e desvantagens apresentadas pelas duas marcas. Tais vantagens e desvantagens, acrescentou a mesma fonte, foram levantadas por uma comissão técnica que vinha trabalhando o assunto e que nisso o factor financeiro pesou bastante. Submetida à votação, a Airbus obteve cinco votos a favor e duas abstenções.
Resumindo, se depender da TACV na hora de aumentar de dois para três o número de aeronaves de longo curso a opção é por um A 320, com capacidade de 150 passageiros, que vai operar no Sul da Europa, especialmente na linha Lisboa-Praia. «A diferença entre os dois aparelhos é grande, com vantagens para a Airbus», assegurou a nossa fonte.
Para todos os efeitos, diante do «aconselhamento» da TACV, cabe agora ao governo, enquanto proprietário da companhia aérea, decidir se avança com a Airbus ou se prefere a Boeing. Isto tendo em conta as pressões e os «lobbies» que essa disputa chegou a suscitar, facto este reportado pelo jornal «A Semana» na sua edição nº 809, de 29 de Junho passado.
Na altura «A Semana» dava conta que a Airbus e a Boeing estavam, de novo, a medir forças nos céus de Cabo Verde, uma disputa com contornos políticos, diplomáticos, além de empresariais. Afinal, há 15 anos que a marca americana vinha gozando da preferência da TACV nas suas linhas de longo curso e não estava disposta a ver essa primazia esfumar-se nos céus deste arquipélago.
in:asemana online