United sai de Chapter 11 com US$ 3 bilhões
Enviado: Qui Fev 02, 2006 12:51
United sai de Chapter 11 com US$ 3 bilhões
Panrotas
Os custos de combustível 40% mais caros foram os principais responsáveis pelo resultado ainda negativo da United Airlines em 2005: perdas operacionais de R$ 219 milhões, uma melhora de US$ 635 milhões em relação a 2004. Como parte da saída do Chapter 11, a United teve de incluir no balanço do quarto semestre US$ 17 bilhões como gastos de reorganização, totalizando US$ 21 bilhões em todo o ano. Tirando esses gastos, a perda neta da empresa no ano foi de US$ 557 milhões, uma melhora de US$ 729 milhões sobre 2004.
Segundo a empresa, que deixou hoje o Chapter 11 (a concordata americana) esses US$ 17 bilhões em gastos de reorganização do quarto trimestre representam principalmente cobranças sem seguro permitidas durante o processo de concordata. Essas cobranças devem ser resolvidas com a saída do Chapter 11 por uma pequena fração do registrado oficialmente. E segundo a empresa não devem ter impacto grande nas finanças da companhia pós-concordata.
De acordo com a empresa, nessa saída foram oferecidos à United, via JPMorgan Chase e Citigroup Global Markets, fundos duas vezes maiores que os US$ 3 bilhões necessários em financiamento nesse processo. O financiamento de saída consiste em US$ 2,8 bilhões em empréstimo e US$ 200 milhões em um
a linha de crédito.
A saída da concordata significa também a eliminação de US$ 13 bilhões em dívidas e obrigações com a pensão de funcionários. Até 2010, a economia terá sido de US$ 7 bilhões de média por ano nos custos da empresa.
A United hoje opera mais de 3,4 mil vôos por dia na United, United Express e Tes, em mais de 200 cidades americanas e destinos internacionais. Seus principais hubs são Los Angeles, San Francisco, Denver, Chicago e Washington DC. Parte da Star Alliance, a empresa tem 57 mil funcionários.
Artur Luiz Andrade
Panrotas
Os custos de combustível 40% mais caros foram os principais responsáveis pelo resultado ainda negativo da United Airlines em 2005: perdas operacionais de R$ 219 milhões, uma melhora de US$ 635 milhões em relação a 2004. Como parte da saída do Chapter 11, a United teve de incluir no balanço do quarto semestre US$ 17 bilhões como gastos de reorganização, totalizando US$ 21 bilhões em todo o ano. Tirando esses gastos, a perda neta da empresa no ano foi de US$ 557 milhões, uma melhora de US$ 729 milhões sobre 2004.
Segundo a empresa, que deixou hoje o Chapter 11 (a concordata americana) esses US$ 17 bilhões em gastos de reorganização do quarto trimestre representam principalmente cobranças sem seguro permitidas durante o processo de concordata. Essas cobranças devem ser resolvidas com a saída do Chapter 11 por uma pequena fração do registrado oficialmente. E segundo a empresa não devem ter impacto grande nas finanças da companhia pós-concordata.
De acordo com a empresa, nessa saída foram oferecidos à United, via JPMorgan Chase e Citigroup Global Markets, fundos duas vezes maiores que os US$ 3 bilhões necessários em financiamento nesse processo. O financiamento de saída consiste em US$ 2,8 bilhões em empréstimo e US$ 200 milhões em um
a linha de crédito.
A saída da concordata significa também a eliminação de US$ 13 bilhões em dívidas e obrigações com a pensão de funcionários. Até 2010, a economia terá sido de US$ 7 bilhões de média por ano nos custos da empresa.
A United hoje opera mais de 3,4 mil vôos por dia na United, United Express e Tes, em mais de 200 cidades americanas e destinos internacionais. Seus principais hubs são Los Angeles, San Francisco, Denver, Chicago e Washington DC. Parte da Star Alliance, a empresa tem 57 mil funcionários.
Artur Luiz Andrade