Já sentiram medo em alguma situação?
Enviado: Ter Set 20, 2005 21:06
Então; a idéia desse tópico é que os amigos (tripulantes ou passageiros) relatem uma ou mais ocasiões em que realmente tenham sentido medo dentro de uma aeronave. Não há necessidade de citar nomes ou empresas, se assim preferirem.
Minha contribuição remonta a 1993, quando fiz BSB-CNF no antigo TR 471 (BEL-BSB-CNF-GIG), operado pelo PT-TED (737-300), numa noite de muita chuva nas proximidades de BH. Naquela época, estava ocorrendo "operação-padrão" de controladores, que incluia os funcionários da torre de Confins. Pouco após iniciarmos a descida, o comandante do vôo comunicou que talvez não fosse possível pousar em Confins devido ao tempo e a "problemas com a torre", podendo nos obrigar a descer no Galeão. Tudo bem, desde que nós não tivéssemos entrado na camada de nuvens e o avião começado a sacudir como nunca havia visto antes. Não eram apenas movimentos laterais, mas também, o "nariz" do avião e a parte traseira que subiam e desciam. Não era uma inclinação absurda, mas a velocidade com que ocorria assustou a todos. Olhando para fora (estava na janela, segunda fileira do lado esquerdo), as luzes de pouso da aeronave (perdão se estiver incorreto; refiro-me aos faróis localizados na junção das asas com a fuselagem) mostravam um paredão de água que aparentava mover-se na horizontal, dada a velocidade do avião. Havia também a lembrança das montanhas da região e até da Serra da Piedade, nos arredores de Confins (sou paranóico mesmo, admito!), choro de crianças, olhares preocupados, alguns bagageiros que se abriram e deixaram cair pertences, além de muitos enjôos; definitivamente não foi um momento legal. O pouso foi uma prova de habilidade da tripulação, afinal o comandante por algum motivo qualquer, sobrevoou o aeroporto por duas vezes, na perpendicular da pista, antes de entrar na final e fazer um pouso suave em meio ao aguaceiro e à (in)visibilidade. Obviamente foi aplaudido.
Apesar de tudo, foi a única vez de inúmeras que tive um vôo ruim pela TransBrasil.
Bom, é isso aí, agora é com vocês...
Abraços!
Minha contribuição remonta a 1993, quando fiz BSB-CNF no antigo TR 471 (BEL-BSB-CNF-GIG), operado pelo PT-TED (737-300), numa noite de muita chuva nas proximidades de BH. Naquela época, estava ocorrendo "operação-padrão" de controladores, que incluia os funcionários da torre de Confins. Pouco após iniciarmos a descida, o comandante do vôo comunicou que talvez não fosse possível pousar em Confins devido ao tempo e a "problemas com a torre", podendo nos obrigar a descer no Galeão. Tudo bem, desde que nós não tivéssemos entrado na camada de nuvens e o avião começado a sacudir como nunca havia visto antes. Não eram apenas movimentos laterais, mas também, o "nariz" do avião e a parte traseira que subiam e desciam. Não era uma inclinação absurda, mas a velocidade com que ocorria assustou a todos. Olhando para fora (estava na janela, segunda fileira do lado esquerdo), as luzes de pouso da aeronave (perdão se estiver incorreto; refiro-me aos faróis localizados na junção das asas com a fuselagem) mostravam um paredão de água que aparentava mover-se na horizontal, dada a velocidade do avião. Havia também a lembrança das montanhas da região e até da Serra da Piedade, nos arredores de Confins (sou paranóico mesmo, admito!), choro de crianças, olhares preocupados, alguns bagageiros que se abriram e deixaram cair pertences, além de muitos enjôos; definitivamente não foi um momento legal. O pouso foi uma prova de habilidade da tripulação, afinal o comandante por algum motivo qualquer, sobrevoou o aeroporto por duas vezes, na perpendicular da pista, antes de entrar na final e fazer um pouso suave em meio ao aguaceiro e à (in)visibilidade. Obviamente foi aplaudido.
Apesar de tudo, foi a única vez de inúmeras que tive um vôo ruim pela TransBrasil.
Bom, é isso aí, agora é com vocês...
Abraços!