Segurança do transporte aéreo preocupa dirigentes africanos
Enviado: Seg Mai 21, 2007 17:34
O ministro dos Transportes, André Luís Brandão, afirmou que os países africanos estão preocupados com o problema da segurança da aviação civil, do desenvolvimento da indústria e do posicionamento comum perante o relacionamento entre África e a União Europeia.
Luís Brandão falava à imprensa no final da Terceira Conferência dos Ministros Africanos Responsáveis pela Aviação Civil, que terminou recentemente em Addis Abeba, capital da Etiópia.
Ainda assim, o governante angolano considera que os países africanos estão a dar passos encorajadores no sentido de implementarem a Decisão de Yamoussoukro, mas reconheceu que "há factores que têm de ser ponderados".
"Há países que estão a fazer investimentos nas suas infra-estruturas aeroportuárias e a capacitar os empresários no domínio do transporte aéreo. A tendência que hoje se assiste no mercado africano é de um maior crescimento das chamadas companhias extra-continente. É preciso fazer uma avaliação de como é que elas podem ser consideradas companhias africanas, para não retirarem os direitos que cabem às companhias que existem há bastante tempo"-enfatizou.
No que diz respeito à posição de Angola sobre a Decisão de Yamoussoukro, o ministro explicou que "desde a primeira hora, o país estabeleceu um período de moratória para a sua implementação, que pressupõe três áreas principais: tornar o espaço aéreo livre para as com- panhias africanas, proibição absoluta do Estado de capacitar a sua companhia aérea para não pôr em perigo a concorrência e a utilização das quintas liberdades".
André Luís Brandão salientou que Angola não tem ainda reabilitadas as infra-estruturas aeroportuárias, por isso não pode utilizar as quintas liberdades.
Sobre a redução das tarifas aéreas em Angola, disse ser esta uma questão com várias envolventes.
"Estamos numa dicotomia entre o princípio da abertura plena, em que o mercado é que regula o preço. Muitas companhias praticam preços diferenciados porque o passageiro tem de pagar para viajar. O Governo vai ter que intervir administrativamente, introduzindo um mecanismo de correcção. Estamos a trabalhar para que haja de facto uma correcção nos mecanismos de fixação de preços, não só das companhias angolanas, mas principalmente, das companhias aéreas estrangeiras".
Em relação à preocupação com o meio ambiente, o ministro dos Transportes disse haver a nível da aviação civil uma grande preocupação em preservá-lo, para melhorar cada vez mais as condições de navegabilidade no que diz respeito ao apoio aeroportuário.
Luís Brandão falava à imprensa no final da Terceira Conferência dos Ministros Africanos Responsáveis pela Aviação Civil, que terminou recentemente em Addis Abeba, capital da Etiópia.
Ainda assim, o governante angolano considera que os países africanos estão a dar passos encorajadores no sentido de implementarem a Decisão de Yamoussoukro, mas reconheceu que "há factores que têm de ser ponderados".
"Há países que estão a fazer investimentos nas suas infra-estruturas aeroportuárias e a capacitar os empresários no domínio do transporte aéreo. A tendência que hoje se assiste no mercado africano é de um maior crescimento das chamadas companhias extra-continente. É preciso fazer uma avaliação de como é que elas podem ser consideradas companhias africanas, para não retirarem os direitos que cabem às companhias que existem há bastante tempo"-enfatizou.
No que diz respeito à posição de Angola sobre a Decisão de Yamoussoukro, o ministro explicou que "desde a primeira hora, o país estabeleceu um período de moratória para a sua implementação, que pressupõe três áreas principais: tornar o espaço aéreo livre para as com- panhias africanas, proibição absoluta do Estado de capacitar a sua companhia aérea para não pôr em perigo a concorrência e a utilização das quintas liberdades".
André Luís Brandão salientou que Angola não tem ainda reabilitadas as infra-estruturas aeroportuárias, por isso não pode utilizar as quintas liberdades.
Sobre a redução das tarifas aéreas em Angola, disse ser esta uma questão com várias envolventes.
"Estamos numa dicotomia entre o princípio da abertura plena, em que o mercado é que regula o preço. Muitas companhias praticam preços diferenciados porque o passageiro tem de pagar para viajar. O Governo vai ter que intervir administrativamente, introduzindo um mecanismo de correcção. Estamos a trabalhar para que haja de facto uma correcção nos mecanismos de fixação de preços, não só das companhias angolanas, mas principalmente, das companhias aéreas estrangeiras".
Em relação à preocupação com o meio ambiente, o ministro dos Transportes disse haver a nível da aviação civil uma grande preocupação em preservá-lo, para melhorar cada vez mais as condições de navegabilidade no que diz respeito ao apoio aeroportuário.