16/12/2005 - 14h18
Procurador de Fundações deve intervir em disputa envolvendo a Varig
FABIANA FUTEMA
da Folha Online
O procurador de Fundações do Rio Grande do Sul, Antonio Carlos de Avelar Bastos, deve tomar alguma providência em relação aos últimos desdobramentos judiciais envolvendo a Varig. Ontem, num único dia, a Fundação Ruben-Berta --que detém 87% do capital votante da aérea-- pediu para desistir do processo de recuperação, teve seu pedido recusado, foi afastada do controle da Varig e no final da noite conseguiu ser reconduzida ao poder.
Tudo isso ocorreu depois da holding FRB-Participações tentar vender o controle da companhia para o Grupo Docas, do empresário Nelson Tanure. A transação foi barrada pelos juízes Luiz Roberto Ayoub e Márcia, que suspenderam a venda até que o negócio fosse avaliado pelos credores na assembléia de segunda-feira.
"A situação da Varig é completamente anômala e requer muito cuidado. Estou preocupado com a situação da companhia", afirmou ele.
O procurador disse que foi surpreendido pela decisão do desembargador Siro Darlan de reconduzir a Fundação ao controle da Varig e submeter o pedido de desistência da recuperação a uma assembléia marcada para o dia 30. "Essa última decisão me surpreendeu. Vou ter uma posição sobre o que fazer até o final do dia."
Bastos afirmou que vê com "preocupação" a resistência da Fundação em deixar o controle da Varig. Mesmo sendo controladora da Varig, os curadores não são donos da companhia aérea: estão submetidos a um colégio deliberante de 140 funcionários.
Como a decisão de Darlan não suspendeu a assembléia de segunda-feira, se criou um conflito em torno do encontro do dia 30. "Se já havia uma assembléia para segunda-feira, é complicado marcar uma segunda [assembléia] para resolver pendências da Varig."
O procurador de Fundações disse que a situação não pode continuar assim na Varig. "A Procuradoria tem instrumentos para intervir e vai agir neste caso. Temos que preservar os interesses da Fundação e, conseqüentemente, dos próprios credores."
Procurador das Fundações (RS) deve intervir na disputa:VARIG
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Enxovalhamento de um patrimônio Nacional
Essa disputa, em que todos estão perdendo, demonstra claramente a disputa pelo poder. Parece e, fica claro, visível, que cada parte na contenda pensa mais ou menos assim: ...se não for minha, não será de mais ninguem.
Nos causa nojo, e para ser mais explicito, perplexidade quando se pensa nas milhares de pessoas, que vivem e dependem, da empresa detentora de uma larga historia na aviação. No mercado, na dinamicidade e contribuição para a economia do País. A intranquilidade que gera em todos que de uma forma ou outra, sentem-se partícipes, no dia a dia da Varig, inclue-se os Pax´s. A Varig, neste momento, encontra-se sem cacique, sem o chefe de familia, para por um basta em toda esta ópera bufa.
A mim me enoja, também, este governo que se omite e assiste de camarote ao definhamento de uma legenda e uma marca que orgulha o Brasil, deixa ao léu sangrando aos urubús.(Vejam bem: sou contra a estatização, bem como, pagar as contas dela as custas dos nossos bolsos). Mas, uma ação enérgica e política, em carater da defesa Nacional, poderia agir. Como chamar para sí, assumir o comando, tomar a liderança e deteminar as partes que se aquietem, em defesa do interesse maior, no resguardo de um patrimonio imenso para milhares de pessoas. (A função de Chefe de Estado/Governo respalda e tem credibilidade para isso).
Assistimos todos, impotentes, diante de tal quadro que nos mostra claramente a diferença de um País que TEM um LIDER e um ausente e não dotado de tal predicado e de carater fraco...
Edu [/b]
Nos causa nojo, e para ser mais explicito, perplexidade quando se pensa nas milhares de pessoas, que vivem e dependem, da empresa detentora de uma larga historia na aviação. No mercado, na dinamicidade e contribuição para a economia do País. A intranquilidade que gera em todos que de uma forma ou outra, sentem-se partícipes, no dia a dia da Varig, inclue-se os Pax´s. A Varig, neste momento, encontra-se sem cacique, sem o chefe de familia, para por um basta em toda esta ópera bufa.
A mim me enoja, também, este governo que se omite e assiste de camarote ao definhamento de uma legenda e uma marca que orgulha o Brasil, deixa ao léu sangrando aos urubús.(Vejam bem: sou contra a estatização, bem como, pagar as contas dela as custas dos nossos bolsos). Mas, uma ação enérgica e política, em carater da defesa Nacional, poderia agir. Como chamar para sí, assumir o comando, tomar a liderança e deteminar as partes que se aquietem, em defesa do interesse maior, no resguardo de um patrimonio imenso para milhares de pessoas. (A função de Chefe de Estado/Governo respalda e tem credibilidade para isso).
Assistimos todos, impotentes, diante de tal quadro que nos mostra claramente a diferença de um País que TEM um LIDER e um ausente e não dotado de tal predicado e de carater fraco...
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Mas o governo já disse que lavou as mãos. Nem eles se atrevem a tentar entender o que é a Varig hoje e tem muita coisa errada nessa história. Ninguém se agarra a uma empresa praticamente falida com tanta vontade, como está fazendo a FRB, se não tiver um bom motivo pra isso. E garanto que a causa não é nada nobre.
Leonardo Vasconcelos- SBBR
