Helios supende os voos
Enviado: Ter Ago 16, 2005 13:39
Helios supende os voos
A companhia cipriota Helios, a que pertencia o avião que se despenhou domingo na Grécia, suspendeu hoje todos os seus voos depois de uma tripulação se ter recusado a embarcar para Sófia.
Além dos tripulantes, a maioria dos passageiros também hoje de manhã se recusaram a embarcar no aparelho estacionado na pista de Larnaca, o maior aeroporto da ilha do Chipre.
Um representante da companhia, que desde 1999 se especializou em voos a baixo custo, anunciou que os passageiros com bilhetes se podiam dirigir aos balcões e pedir de volta o seu dinheiro.
As oficinas da Hélios em Larnaca estão vigiadas por agentes policiais deste a altura em que se soube do despenhamento do Boeing 737 daquela companhia a 60 quilómetros a Norte de Atenas, causando a morte aos seus 121 ocupantes.
Entre os ocupantes encontravam-se 25 crianças entre os quatro e os 18 anos, como afirmou hoje em conferência de imprensa o ministro dos Transportes do Chipre, Charis Thrasou, contrariando as primeiras estimativas que afirmavam terem morrido 48 crianças e adolescentes.
Já hoje, o Papa Bento XVI fez saber num comunicado, emitido a partir da sua residência de veraneio, em Castelgandolfo, que orou pelas vítimas e exprimiu o seu "apoio espiritual à população do Chipre e particularmente às pessoas enlutadas".
Entre os mortos, segundo o ministro dos Transportes, apenas o piloto, de nacionalidade alemã, não era cipriota, desconhecendo-se todavia a nacionalidade de 12 passageiros que adquiriram a passagem em Atenas "e que julgamos ser gregos", adiantou Charis Thrasou.
Para a capital helénica viajam já os familiares das vítimas para procederem ao reconhecimento dos cadáveres.
O Boeing 373/800 das linhas aéreas privadas cipriotas Helios despenhou-se domingo no Monte Ossobos, 60 quilómetros a Norte de Atenas, e segundo as primeiras explicações da companhia, devido a falhas técnicas, nomeadamente o mau funcionamento do sistema de refrigeração e de pressão do aparelho.
Desconhece-se ainda o conteúdo das duas caixas negras do avião que já foram recuperadas.
Numa primeira fase, o Governo de Nicósia referiu a possibilidade de atentado terrorista, imediatamente posta de lado pelas autoridades.
O avião da Hélios tinha partido de Larnaca, feito escala em Atenas e seguia para Praga.
Agência LUSA
2005-08-15
A companhia cipriota Helios, a que pertencia o avião que se despenhou domingo na Grécia, suspendeu hoje todos os seus voos depois de uma tripulação se ter recusado a embarcar para Sófia.
Além dos tripulantes, a maioria dos passageiros também hoje de manhã se recusaram a embarcar no aparelho estacionado na pista de Larnaca, o maior aeroporto da ilha do Chipre.
Um representante da companhia, que desde 1999 se especializou em voos a baixo custo, anunciou que os passageiros com bilhetes se podiam dirigir aos balcões e pedir de volta o seu dinheiro.
As oficinas da Hélios em Larnaca estão vigiadas por agentes policiais deste a altura em que se soube do despenhamento do Boeing 737 daquela companhia a 60 quilómetros a Norte de Atenas, causando a morte aos seus 121 ocupantes.
Entre os ocupantes encontravam-se 25 crianças entre os quatro e os 18 anos, como afirmou hoje em conferência de imprensa o ministro dos Transportes do Chipre, Charis Thrasou, contrariando as primeiras estimativas que afirmavam terem morrido 48 crianças e adolescentes.
Já hoje, o Papa Bento XVI fez saber num comunicado, emitido a partir da sua residência de veraneio, em Castelgandolfo, que orou pelas vítimas e exprimiu o seu "apoio espiritual à população do Chipre e particularmente às pessoas enlutadas".
Entre os mortos, segundo o ministro dos Transportes, apenas o piloto, de nacionalidade alemã, não era cipriota, desconhecendo-se todavia a nacionalidade de 12 passageiros que adquiriram a passagem em Atenas "e que julgamos ser gregos", adiantou Charis Thrasou.
Para a capital helénica viajam já os familiares das vítimas para procederem ao reconhecimento dos cadáveres.
O Boeing 373/800 das linhas aéreas privadas cipriotas Helios despenhou-se domingo no Monte Ossobos, 60 quilómetros a Norte de Atenas, e segundo as primeiras explicações da companhia, devido a falhas técnicas, nomeadamente o mau funcionamento do sistema de refrigeração e de pressão do aparelho.
Desconhece-se ainda o conteúdo das duas caixas negras do avião que já foram recuperadas.
Numa primeira fase, o Governo de Nicósia referiu a possibilidade de atentado terrorista, imediatamente posta de lado pelas autoridades.
O avião da Hélios tinha partido de Larnaca, feito escala em Atenas e seguia para Praga.
Agência LUSA
2005-08-15