Secretário quer informações sobre obra do novo aeroporto
Diário de Natal
O secretário estadual de Desenvolvimento Econômico, Thiago Gadelha, está em Brasília e espera trazer de lá um desfecho para as obras do ‘‘interminável’’ Aeroporto de São Gonçalo do Amarante. Junto com o presidente da Federação das Indústrias do RN (Fiern), Flávio Azevedo, e com o titular da Secretaria Estadual de Infra-Estrutura, Adalberto Pessoa, ele se reune às 10h de hoje com representantes da Infraero e da Casa Civil, no Palácio do Planalto - para além de saber em que pé está o projeto, discutir a possibilidade de garantir a viabilização através de Parceria Público-Privada com grupos estrangeiros.
Em seu primeiro contato ‘‘oficial’’ com o que considera uma grande obra para o estado, o titular da Sedec diz que o principal tema em debate será o interesse dos estrangeiros em assumir a construção do complexo. Ele preferiu não se aprofundar no assunto, que esteve em pauta em dezembro do ano passado durante a reunião da Comissão de Desenvolvimento da Região Metropolitana. Mas frisou esperar que no encontro seja preparado um desfecho para o projeto. ‘‘Essa é uma obra muito grande e que vai dar ao RN uma posição de destaque no cenário brasileiro, em relaçao a aviação de cargas e passageiros’’, disse ele.
À convite da Infraero, Thiago Gadelha, Flávio Azevedo e Adalberto Pessoa participam da reunião com o assessor da Casa Civil, Gilles Azevedo e com o superintendente de Empreendimento de Engenharia da Infraero, Paulo Dietzch. Levando em conta a importância do encontro, o secretário de Desenvolvimento Econômico destaca que o aeroporto será o grande estuário do produto potiguar para o mercado externo. ‘‘Vai trazer possibilidade de escoamento para a maioria dos setores. Desde pedras preciosas, artesanato, flores - esse é um mercado que vai crescer muito - queijos e frutas’’, estima.
O AEROPORTO
Iniciada em 1999 e interrompida diversas vezes, a construção do terminal - que será o maior da América Latina - foi interrompida diversas vezes. O investimento total é da ordem de R$ 500 milhões. Em matéria publicada pelo Diário de Natal em 21 de dezembro do ano passado, o deputado federal Henrique Alves, levantou a possibilidade da Parceria Público Privada, ao dizer que a Infraero não tem recursos para terminar as obras do aeroporto. Segundo ele, um grupo espanhol estaria disposto a investir 300 milhões de euros (cerca de R$ 900 milhões) e entregar o projeto pronto em três anos e meio.
Com ou sem PPP, quando concluído o terminal terá seu entorno dotado de equipamentos de comércio e de serviços como hotéis, pousadas, restaurantes, lojas, além de indústrias. Com tais carcaterísticas ele só poderá ser equiparado a outros sete existentes no mundo: Vancouver (Canadá), Pittsburg (EUA), Amsterdã (Holanda), Dallas (EUA), Hong Kong (China), Coréia do Sul e Dubai (Emirados Árabes). Quando for inaugurado, o Aeroporto Augusto Severo será desativado para a aviação comercial, tornando-se apenas base militar.
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- Marcelo Areias
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A FAB quer só para ela o aeródromo onde a BANT divide as pistas com o Aeroporto Augusto Severo, pois há um projeto para colocar lá todos os esquadrões de treinamento, levar o 1º/11º GAV e o 2º/5º GAv. ficando o treinamento dos cadetes designados para Caça, Transporte, Reconhecimento, Asas Rotativas, tudo centralizado em Natal.
Marco A Moraes
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