Tarifas de embarque são reajustadas a partir de outubro
Enviado: Seg Set 26, 2005 02:09
As tarifas de embarque em vôos domésticos sofrerão reajuste de cerca de 70%, a partir do dia 01/10/05.
Os valores são cobrados de acordo com a categoria do aeroporto utilizado. Segundo classificação do Departamento de Aviação Civil - DAC, são exemplos de aeroportos de primeira categoria os aeroportos internacionais de São Paulo/Guarulhos, Rio de Janeiro/Galeão, Salgado Filho, em Porto Alegre e de Brasília, entre outros. Entre os de segunda categoria estão os aeroportos de Viracopos, em Campinas, e Santos-Dumont, no Rio de Janeiro. Campo de Marte e Jacarepaguá são classificados como terceira categoria e Juazeiro do Norte, no Ceará, é de quarta categoria.
A alteração dos valores segue conforme tabela abaixo:
CATEGORIA ANTES (R$) DEPOIS (R$)
1ª 11,55 19,62
2ª 9,08 15,42
3ª 6,83 11,58
4ª 4,73 8,01
As tarifas de embarque são pagas pelo passageiro no momento da compra do bilhete de passagem. As companhias aéreas arrecadam o valor e repassam para a Infraero. Do total, 50% corresponde ao Ataero – Adicional de Tarifa Aeroportuária, do qual 58,5% é repassado ao Comando da Aeronáutica, e 41,5% retornam a Infraero, sendo aplicados obrigatoriamente na expansão e modernização dos aeroportos.
As tarifas de embarque domésticas passaram a ser reajustadas a partir deste ano, sendo que estavam congeladas desde 1997. Em fevereiro, sofreram reajuste de 26%, sendo ainda insuficiente para recuperação da sua deterioração no período. Mesmo com estes dois reajustes, o Brasil pratica valores dentro da média internacional, de US$8. Os principais aeroportos brasileiros cobrarão cerca de US$8. Os de segunda categoria, por exemplo, cobrarão cerca de US$6,5.
Além de ser revertida para a modernização da infra-estrutura aeroportuária, a tarifa de embarque também é utilizada em investimentos e aquisição de equipamentos para segurança dos aeroportos. A partir dos atentados de 11/09/2001, as exigências internacionais de segurança se tornaram ainda mais rígidas e o Brasil tem que cumprir normas internacionais.
Em 2004, as tarifas de embarque representaram 17,9% das receitas próprias da Infraero. Para manter o padrão de qualidade dos aeroportos brasileiros, a empresa passou a investir em outras fontes de receita. Atualmente, as áreas de carga aérea e de concessão de espaços comerciais representam mais de 52% da receita total.
Fonte: Infraero
Os valores são cobrados de acordo com a categoria do aeroporto utilizado. Segundo classificação do Departamento de Aviação Civil - DAC, são exemplos de aeroportos de primeira categoria os aeroportos internacionais de São Paulo/Guarulhos, Rio de Janeiro/Galeão, Salgado Filho, em Porto Alegre e de Brasília, entre outros. Entre os de segunda categoria estão os aeroportos de Viracopos, em Campinas, e Santos-Dumont, no Rio de Janeiro. Campo de Marte e Jacarepaguá são classificados como terceira categoria e Juazeiro do Norte, no Ceará, é de quarta categoria.
A alteração dos valores segue conforme tabela abaixo:
CATEGORIA ANTES (R$) DEPOIS (R$)
1ª 11,55 19,62
2ª 9,08 15,42
3ª 6,83 11,58
4ª 4,73 8,01
As tarifas de embarque são pagas pelo passageiro no momento da compra do bilhete de passagem. As companhias aéreas arrecadam o valor e repassam para a Infraero. Do total, 50% corresponde ao Ataero – Adicional de Tarifa Aeroportuária, do qual 58,5% é repassado ao Comando da Aeronáutica, e 41,5% retornam a Infraero, sendo aplicados obrigatoriamente na expansão e modernização dos aeroportos.
As tarifas de embarque domésticas passaram a ser reajustadas a partir deste ano, sendo que estavam congeladas desde 1997. Em fevereiro, sofreram reajuste de 26%, sendo ainda insuficiente para recuperação da sua deterioração no período. Mesmo com estes dois reajustes, o Brasil pratica valores dentro da média internacional, de US$8. Os principais aeroportos brasileiros cobrarão cerca de US$8. Os de segunda categoria, por exemplo, cobrarão cerca de US$6,5.
Além de ser revertida para a modernização da infra-estrutura aeroportuária, a tarifa de embarque também é utilizada em investimentos e aquisição de equipamentos para segurança dos aeroportos. A partir dos atentados de 11/09/2001, as exigências internacionais de segurança se tornaram ainda mais rígidas e o Brasil tem que cumprir normas internacionais.
Em 2004, as tarifas de embarque representaram 17,9% das receitas próprias da Infraero. Para manter o padrão de qualidade dos aeroportos brasileiros, a empresa passou a investir em outras fontes de receita. Atualmente, as áreas de carga aérea e de concessão de espaços comerciais representam mais de 52% da receita total.
Fonte: Infraero