VARIG: 15 respostas que você gostaria de obter
Enviado: Dom Dez 18, 2005 22:04
Meus prezados
A edição de dez 2005, de uma revista de aviação, trás respostas para quinze perguntas a respeito da VARIG:
01) Qual a origem da crise da VARIG?
02) Qual a real situação financeira da VARIG? De quanto é sua dívida e para quem? Está dando lucro ou prejuízo nos últimos anos?
03) Qual a proposta da TAP Portugal e onde entra o BNDES nessa história? A companhia portuguesa teria controle majoritário? O fato de Fernando Pinto já ter sido presidente da VARIG facilita as negociações?
04) Quantos aviões parados tem a empresa? Como deverá ser sua frota definitiva no futuro?
05) Por que seu imbróglio tem de ser resolvido em uma entidade norte-americana, se encolve uma empresa brasileira e uma portuguesa (no caso, a TAP Portugal)?
06) Quais rotas seriam canceladas com a saída dos MD-11? Que possibilidade há de que isso venha a ocorrer?
07) Quando começará a padronização da frota e como ela será feita?
08) Quantos funcionários devem ser demitidos no processo de reestruturação? Inclui o fechamento da base de Porto Alegre?
09) Como tem sido a postura da Fundação Ruben Berta nessa negociação? Ela continuará a ditar as regras na administração da Companhia?
10) Procedem os boatos de fazer dos vôos da VARIG um cassino aéreo?
11) É verdade que a AeroMéxico se interessou em comprar a VARIG ou ainda está, de alguma forma, pariticipando das negociações?
12) O governo brasileiro tem tido que tipo de ingerência na situação?
13) Muda alguma coisa no programa de milhagem Smiles? Quem tem milhas a usufruiur corre algum risco?
14) Há tendência de a VARIG diminuir suas rotas, sobretudo perdendo as internacionais a médio prazo para a TAM?
15) Quais as possibilidades de a VARIG fechar as portas?
A VARIG tem até 19 de dezembro (amanhã) para concluir seu plano de reestruturação. Caso não cumpra o prazo, a companhia corre o risco de ter a falência decretada pela Justiça. Mas a 8ª Vara Empresarial do Rio de Janeiro, responsável pelo processo de recuperação judicial, já admitiu a possibilidade de prorrogação desse prazo, por se tratar da primeira experiência brasileira de reestruturação empresarial de acordo com a Nova Lei de Falências. Outra possibilidade é a segunda fase da reestruturação não ser concluída ou não encontrar investidores capazes de fazer investimento direto na VARIG.
A lei americana concede, snme, dois anos de prazo. Já a lei brasileira, só seis meses.
Um abraço e até mais...
Cláudio Severino da Silva
jambock@brturbo.com.br
A edição de dez 2005, de uma revista de aviação, trás respostas para quinze perguntas a respeito da VARIG:
01) Qual a origem da crise da VARIG?
02) Qual a real situação financeira da VARIG? De quanto é sua dívida e para quem? Está dando lucro ou prejuízo nos últimos anos?
03) Qual a proposta da TAP Portugal e onde entra o BNDES nessa história? A companhia portuguesa teria controle majoritário? O fato de Fernando Pinto já ter sido presidente da VARIG facilita as negociações?
04) Quantos aviões parados tem a empresa? Como deverá ser sua frota definitiva no futuro?
05) Por que seu imbróglio tem de ser resolvido em uma entidade norte-americana, se encolve uma empresa brasileira e uma portuguesa (no caso, a TAP Portugal)?
06) Quais rotas seriam canceladas com a saída dos MD-11? Que possibilidade há de que isso venha a ocorrer?
07) Quando começará a padronização da frota e como ela será feita?
08) Quantos funcionários devem ser demitidos no processo de reestruturação? Inclui o fechamento da base de Porto Alegre?
09) Como tem sido a postura da Fundação Ruben Berta nessa negociação? Ela continuará a ditar as regras na administração da Companhia?
10) Procedem os boatos de fazer dos vôos da VARIG um cassino aéreo?
11) É verdade que a AeroMéxico se interessou em comprar a VARIG ou ainda está, de alguma forma, pariticipando das negociações?
12) O governo brasileiro tem tido que tipo de ingerência na situação?
13) Muda alguma coisa no programa de milhagem Smiles? Quem tem milhas a usufruiur corre algum risco?
14) Há tendência de a VARIG diminuir suas rotas, sobretudo perdendo as internacionais a médio prazo para a TAM?
15) Quais as possibilidades de a VARIG fechar as portas?
A VARIG tem até 19 de dezembro (amanhã) para concluir seu plano de reestruturação. Caso não cumpra o prazo, a companhia corre o risco de ter a falência decretada pela Justiça. Mas a 8ª Vara Empresarial do Rio de Janeiro, responsável pelo processo de recuperação judicial, já admitiu a possibilidade de prorrogação desse prazo, por se tratar da primeira experiência brasileira de reestruturação empresarial de acordo com a Nova Lei de Falências. Outra possibilidade é a segunda fase da reestruturação não ser concluída ou não encontrar investidores capazes de fazer investimento direto na VARIG.
A lei americana concede, snme, dois anos de prazo. Já a lei brasileira, só seis meses.
Um abraço e até mais...
Cláudio Severino da Silva
jambock@brturbo.com.br