China esnoba avião gigante e aposta na Boeing
Enviado: Qua Ago 31, 2005 20:20
O mercado de aviação da China, país mais populoso do mundo (mais de 1,3 bilhão de habitantes), decidiu esnobar o maior avião do planeta, o gigantesco Airbus A380 (que pode levar até 800 passageiros), e tem adquirido aviões menores, do último modelo da rival norte-americana Boeing.
A China Southern Airlines comprará dez Boeing 787, um avião de médio para grande porte (acomoda até 259 passageiros), os quais serão entregues entre 2008 e 2010. É a segunda companhia chinesa a optar por aeronaves da Boeing em um mês.
Cada um dos 787 custa entre US$ 125 milhões e US$ 135 milhões.
A China Southern vai usar as aeronaves em vôos de longa distância, inclusive internacionais. No começo do mês, a rival Chinese Airlines encomendou nada menos que 50 aviões 787.
O Boeing 787 é tão "novo" que nem existe ainda: a produção do modelo começa em 2006 e as primeiras entregas devem acontecer entre 2007 e 2008, segundo a Boeing. O 787 consome 20% menos combustível em comparação a aeronaves similares. Seu custo de manutenção seria menor também.
Seriamente ameaçada pela concorrente Airbus (um consórcio europeu aeroespacial), inclusive pelo lançamento do titânico A380, que promete dominar as rotas de longa distância - nas quais tem o 777 para concorrer -, a Boeing se esforça para retomar sua posição hegemônica no mercado mundial de aviação, do qual a China é um dos mais promissores novos compradores.
Fonte: INVERTIA
A China Southern Airlines comprará dez Boeing 787, um avião de médio para grande porte (acomoda até 259 passageiros), os quais serão entregues entre 2008 e 2010. É a segunda companhia chinesa a optar por aeronaves da Boeing em um mês.
Cada um dos 787 custa entre US$ 125 milhões e US$ 135 milhões.
A China Southern vai usar as aeronaves em vôos de longa distância, inclusive internacionais. No começo do mês, a rival Chinese Airlines encomendou nada menos que 50 aviões 787.
O Boeing 787 é tão "novo" que nem existe ainda: a produção do modelo começa em 2006 e as primeiras entregas devem acontecer entre 2007 e 2008, segundo a Boeing. O 787 consome 20% menos combustível em comparação a aeronaves similares. Seu custo de manutenção seria menor também.
Seriamente ameaçada pela concorrente Airbus (um consórcio europeu aeroespacial), inclusive pelo lançamento do titânico A380, que promete dominar as rotas de longa distância - nas quais tem o 777 para concorrer -, a Boeing se esforça para retomar sua posição hegemônica no mercado mundial de aviação, do qual a China é um dos mais promissores novos compradores.
Fonte: INVERTIA