Dono da Gol bate-boca com funcionário da BRA
Enviado: Sáb Jan 28, 2006 01:10
27/01/2006 - 20h21
Dono da Gol bate-boca com funcionário da BRA no aeroporto de Congonhas
da Folha Online
A disputa entre as companhias aéreas ultrapassou os limites da guerra de preços. Um desentendimento entre Nenê Constantino, pai do presidente da Gol, Constantino de Oliveira Júnior, e funcionários da BRA foi parar na delegacia do aeroporto de Congonhas, localizado na zona sul de São Paulo. Seu Nenê é membro do conselho de administração da Gol.
De acordo com o supervisor da loja da BRA, Luzinaldo Bezerra de Alencar, o problema ocorreu porque seu Nenê não gostou de ver um banner da concorrente ao lado da loja da Gol em Congonhas --vizinha do balcão de check-in da BRA. "Ele arrancou o banner e ameaçou nosso funcionário", disse Alencar.
Segundo ele, seu Nenê teria dito que colocaria "fogo" no banner se ele voltasse a ser recolocado ao lado da loja da Gol. "O nosso funcionário perguntou: 'quem é o senhor para falar assim comigo?' E ele respondeu: 'sou Constantino e mando aqui'."
A Gol, por sua vez, informou que o banner da BRA estava em frente à loja e não ao lado. Segundo a empresa, seu Nenê encontrou o banner da BRA na frente da loja e que pediu aos funcionários da concorrente para tirar o material publicitário. "Como não foi atendido, removeu pessoalmente o banner", informou a companhia.
A Gol informou ainda que "já havia solicitado anteriormente à BRA a retirada do material, sem ser atendida".
O caso foi registrado no boletim de ocorrência de número 0096/2006 na 2ª Delegacia de Polícia do aeroporto de Congonhas.
Procurada pela reportagem, a delegacia informou que somente a Infraero (Empresa Brasileira de Infra-Estrutura Aeroportuária) poderia se manifestar sobre o caso.
Segundo a Infraero, a informação que se tem é que seu Nenê teria discutido com funcionários da BRA e da OceanAir em Congonhas.
Dono da Gol bate-boca com funcionário da BRA no aeroporto de Congonhas
da Folha Online
A disputa entre as companhias aéreas ultrapassou os limites da guerra de preços. Um desentendimento entre Nenê Constantino, pai do presidente da Gol, Constantino de Oliveira Júnior, e funcionários da BRA foi parar na delegacia do aeroporto de Congonhas, localizado na zona sul de São Paulo. Seu Nenê é membro do conselho de administração da Gol.
De acordo com o supervisor da loja da BRA, Luzinaldo Bezerra de Alencar, o problema ocorreu porque seu Nenê não gostou de ver um banner da concorrente ao lado da loja da Gol em Congonhas --vizinha do balcão de check-in da BRA. "Ele arrancou o banner e ameaçou nosso funcionário", disse Alencar.
Segundo ele, seu Nenê teria dito que colocaria "fogo" no banner se ele voltasse a ser recolocado ao lado da loja da Gol. "O nosso funcionário perguntou: 'quem é o senhor para falar assim comigo?' E ele respondeu: 'sou Constantino e mando aqui'."
A Gol, por sua vez, informou que o banner da BRA estava em frente à loja e não ao lado. Segundo a empresa, seu Nenê encontrou o banner da BRA na frente da loja e que pediu aos funcionários da concorrente para tirar o material publicitário. "Como não foi atendido, removeu pessoalmente o banner", informou a companhia.
A Gol informou ainda que "já havia solicitado anteriormente à BRA a retirada do material, sem ser atendida".
O caso foi registrado no boletim de ocorrência de número 0096/2006 na 2ª Delegacia de Polícia do aeroporto de Congonhas.
Procurada pela reportagem, a delegacia informou que somente a Infraero (Empresa Brasileira de Infra-Estrutura Aeroportuária) poderia se manifestar sobre o caso.
Segundo a Infraero, a informação que se tem é que seu Nenê teria discutido com funcionários da BRA e da OceanAir em Congonhas.