Aeroporto deve fechar as portas no Sul do Estado
Enviado: Ter Dez 13, 2005 06:35
Aeroporto deve
fechar as portas no Sul do Estado
Forquilhinha - Passando por sérias dificuldades desde o início do ano, o Aeroporto Regional Diomício Freitas deve mesmo terminar 2005 de portas fechadas. O único vôo existente na região, que faz a ligação do Sul do Estado com São Paulo, vai ser paralisado na próxima semana. A informação foi repassada pela empresa Ocean Air, que opera na região há três anos. Segundo a empresa, não há como manter em operação um vôo que nunca dá lucro. "A empresa definiu que só vai manter em operação vôos que não sejam deficitários como este de Criciúma. O grande problema do aeroporto regional é a falta de passageiros", lamenta o representante da Ocean Air na região, Rui Nobre de Franca.
Na avaliação do empresário do setor de Turismo, Eduardo Loch, o problema não é a falta de passageiros, mas sim o custo elevado praticado pelas empresas que operam na região. "Demanda tem, tanto que nossa empresa encaminha pelo menos 3 mil passageiros todos os meses para embarcar na capital. A questão é o custo. Não há como convencer alguém a embarcar em Criciúma se só a passagem de ida dá para comprar ida e volta por Florianópolis", ressalta o empresário, que aposta na concorrência para mudar os preços.
Fonte A Noticias
fechar as portas no Sul do Estado
Forquilhinha - Passando por sérias dificuldades desde o início do ano, o Aeroporto Regional Diomício Freitas deve mesmo terminar 2005 de portas fechadas. O único vôo existente na região, que faz a ligação do Sul do Estado com São Paulo, vai ser paralisado na próxima semana. A informação foi repassada pela empresa Ocean Air, que opera na região há três anos. Segundo a empresa, não há como manter em operação um vôo que nunca dá lucro. "A empresa definiu que só vai manter em operação vôos que não sejam deficitários como este de Criciúma. O grande problema do aeroporto regional é a falta de passageiros", lamenta o representante da Ocean Air na região, Rui Nobre de Franca.
Na avaliação do empresário do setor de Turismo, Eduardo Loch, o problema não é a falta de passageiros, mas sim o custo elevado praticado pelas empresas que operam na região. "Demanda tem, tanto que nossa empresa encaminha pelo menos 3 mil passageiros todos os meses para embarcar na capital. A questão é o custo. Não há como convencer alguém a embarcar em Criciúma se só a passagem de ida dá para comprar ida e volta por Florianópolis", ressalta o empresário, que aposta na concorrência para mudar os preços.
Fonte A Noticias