Começando à DESMASCARAR alguns dirigentes da FRB !!!
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Começando à DESMASCARAR alguns dirigentes da FRB !!!
Na VarigLog, sistema era inadequado
Fonte: Valor Econômico
Falta de critérios na distribuição de franquias, adoção de sistema de informática inadequado e superdimensionamento de contratos com prestadores de serviços. Esses são alguns dos resultados das auditorias realizadas na VarigLog, empresa de logística da Varig criada no fim de 2000 e que entrou em operação em 2001. Só o sistema de informática, batizado de Sigex, teria causado prejuízo de R$ 14 milhões, segundo o levantamento. Esse foi o custo do Sigex, abandonado em setembro de 2002, apenas um ano após ter sido implantado, em decorrência de ações judiciais dos próprios franqueados da VarigLog.
O ex-presidente da VarigLog, José Carlos da Rocha Lima, refuta as conclusões e diz que foi perseguido por ter mexido com interesses corporativos. "Queria demitir pilotos, contratá-los a preços de mercado e pagar conforme as horas trabalhadas", diz Rocha Lima, ex-presidente dos Correios. O executivo, que criou também o Vaspex antes da VarigLog, tem hoje sua própria empresa na área de logística, a Syn. Ele diz que levou um "pontapé" depois que Ozires Silva, que o contratou, e Yutaka Imagawa, hoje seu amigo, deixaram o grupo.
As investigações realizadas pelos administradores que sucederam Yutaka no grupo Varig indicam que o Sigex foi desenvolvido pela Embralog, empresa que teria uma participação indireta de Rocha Lima. Os franqueados tinham obrigatoriamente que adquirir o sistema. A Embralog também recebia R$ 350 mil mensais fixos, independente do volume de operações. O valor foi calculado com base em 165 mil operações mensais, mas o número mais alto que se alcançou foi de 108 mil operações.
Rocha Lima não esconde que foi dele a decisão de contratar a Embralog, mas nega que tenha tido qualquer participação acionária na empresa. Diz que foi contratado para transformar a área de cargas da Varig em uma empresa de logística. "Como eles não tinham know how, eu disse que levaria minha equipe e mais a tecnologia." Segundo ele, a Varig não tinha condições de contratar pessoal e por isso sua equipe montou a Embralog para prestar serviços à empresa. "A mesma equipe me acompanhou nos Correios e na Vaspex."
O ex-presidente dos Correios também não faz questão de esconder que escolhia pessoalmente os franqueados. "Dei para quem achava competente. O modo Rocha Lima é esse mesmo." Ele nega, porém, que as franquias do Nordeste tenham sido dadas a pessoas ligadas ao senador Antonio Carlos Magalhães.
Fonte: Valor Econômico (20/12/05)
Continuando ...... melhor dizendo, "caindo a máscara" !!
Grupo Varig teve rombo de R$ 160 milhões
Auditoria encomendada por controladora detecta fraudes entre 1999/2003
Fonte: O Estado de S.Paulo
Auditoria interna realizada no grupo Varig entre os anos de 2003 e 2004 identificou um rombo de R$ 160 milhões em cinco empresas coligadas da companhia aérea. O rombo - fruto de fraudes, desvios de recursos, nepotismo e disputas de poder - aconteceu entre o final dos anos 90 até meados de 2003, quando a Fundação Ruben Berta era presidida por Yutaka Imagawa. Encomendada pelo conselho de curadores da FRB que assumiu após o afastamento de Imagawa, a auditoria interna foi realizada com a ajuda das consultorias Ernst&Young e Kroll, conforme notícia publicada ontem pelo jornal Valor Econômico. Imagawa e os demais executivos envolvidos nas denúncias negam as acusações.
Algumas das empresas, como a Varig Agropecuária (Vagro), já foram extintas. Em uma operação que tinha por objetivo liquidar a Vagro, foi constituída uma empresa chamada Seletto Alimentos do Nordeste, que assumiria ativos e passivos, entre os quais uma dívida de R$ 46 milhões com a Previdência Social. A Seletto foi depois absorvida pela Aastec, empresa de planejamento tributário que prestava serviços para a Varig e que era dirigida pelo cunhado de um alto executivo da FRB, Manuel Lourenço, braço direito de Imagawa. A Aastec não desembolsou um tostão pelo negócio, e tampouco pagou as dívidas com o INSS que, corrigidas, hoje somam R$ 80 milhões.
Outros R$ 14 milhões foram "desperdiçados" com o pagamento de um sistema de informática para a subsidiária de cargas VarigLog, que um ano depois concluiu que o mesmo não era adequado a seus negócios. A auditoria aponta indícios de que o então presidente da VarigLog, José Carlos Rocha Lima - ex-presidente dos Correios que está sendo investigado pela CPI dos Correios - seria sócio indireto da fornecedora do sistema de informática, a Embralog.
Segundo a auditoria, outro grande rombo teria sido gerado a partir da criação da agência de turismo Varig Travel: R$ 70 milhões. Criada pela Varig em sociedade com os irmãos Humberto e Walter Folegatti, donos da PNX Travel e da BRA, a VT era dirigida por Manuel Lourenço. Os Folegatti tinham 8% de participação e ganharam na Justiça o direito pelo uso da marca Varig Travel por dez anos. A empresa funcionou de agosto de 2001 a outubro de 2003, quando a nova direção da FRB encontrou uma série de irregularidades contábeis e decidiu liquidá-la. Na época, a empresa tinha um passivo de R$ 44 milhões, dos quais R$ 29 milhões com a própria Varig. Os Folegatti, que até hoje detêm o direito ao uso da marca, alegam que a VT deve a eles R$ 11 milhões. A auditoria apontou indícios de que Lourenço teria ligações societárias indiretas com os Folegatti.
A Varig não quis se pronunciar sobre o caso. Na Fundação Ruben Berta, a pessoa indicada para falar sobre o assunto foi o diretor de auditoria corporativa, Adenias Gonçalves. Procurado, ele não pôde atender a ligação por estar em reunião.
Fonte: O Estado de S.Paulo (21/12/05)
É isso aí GALERA !!!!
Por estas e outras que ainda estão por ser descobertas, é que não podemos permitir que os nossos impostos recolhidos, sejam jogados nos ralos da casa de algum RATO !!!
A própria auditoria do UNIBANCO, "pulou fora" quando percebeu que não teria total acesso e que o "esqueleto" era muito maior do que podia se pensar !!!
SDS !!!
Fonte: Valor Econômico
Falta de critérios na distribuição de franquias, adoção de sistema de informática inadequado e superdimensionamento de contratos com prestadores de serviços. Esses são alguns dos resultados das auditorias realizadas na VarigLog, empresa de logística da Varig criada no fim de 2000 e que entrou em operação em 2001. Só o sistema de informática, batizado de Sigex, teria causado prejuízo de R$ 14 milhões, segundo o levantamento. Esse foi o custo do Sigex, abandonado em setembro de 2002, apenas um ano após ter sido implantado, em decorrência de ações judiciais dos próprios franqueados da VarigLog.
O ex-presidente da VarigLog, José Carlos da Rocha Lima, refuta as conclusões e diz que foi perseguido por ter mexido com interesses corporativos. "Queria demitir pilotos, contratá-los a preços de mercado e pagar conforme as horas trabalhadas", diz Rocha Lima, ex-presidente dos Correios. O executivo, que criou também o Vaspex antes da VarigLog, tem hoje sua própria empresa na área de logística, a Syn. Ele diz que levou um "pontapé" depois que Ozires Silva, que o contratou, e Yutaka Imagawa, hoje seu amigo, deixaram o grupo.
As investigações realizadas pelos administradores que sucederam Yutaka no grupo Varig indicam que o Sigex foi desenvolvido pela Embralog, empresa que teria uma participação indireta de Rocha Lima. Os franqueados tinham obrigatoriamente que adquirir o sistema. A Embralog também recebia R$ 350 mil mensais fixos, independente do volume de operações. O valor foi calculado com base em 165 mil operações mensais, mas o número mais alto que se alcançou foi de 108 mil operações.
Rocha Lima não esconde que foi dele a decisão de contratar a Embralog, mas nega que tenha tido qualquer participação acionária na empresa. Diz que foi contratado para transformar a área de cargas da Varig em uma empresa de logística. "Como eles não tinham know how, eu disse que levaria minha equipe e mais a tecnologia." Segundo ele, a Varig não tinha condições de contratar pessoal e por isso sua equipe montou a Embralog para prestar serviços à empresa. "A mesma equipe me acompanhou nos Correios e na Vaspex."
O ex-presidente dos Correios também não faz questão de esconder que escolhia pessoalmente os franqueados. "Dei para quem achava competente. O modo Rocha Lima é esse mesmo." Ele nega, porém, que as franquias do Nordeste tenham sido dadas a pessoas ligadas ao senador Antonio Carlos Magalhães.
Fonte: Valor Econômico (20/12/05)
Continuando ...... melhor dizendo, "caindo a máscara" !!
Grupo Varig teve rombo de R$ 160 milhões
Auditoria encomendada por controladora detecta fraudes entre 1999/2003
Fonte: O Estado de S.Paulo
Auditoria interna realizada no grupo Varig entre os anos de 2003 e 2004 identificou um rombo de R$ 160 milhões em cinco empresas coligadas da companhia aérea. O rombo - fruto de fraudes, desvios de recursos, nepotismo e disputas de poder - aconteceu entre o final dos anos 90 até meados de 2003, quando a Fundação Ruben Berta era presidida por Yutaka Imagawa. Encomendada pelo conselho de curadores da FRB que assumiu após o afastamento de Imagawa, a auditoria interna foi realizada com a ajuda das consultorias Ernst&Young e Kroll, conforme notícia publicada ontem pelo jornal Valor Econômico. Imagawa e os demais executivos envolvidos nas denúncias negam as acusações.
Algumas das empresas, como a Varig Agropecuária (Vagro), já foram extintas. Em uma operação que tinha por objetivo liquidar a Vagro, foi constituída uma empresa chamada Seletto Alimentos do Nordeste, que assumiria ativos e passivos, entre os quais uma dívida de R$ 46 milhões com a Previdência Social. A Seletto foi depois absorvida pela Aastec, empresa de planejamento tributário que prestava serviços para a Varig e que era dirigida pelo cunhado de um alto executivo da FRB, Manuel Lourenço, braço direito de Imagawa. A Aastec não desembolsou um tostão pelo negócio, e tampouco pagou as dívidas com o INSS que, corrigidas, hoje somam R$ 80 milhões.
Outros R$ 14 milhões foram "desperdiçados" com o pagamento de um sistema de informática para a subsidiária de cargas VarigLog, que um ano depois concluiu que o mesmo não era adequado a seus negócios. A auditoria aponta indícios de que o então presidente da VarigLog, José Carlos Rocha Lima - ex-presidente dos Correios que está sendo investigado pela CPI dos Correios - seria sócio indireto da fornecedora do sistema de informática, a Embralog.
Segundo a auditoria, outro grande rombo teria sido gerado a partir da criação da agência de turismo Varig Travel: R$ 70 milhões. Criada pela Varig em sociedade com os irmãos Humberto e Walter Folegatti, donos da PNX Travel e da BRA, a VT era dirigida por Manuel Lourenço. Os Folegatti tinham 8% de participação e ganharam na Justiça o direito pelo uso da marca Varig Travel por dez anos. A empresa funcionou de agosto de 2001 a outubro de 2003, quando a nova direção da FRB encontrou uma série de irregularidades contábeis e decidiu liquidá-la. Na época, a empresa tinha um passivo de R$ 44 milhões, dos quais R$ 29 milhões com a própria Varig. Os Folegatti, que até hoje detêm o direito ao uso da marca, alegam que a VT deve a eles R$ 11 milhões. A auditoria apontou indícios de que Lourenço teria ligações societárias indiretas com os Folegatti.
A Varig não quis se pronunciar sobre o caso. Na Fundação Ruben Berta, a pessoa indicada para falar sobre o assunto foi o diretor de auditoria corporativa, Adenias Gonçalves. Procurado, ele não pôde atender a ligação por estar em reunião.
Fonte: O Estado de S.Paulo (21/12/05)
É isso aí GALERA !!!!
Por estas e outras que ainda estão por ser descobertas, é que não podemos permitir que os nossos impostos recolhidos, sejam jogados nos ralos da casa de algum RATO !!!
A própria auditoria do UNIBANCO, "pulou fora" quando percebeu que não teria total acesso e que o "esqueleto" era muito maior do que podia se pensar !!!
SDS !!!
Mais um pouco sobre as fraudes dentro do grupo Varig.
Fraudar = agir com má fé, lesar, enganar, ROUBAR !!!
Auditores apontam fraudes em cinco empresas da Varig
Por: Raquel Balarin e Vanessa Adachi, Janaina Vilella e Catherine Vieira
Fonte: Valor Econômico
Auditorias no grupo Varig entre 2003/04 indicam que, em apenas quatro anos, a partir do fim dos anos 90, a companhia teve perdas de R$ 160 milhões em negócios realizados por cinco controladas: Varig Log, Varig Travel, Varig Agropecuária, Rotatur e Tropical de Hotéis.
O período coincide com a fase em que o principal dirigente do grupo era Yutaka Imagawa, afastado em meados de 2003. A investigação foi feita a pedido do conselho de curadores da Fundação Ruben Berta, que assumiu o comando do grupo após sua queda. Embora o levantamento, conduzido em diferentes etapas por Ernst & Young, Kroll e Demarest & Almeida, tenha sido concluído em 2004, seu resultado permanecia em segredo até agora. Imagawa refuta as acusações. "Se teve algum executivo da Varig que nunca se locupletou, fui eu", afirma.
As operações mais polêmicas são as da Varig Travel, agência turística criada em parceria com os irmãos Humberto e Walter Folegatti, hoje donos da companhia aérea BRA, que acaba de fazer sua estréia em vôos regulares. A VT foi liquidada em 2003 e teria ocasionado perdas de R$ 70 milhões à Varig.
Ontem, a assembléia de credores da Varig rejeitou a venda do controle da Fundação Ruben Berta Participações (FRB-PAR) para a Docas Investimentos, de Nelson Tanure, e aprovou o plano de recuperação judicial da companhia. Com isso, está aberto o caminho para investidores com interesse na aérea, como TAP e Matlin Patterson, apresentarem ou detalharem suas propostas de participação na empresa.
Fonte: Valor Econômico (20/12/05)
Fraudar = agir com má fé, lesar, enganar, ROUBAR !!!
Auditores apontam fraudes em cinco empresas da Varig
Por: Raquel Balarin e Vanessa Adachi, Janaina Vilella e Catherine Vieira
Fonte: Valor Econômico
Auditorias no grupo Varig entre 2003/04 indicam que, em apenas quatro anos, a partir do fim dos anos 90, a companhia teve perdas de R$ 160 milhões em negócios realizados por cinco controladas: Varig Log, Varig Travel, Varig Agropecuária, Rotatur e Tropical de Hotéis.
O período coincide com a fase em que o principal dirigente do grupo era Yutaka Imagawa, afastado em meados de 2003. A investigação foi feita a pedido do conselho de curadores da Fundação Ruben Berta, que assumiu o comando do grupo após sua queda. Embora o levantamento, conduzido em diferentes etapas por Ernst & Young, Kroll e Demarest & Almeida, tenha sido concluído em 2004, seu resultado permanecia em segredo até agora. Imagawa refuta as acusações. "Se teve algum executivo da Varig que nunca se locupletou, fui eu", afirma.
As operações mais polêmicas são as da Varig Travel, agência turística criada em parceria com os irmãos Humberto e Walter Folegatti, hoje donos da companhia aérea BRA, que acaba de fazer sua estréia em vôos regulares. A VT foi liquidada em 2003 e teria ocasionado perdas de R$ 70 milhões à Varig.
Ontem, a assembléia de credores da Varig rejeitou a venda do controle da Fundação Ruben Berta Participações (FRB-PAR) para a Docas Investimentos, de Nelson Tanure, e aprovou o plano de recuperação judicial da companhia. Com isso, está aberto o caminho para investidores com interesse na aérea, como TAP e Matlin Patterson, apresentarem ou detalharem suas propostas de participação na empresa.
Fonte: Valor Econômico (20/12/05)
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RockboyDF
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Indiscutível que é uma vergonha ver toda essa podridão na mais tradicional compania aérea do Brasil. Mas é necessário salvá-la da quebra sim, e o primeiro passo pra isso é enxotar essa quadrilha do comando, seja via judicial, seja via boicote por parte dos funcionários. Não há a menor possibilidade de se confundir a FRB com as pessoas que levam a empresa nas costas e não merecem simplesmente pagar o pato pelas ações dos mal intencionados e pelo descaso do Poder Público que não fiscalizou o que acontecia em uma empresa que detém uma concessão estatal.
Leonardo Vasconcelos- SBBR
RockboyDF escreveu:Indiscutível que é uma vergonha ver toda essa podridão na mais tradicional compania aérea do Brasil. Mas é necessário salvá-la da quebra sim, e o primeiro passo pra isso é enxotar essa quadrilha do comando, seja via judicial, seja via boicote por parte dos funcionários. Não há a menor possibilidade de se confundir a FRB com as pessoas que levam a empresa nas costas e não merecem simplesmente pagar o pato pelas ações dos mal intencionados e pelo descaso do Poder Público que não fiscalizou o que acontecia em uma empresa que detém uma concessão estatal.
Da mesma forma que as pessoas que "carregam" a empresa nas costas não merecem PAGAR o PATO, nenhum contribuinte merece assistir o seu imposto recolhido aos cofres públicos, socorrer empresa falida ou mau administrada.
Lembrando que em nehuma outra empresa aérea no Brasil, remunera tripulante que permanece sem voar, ou mantém qualquer tipo de benefício sob a tutela de um estatuto (de 1945)!!
Ainda observando sobre o tema,
".... . De acordo com o executivo, os salários são pagos por 72 horas mensais de vôo, independentemente de o profissional ter realmente tripulado ou não aviões durante esse período, o que traz o problema adicional da baixa produtividade.
Grande parte dos 156 pilotos da lista de demissões decidida no mês passado pela diretoria da Varig e suspensa dois dias depois era especializada nos jatos ERJ-145, da Embraer, que já não fazem mais parte da frota da Varig. "A maioria dos demitidos não voava"
Reportagem do "Estado de São Paulo" 04/12
SDS !!
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RockboyDF
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"Da mesma forma que as pessoas que "carregam" a empresa nas costas não merecem PAGAR o PATO, nenhum contribuinte merece assistir o seu imposto recolhido aos cofres públicos, socorrer empresa falida ou mau administrada."
Certo; então fechemos todas as 3 grandes empresas de aviação civil do país, porque socorro não foi negado à TAM quando em 2001 já havia encomendado vários A320 e A330 para uma demanda que não se confirmou com os atentados de 11 de setembro. Também não quero que meu dinheiro continue sendo usado pra sustentar as operações deficitárias das empresas de ônibus do Grupo Constatino no Distrito Federal. Não quero ver as empresas deles nem do Canhedo impedindo licitações para o transporte público coletivo em Brasília. E já que nos lesam, que ao menos religuem as luzes e não deixem a água ser cortada no terminal-cubículo-terreiro da Viplan/Planeta na cidade-satélite de Santa Maria, aqui no DF, onde seus próprios funcionários não são tratados com a menor dignidade. Tenho fotos de lá pra quem se interessar; foram feitas pra um trabalho do Mestrado em Transportes da UnB, onde estudo.
Certo; então fechemos todas as 3 grandes empresas de aviação civil do país, porque socorro não foi negado à TAM quando em 2001 já havia encomendado vários A320 e A330 para uma demanda que não se confirmou com os atentados de 11 de setembro. Também não quero que meu dinheiro continue sendo usado pra sustentar as operações deficitárias das empresas de ônibus do Grupo Constatino no Distrito Federal. Não quero ver as empresas deles nem do Canhedo impedindo licitações para o transporte público coletivo em Brasília. E já que nos lesam, que ao menos religuem as luzes e não deixem a água ser cortada no terminal-cubículo-terreiro da Viplan/Planeta na cidade-satélite de Santa Maria, aqui no DF, onde seus próprios funcionários não são tratados com a menor dignidade. Tenho fotos de lá pra quem se interessar; foram feitas pra um trabalho do Mestrado em Transportes da UnB, onde estudo.
Leonardo Vasconcelos- SBBR
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RockboyDF escreveu:"Da mesma forma que as pessoas que "carregam" a empresa nas costas não merecem PAGAR o PATO, nenhum contribuinte merece assistir o seu imposto recolhido aos cofres públicos, socorrer empresa falida ou mau administrada."
Certo; então fechemos todas as 3 grandes empresas de aviação civil do país, porque socorro não foi negado à TAM quando em 2001 já havia encomendado vários A320 e A330 para uma demanda que não se confirmou com os atentados de 11 de setembro. Também não quero que meu dinheiro continue sendo usado pra sustentar as operações deficitárias das empresas de ônibus do Grupo Constatino no Distrito Federal. Não quero ver as empresas deles nem do Canhedo impedindo licitações para o transporte público coletivo em Brasília. E já que nos lesam, que ao menos religuem as luzes e não deixem a água ser cortada no terminal-cubículo-terreiro da Viplan/Planeta na cidade-satélite de Santa Maria, aqui no DF, onde seus próprios funcionários não são tratados com a menor dignidade. Tenho fotos de lá pra quem se interessar; foram feitas pra um trabalho do Mestrado em Transportes da UnB, onde estudo.
Preciso me inteirar das coisas. Qual foi o valor financeiro que a TAM recebeu do governo?
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RockboyDF
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Preciso me inteirar das coisas. Qual foi o valor financeiro que a TAM recebeu do governo?
Oras, não estamos falando de gente inocente. Ninguém vai pagar nada e pedir recibo em troca. Mas é engraçado que de lá pra cá, tenho dois parentes que trabalham para o governo federal e precisam viajar a trabalho constantemente. Ambos só recebem passagens da TAM, para qualquer trecho, no valor de TARIFA CHEIA! Não importa se Gol, Varig ou quem quer que seja tenha uma tarifa mais barata, pois vão voar TAM sempre, com o dinheiro da população pagando um ágio que sequer é questionado. E sei que isso é geral, pois quando vou ao aeroporto buscar minha tia, as outras pessoas que vêm a Brasília se reunir no Ministério da Saúde chegam TODAS de TAM.
Isso se acentuou especialmente no atual governo, mas já começava a acontecer no governo anterior.
Além disso, o BNDES renegociou diversas vezes o financiamento dado ao aumento da frota de Airbus da TAM, fugindo às condições iniciais que haviam sido acordadas. Por que essa benevolência para com uns e tanto rigor para com outros? Garanto que não é questão de competência...
Quero dizer, antes que comecem aquelas baixarias por aqui, que não "odeio" qualquer empresa. Defendo a Varig porque aprendi a gostar dela desde criança, mesmo não tendo nenhum conhecido na empresa. Mas não deixo de voar TAM, GOL ou BRA por causa disso, como podem verificar no meu fotolog; nem acho que essas empresas não tenham suas qualidades. O que não dá pra engolir é essa polarização que identifica duas empresas como honestas/competentes e a outra como desonesta/incompetente. Somos adultos, brasileiros e inteligentes; não vamos agora achar que estamos tratando com um convento de freiras carmelitas vermelhas e laranjas e demônios azuis.
Oras, não estamos falando de gente inocente. Ninguém vai pagar nada e pedir recibo em troca. Mas é engraçado que de lá pra cá, tenho dois parentes que trabalham para o governo federal e precisam viajar a trabalho constantemente. Ambos só recebem passagens da TAM, para qualquer trecho, no valor de TARIFA CHEIA! Não importa se Gol, Varig ou quem quer que seja tenha uma tarifa mais barata, pois vão voar TAM sempre, com o dinheiro da população pagando um ágio que sequer é questionado. E sei que isso é geral, pois quando vou ao aeroporto buscar minha tia, as outras pessoas que vêm a Brasília se reunir no Ministério da Saúde chegam TODAS de TAM.
Isso se acentuou especialmente no atual governo, mas já começava a acontecer no governo anterior.
Além disso, o BNDES renegociou diversas vezes o financiamento dado ao aumento da frota de Airbus da TAM, fugindo às condições iniciais que haviam sido acordadas. Por que essa benevolência para com uns e tanto rigor para com outros? Garanto que não é questão de competência...
Quero dizer, antes que comecem aquelas baixarias por aqui, que não "odeio" qualquer empresa. Defendo a Varig porque aprendi a gostar dela desde criança, mesmo não tendo nenhum conhecido na empresa. Mas não deixo de voar TAM, GOL ou BRA por causa disso, como podem verificar no meu fotolog; nem acho que essas empresas não tenham suas qualidades. O que não dá pra engolir é essa polarização que identifica duas empresas como honestas/competentes e a outra como desonesta/incompetente. Somos adultos, brasileiros e inteligentes; não vamos agora achar que estamos tratando com um convento de freiras carmelitas vermelhas e laranjas e demônios azuis.
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Sobre dinheiro público em empresas aéreas nacionais:
http://clipping.planejamento.gov.br/Not ... Cod=186649
Vale lembrar que apesar da celeuma, não há qualquer verba a fundo perdido dada à Varig. Cogitou-se EMPRÉSTIMO com garantias, mas nem isso saiu do papel, como podem ler no link acima.
Agora, o dinheiro que o Estado deve à Varig e já confirmado pelo STJ, viria em boa hora e não constitui qualquer imoralidade.
http://clipping.planejamento.gov.br/Not ... Cod=186649
Vale lembrar que apesar da celeuma, não há qualquer verba a fundo perdido dada à Varig. Cogitou-se EMPRÉSTIMO com garantias, mas nem isso saiu do papel, como podem ler no link acima.
Agora, o dinheiro que o Estado deve à Varig e já confirmado pelo STJ, viria em boa hora e não constitui qualquer imoralidade.
Leonardo Vasconcelos- SBBR
RockboyDF escreveu:Preciso me inteirar das coisas. Qual foi o valor financeiro que a TAM recebeu do governo?
Oras, não estamos falando de gente inocente. Ninguém vai pagar nada e pedir recibo em troca. Mas é engraçado que de lá pra cá, tenho dois parentes que trabalham para o governo federal e precisam viajar a trabalho constantemente. Ambos só recebem passagens da TAM, para qualquer trecho, no valor de TARIFA CHEIA! Não importa se Gol, Varig ou quem quer que seja tenha uma tarifa mais barata, pois vão voar TAM sempre, com o dinheiro da população pagando um ágio que sequer é questionado. E sei que isso é geral, pois quando vou ao aeroporto buscar minha tia, as outras pessoas que vêm a Brasília se reunir no Ministério da Saúde chegam TODAS de TAM.
Isso se acentuou especialmente no atual governo, mas já começava a acontecer no governo anterior.
Além disso, o BNDES renegociou diversas vezes o financiamento dado ao aumento da frota de Airbus da TAM, fugindo às condições iniciais que haviam sido acordadas. Por que essa benevolência para com uns e tanto rigor para com outros? Garanto que não é questão de competência...
Quero dizer, antes que comecem aquelas baixarias por aqui, que não "odeio" qualquer empresa. Defendo a Varig porque aprendi a gostar dela desde criança, mesmo não tendo nenhum conhecido na empresa. Mas não deixo de voar TAM, GOL ou BRA por causa disso, como podem verificar no meu fotolog; nem acho que essas empresas não tenham suas qualidades. O que não dá pra engolir é essa polarização que identifica duas empresas como honestas/competentes e a outra como desonesta/incompetente. Somos adultos, brasileiros e inteligentes; não vamos agora achar que estamos tratando com um convento de freiras carmelitas vermelhas e laranjas e demônios azuis.
Ok, vc não tem parentes que trabalham na Varig. Eu não tenho parentes que trabalham na TAM, eu é que trabalho. Não estou aqui pra defende-la, porque não tenho interesse, ao menos procuração para fazer o mesmo, mas o que vc tá falando tem um tremendo erro de SEMÂNTICA, no mínimo, pois vc falou em socorro financeiro....socorro tipo o dos bancos etc.....isso não ocorreu de forma nenhuma na TAM. A TAM não deve nada ao governo. Já pasagens gratuitas....hehehe....TODAS dão. Isso é jogada política e TODAS fazem, não só a TAM.
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RockboyDF
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OK
Se o problema é conceitual, então estamos diante da mesma situação. Não há qualquer SOCORRO FINANCEIRO dado à Varig.
E quanto às passagens, não estou falando de passagens gratuitas. Falo das passagens que são (ou deveriam ser) adquiridas por licitação pública, obedecendo entre outros critérios, o de menor preço, coisa que não acontece. Cada um desses bilhetes é muito bem pago, sim senhor, na tarifa cheia, à cia que presta o serviço.
Se o problema é conceitual, então estamos diante da mesma situação. Não há qualquer SOCORRO FINANCEIRO dado à Varig.
E quanto às passagens, não estou falando de passagens gratuitas. Falo das passagens que são (ou deveriam ser) adquiridas por licitação pública, obedecendo entre outros critérios, o de menor preço, coisa que não acontece. Cada um desses bilhetes é muito bem pago, sim senhor, na tarifa cheia, à cia que presta o serviço.
Leonardo Vasconcelos- SBBR
RockboyDF escreveu:OK
Se o problema é conceitual, então estamos diante da mesma situação. Não há qualquer SOCORRO FINANCEIRO dado à Varig.
E quanto às passagens, não estou falando de passagens gratuitas. Falo das passagens que são (ou deveriam ser) adquiridas por licitação pública, obedecendo entre outros critérios, o de menor preço, coisa que não acontece. Cada um desses bilhetes é muito bem pago, sim senhor, na tarifa cheia, à cia que presta o serviço.
Tá chovendo no molhado cara....nnguém aqui atacou a Varig. Vc tá caçando polêmica. Ponto final nessa discussão inócua.
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RockboyDF
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E quem falou em ataque? Apenas rebati um argumento que havia sido colocado. Acho que se estamos num fórum aberto a todos, existe a liberdade de discordar ou emitir uma opinião. Assim fizeram; assim o fiz também.
E concordo com vc sobre a discussão ser inócua; nada vai mudar por nossa causa. Se tiver de fechar, vai fechar, se tiver de continuar voando, vai voar....
E concordo com vc sobre a discussão ser inócua; nada vai mudar por nossa causa. Se tiver de fechar, vai fechar, se tiver de continuar voando, vai voar....
Leonardo Vasconcelos- SBBR
RockboyDF escreveu:E quem falou em ataque? Apenas rebati um argumento que havia sido colocado. Acho que se estamos num fórum aberto a todos, existe a liberdade de discordar ou emitir uma opinião. Assim fizeram; assim o fiz também.
E concordo com vc sobre a discussão ser inócua; nada vai mudar por nossa causa. Se tiver de fechar, vai fechar, se tiver de continuar voando, vai voar....
COM CERTEZA....inclusive se fechar.......péssimo pras milhares de familias e péssimo pra mim tb. O mercado tem de crescer e não diminuir.
RockboyDF escreveu:OK
Se o problema é conceitual, então estamos diante da mesma situação. Não há qualquer SOCORRO FINANCEIRO dado à Varig.
E quanto às passagens, não estou falando de passagens gratuitas. Falo das passagens que são (ou deveriam ser) adquiridas por licitação pública, obedecendo entre outros critérios, o de menor preço, coisa que não acontece. Cada um desses bilhetes é muito bem pago, sim senhor, na tarifa cheia, à cia que presta o serviço.
Na boa ..... coloquei as respectivas reportagem que de fato , apresentam informações dos resultados das empresas que encontraram as fraudes dentro da administração do grupo Varig;
Só gostaria de saber, quanto o BNDES ou outro órgão financeiro público, tenha emprestado a TAM para saldar dívidas ou socorrê-la de má gestão ???
Quanto foi RockboyDF ? Você por acaso sabe informar o valor ?
Ou onde vc leu ??
Para seu governo ou melhor compreensão, observe que historicamente, todos os governos que tivemos neste país foram muito complacente com a cia Varig ...... basta ler livros à respeito !!
A empresa que hoje está preste a ter sua falência pedida, sempre esteve sob à tutela dos poderes públicos; tanto estadual como federal .....
Se fôssemos comentar à respeito de licitação pública, pelo menos no que me vêm à luz da memória, tanto Varig, Vasp e Transbrasil, jamais poderiam participar de QUALQUER LICITAÇÃO de PRESTAÇÃO de SERVIÇO PÚBLICO, pois deviam ao Fisco, INSS, e etc,.
Os contratos de Correio, são o "filé" das empresas aéreas (pelo menos na época); e no entanto com mais esta benevolência pública, estas participaram e prestam serviços até hoje (menos as que fecharam).
Já imaginou se apenas a TAM ou a TOTAL (eram as únicas que possuiam as condições impostas para participar das licitações).
Vou te passar algo que de repente não faz nem sentido publicamente mas apenas para vc perceber o nível da administração numa empresa como a TAM ( não estou defendendo a TAM, só estou citando-a para vc analisar a diferença no "trato financeiro", esta empresa tb tem diversos problemas que outras não tem;); quando o dólar estava 4 por 1, a empresa já possuía um plano contingencial para a redução de seus quadros, que já era "enxuto", a empresa iria encolher mais que 1/3!!
Pois, os leasings, como sabemos, são todos em dólar, e NÃO HÁ EMPRESA AÉREA que sobreviva com contratos naquelas condições.
QUASE IGUAL A GESTÃO DA FRB, NÉ ??
Para não falar o contrário !!!
Conseguem manter, com todo os prejuízos que já possui, pilotos recebendo salários sem voar! Sem ser produtivo !
No mercado globalizado em que vivemos, cada pessoa, cada funcionário, empregado, trabalhador, TÊM QUE SER PRODUTIVO !!!
Todas as opiniões são bem vindas e devem ser respeitadas, não quero que empresa aérea feche suas portas, tb não desejo que a Varig pare de voar, inclusive, tenho parentes lá.
Mas, entre mantê-la voando sem condições ou usando recursos públicos, prefiro que ela feche e suspenda suas operações.
Não cabe ao brasileiro comum, sustentar nenhum tipo de empresa mau administrada, FALIDA que ainda mantém os rombos nas trocas de gestão, salários para tripulação sem voar, em suma tudo aquilo que está no post inicial que deu origem a este tópico .
Nem ao menos durante as negociações, ou na procura de investidores, a empresa apresenta lucro para estimular um possível investimento.
Prejuízo deste ano, supera R$ 1 bi !!!
Postei tb minha opinião, não apenas baseada na reportagem, como também de cunho pessoal, ajudada pelas informações de relatos históricos em diversos livros sobre a aviação (alguns até já citei no fórum), é só LER para ter opinião fundamentada.
Le escreveu:RockboyDF escreveu:OK
Se o problema é conceitual, então estamos diante da mesma situação. Não há qualquer SOCORRO FINANCEIRO dado à Varig.
E quanto às passagens, não estou falando de passagens gratuitas. Falo das passagens que são (ou deveriam ser) adquiridas por licitação pública, obedecendo entre outros critérios, o de menor preço, coisa que não acontece. Cada um desses bilhetes é muito bem pago, sim senhor, na tarifa cheia, à cia que presta o serviço.
Na boa ..... coloquei as respectivas reportagem que de fato , apresentam informações dos resultados das empresas que encontraram as fraudes dentro da administração do grupo Varig;
Só gostaria de saber, quanto o BNDES ou outro órgão financeiro público, tenha emprestado a TAM para saldar dívidas ou socorrê-la de má gestão ???
Quanto foi RockboyDF ? Você por acaso sabe informar o valor ?
Ou onde vc leu ??
Para seu governo ou melhor compreensão, observe que historicamente, todos os governos que tivemos neste país foram muito complacente com a cia Varig ...... basta ler livros à respeito !!
A empresa que hoje está preste a ter sua falência pedida, sempre esteve sob à tutela dos poderes públicos; tanto estadual como federal .....
Se fôssemos comentar à respeito de licitação pública, pelo menos no que me vêm à luz da memória, tanto Varig, Vasp e Transbrasil, jamais poderiam participar de QUALQUER LICITAÇÃO de PRESTAÇÃO de SERVIÇO PÚBLICO, pois deviam ao Fisco, INSS, e etc,.
Os contratos de Correio, são o "filé" das empresas aéreas (pelo menos na época); e no entanto com mais esta benevolência pública, estas participaram e prestam serviços até hoje (menos as que fecharam).
Já imaginou se apenas a TAM ou a TOTAL (eram as únicas que possuiam as condições impostas para participar das licitações).
Vou te passar algo que de repente não faz nem sentido publicamente mas apenas para vc perceber o nível da administração numa empresa como a TAM ( não estou defendendo a TAM, só estou citando-a para vc analisar a diferença no "trato financeiro", esta empresa tb tem diversos problemas que outras não tem;); quando o dólar estava 4 por 1, a empresa já possuía um plano contingencial para a redução de seus quadros, que já era "enxuto", a empresa iria encolher mais que 1/3!!
Pois, os leasings, como sabemos, são todos em dólar, e NÃO HÁ EMPRESA AÉREA que sobreviva com contratos naquelas condições.
QUASE IGUAL A GESTÃO DA FRB, NÉ ??
Para não falar o contrário !!!
Conseguem manter, com todo os prejuízos que já possui, pilotos recebendo salários sem voar! Sem ser produtivo !
No mercado globalizado em que vivemos, cada pessoa, cada funcionário, empregado, trabalhador, TÊM QUE SER PRODUTIVO !!!
Todas as opiniões são bem vindas e devem ser respeitadas, não quero que empresa aérea feche suas portas, tb não desejo que a Varig pare de voar, inclusive, tenho parentes lá.
Mas, entre mantê-la voando sem condições ou usando recursos públicos, prefiro que ela feche e suspenda suas operações.
Não cabe ao brasileiro comum, sustentar nenhum tipo de empresa mau administrada, FALIDA que ainda mantém os rombos nas trocas de gestão, salários para tripulação sem voar, em suma tudo aquilo que está no post inicial que deu origem a este tópico .
Nem ao menos durante as negociações, ou na procura de investidores, a empresa apresenta lucro para estimular um possível investimento.
Prejuízo deste ano, supera R$ 1 bi !!!
Postei tb minha opinião, não apenas baseada na reportagem, como também de cunho pessoal, ajudada pelas informações de relatos históricos em diversos livros sobre a aviação (alguns até já citei no fórum), é só LER para ter opinião fundamentada.
Prezado Le,
Acho que vc disse tudo. Muito bem fundamentado.
-
RockboyDF
- CMTE.

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Não tão bem fundamentado, caro Rick. Pelo simples motivo de ele estar repetindo a mesma coisa sobre a FRB, a quem JAMAIS defendi e se vocês tiverem o cuidado de ler minha primeira resposta a respeito (que não tinha intenção alguma de causar polêmica e discordava apenas em parte e não por inteiro do que o LE havia postado) vão ver do que eu chamo a Fundação.
Agora, dizer que um livro (se for o que está na Siciliano, do rapaz de Campinas, eu nem considero) é o ponto bastante pra encerrar a opinião sobre qualquer coisa que seja, fica complicado.
Além do que mistura alhos com bugalhos. Dizer que a Varig foi favorecida por ALGUNS dos governos desde que nasceu em 1927, é notório. O que eu não aceito, é dizer que é a única de nossas empresas que goza de beneplácito do Estado. Se pra vocês imoralidade é apenas doar dinheiro (coisa que não foi feita pela Varig, até onde me consta), pra mim imoralidade vai muito além. Tem diversos níveis de sofisticação a convivência entre o público e o privado. E a linha tênue que separa os dois é facilmente ultrapassada, ainda mais num país como o Brasil.
Pra não ser redundante, não vou ficar repetindo o que eu disse anteriormente sobre favorecimento. Se julgam que não tem nada demais o que eu considero no mínimo esquisito, tudo bem. Mas permitam a mim, não querer ser ingênuo (ou sonso) de imaginar que a Varig é a única empresa brasileira onde coisas erradas acontecem. (Qualquer dúvida a esse respeito, vamos tirar o foco das 3 grandes empresas de transporte de passageiros e vamos olhar até onde a Skymaster está atolada na CPI dos Correios. Nada daquilo tinha recibo ou envolvia empréstimos a fundo perdido do governo; era tudo muito bem camuflado, mas era dinheiro meu e seu do mesmo jeito.)
Agora, dizer que um livro (se for o que está na Siciliano, do rapaz de Campinas, eu nem considero) é o ponto bastante pra encerrar a opinião sobre qualquer coisa que seja, fica complicado.
Além do que mistura alhos com bugalhos. Dizer que a Varig foi favorecida por ALGUNS dos governos desde que nasceu em 1927, é notório. O que eu não aceito, é dizer que é a única de nossas empresas que goza de beneplácito do Estado. Se pra vocês imoralidade é apenas doar dinheiro (coisa que não foi feita pela Varig, até onde me consta), pra mim imoralidade vai muito além. Tem diversos níveis de sofisticação a convivência entre o público e o privado. E a linha tênue que separa os dois é facilmente ultrapassada, ainda mais num país como o Brasil.
Pra não ser redundante, não vou ficar repetindo o que eu disse anteriormente sobre favorecimento. Se julgam que não tem nada demais o que eu considero no mínimo esquisito, tudo bem. Mas permitam a mim, não querer ser ingênuo (ou sonso) de imaginar que a Varig é a única empresa brasileira onde coisas erradas acontecem. (Qualquer dúvida a esse respeito, vamos tirar o foco das 3 grandes empresas de transporte de passageiros e vamos olhar até onde a Skymaster está atolada na CPI dos Correios. Nada daquilo tinha recibo ou envolvia empréstimos a fundo perdido do governo; era tudo muito bem camuflado, mas era dinheiro meu e seu do mesmo jeito.)
Leonardo Vasconcelos- SBBR
RockboyDF escreveu:Não tão bem fundamentado, caro Rick. Pelo simples motivo de ele estar repetindo a mesma coisa sobre a FRB, a quem JAMAIS defendi e se vocês tiverem o cuidado de ler minha primeira resposta a respeito (que não tinha intenção alguma de causar polêmica e discordava apenas em parte e não por inteiro do que o LE havia postado) vão ver do que eu chamo a Fundação.
Agora, dizer que um livro (se for o que está na Siciliano, do rapaz de Campinas, eu nem considero) é o ponto bastante pra encerrar a opinião sobre qualquer coisa que seja, fica complicado.
Além do que mistura alhos com bugalhos. Dizer que a Varig foi favorecida por ALGUNS dos governos desde que nasceu em 1927, é notório. O que eu não aceito, é dizer que é a única de nossas empresas que goza de beneplácito do Estado. Se pra vocês imoralidade é apenas doar dinheiro (coisa que não foi feita pela Varig, até onde me consta), pra mim imoralidade vai muito além. Tem diversos níveis de sofisticação a convivência entre o público e o privado. E a linha tênue que separa os dois é facilmente ultrapassada, ainda mais num país como o Brasil.
Pra não ser redundante, não vou ficar repetindo o que eu disse anteriormente sobre favorecimento. Se julgam que não tem nada demais o que eu considero no mínimo esquisito, tudo bem. Mas permitam a mim, não querer ser ingênuo (ou sonso) de imaginar que a Varig é a única empresa brasileira onde coisas erradas acontecem. (Qualquer dúvida a esse respeito, vamos tirar o foco das 3 grandes empresas de transporte de passageiros e vamos olhar até onde a Skymaster está atolada na CPI dos Correios. Nada daquilo tinha recibo ou envolvia empréstimos a fundo perdido do governo; era tudo muito bem camuflado, mas era dinheiro meu e seu do mesmo jeito.)
RockboyDF, não foi um livro que me fêz ter esta opinião sobre o tema.
Foram diversos informes e alguns dos livros que li, citei pelo menos duas vêzes aqui no fórum.
Um deles que mais chama a atenção, dado ao grau de veracidade e comprometimento com a verdade, apresentava em seu conteúdo, entrevistas (com pessoas que fazem parte da história), o autor se preocupou não apenas com as informações que recebia de seus entrevistados, como também, apresentou uma farta documentação (cópias) e um cruzamento das inúmeras informações que dispunha, para apresentar toda a história da aviação comercial brasileira.
O título é BREVE HISTÓRIA da AVIAÇÃO COMERCIAL BRASILEIRA do autor ALDO PEREIRA .
Vale à pena conferir, neste livro, vc vai encontrar respostas para boa parte das dúvidas que temos hoje ......
Muitas que ainda ficam no "ar" até hoje .... vc sabia por exemplo ..... que o Sr. Otto Ernest Meyer, de decendência alemã, nasceu no Haiti ??
Ou ainda, que o primeiro empregado da Varig ..... até 1987 (quando foi editado o livro), foi entrevistado e recebia por mês (acredite se quizer)um único salário mínimo da Varig ?? Pode isto, o homem que desbravou no Sul o início da aviação da RG, receber um salário mínimo ???
Que em 1930 a Varig não tinha mais condições para voar, mas graças ao Presidente Getúlio Vargas , vitorioso de 30, "salvou" a RG ..... e por aí vai ......caso da Panair, etc
Relata inclusive o destino de várias de nossas aeronaves; conta se acidentou , se foi sulcateada ou para que empresa fora vendida , etc...
É muito bom, vc vai gostar !
Só queria deixar claro, que respeito sua opinião ...... mas gostaria de ver esta mesma, após vc ler este livro.
Um grande abraço!
