Para Gol, TAM e Varig incomodam mais que WebJet e BRA
Enviado: Ter Ago 02, 2005 16:03
O presidente da Gol, Constantino de Oliveira Júnior, disse hoje que a entrada de novas companhias aéreas de baixo custo no mercado brasileiro não vão alterar os planos de atuação da companhia. No mês passado, a WebJet estreou suas operações no mercado brasileiro com preços menores que a Gol. Para enfrentar a novata, a Gol reduziu os preços de algumas rotas no dia seguinte.
A Gol também enfrentará a concorrência da BRA, que se prepara para começar a voar como empresa regular de aviação baseada no conceito de baixo custo.
"Não é entrada da WebJet da BRA que vai mudar a forma da empresa atuar. Encaramos os maiores [TAM e Varig] como nossos grandes competidores. Não vai ser um avião da WebJet que vai mudar a história da aviação", disse Júnior.
Segundo ele, o fim do code-share entre a TAM e Varig afetou muito mais a companhia neste segundo trimestre, já que as duas companhias passaram a atuar separadamente e com políticas agressivas de preços.
"A estratégia da TAM e da Varig afeta muito mais. As tendências não vão se modificar [com a entrada dos pequenos]."
Crise
Como a TAM, a Gol também deve aproveitar a reestruturação da malha aérea da Varig --que está em processo de recuperação judicial-- para crescer e voar para novos destinos. No mercado internacional --liderado pela Varig--, a Gol pretende começar a voar até o final do ano para Santa Cruz de la Sierra (Bolívia), Montevidéu (Uruguai) e Assunção (Paraguai). No próximo ano, a empresa dará início à operação de uma empresa aérea de baixo custo no México.
A Gol também deve expandir sua malha no mercado doméstico, liderado pela TAM. A companhia deve inaugurar novas rotas nacionais, como um vôo para Boa Vista (RR).
Júnior disse que a empresa aproveitará as oportunidades de mercado que aparecerem com o enxugamento da malha da Varig, tanto nacional como internacionalmente. No entanto, ele afirmou que essa expansão se dará de forma planejada. "Se a empresa [Varig] deixar de voar para Frankfurt, por exemplo. Isso não significa que a Gol passará a voar para lá. Mas as oportunidades que surgirem na América do Sul e no México serão sempre avaliadas."
O presidente da Gol negou que tenha sido procurado pela Varig para participar do grupo de investidores interessados em capitalizar a companhia. Ele também não quis comentar o possível interesse da Gol por ativos do grupo Varig, como a VEM, VarigLogo e Sata. "Não fomos procurados. Não paramos para pensar. Seria prematuro fazer qualquer comentário."
Fonte: Folha Online
A Gol também enfrentará a concorrência da BRA, que se prepara para começar a voar como empresa regular de aviação baseada no conceito de baixo custo.
"Não é entrada da WebJet da BRA que vai mudar a forma da empresa atuar. Encaramos os maiores [TAM e Varig] como nossos grandes competidores. Não vai ser um avião da WebJet que vai mudar a história da aviação", disse Júnior.
Segundo ele, o fim do code-share entre a TAM e Varig afetou muito mais a companhia neste segundo trimestre, já que as duas companhias passaram a atuar separadamente e com políticas agressivas de preços.
"A estratégia da TAM e da Varig afeta muito mais. As tendências não vão se modificar [com a entrada dos pequenos]."
Crise
Como a TAM, a Gol também deve aproveitar a reestruturação da malha aérea da Varig --que está em processo de recuperação judicial-- para crescer e voar para novos destinos. No mercado internacional --liderado pela Varig--, a Gol pretende começar a voar até o final do ano para Santa Cruz de la Sierra (Bolívia), Montevidéu (Uruguai) e Assunção (Paraguai). No próximo ano, a empresa dará início à operação de uma empresa aérea de baixo custo no México.
A Gol também deve expandir sua malha no mercado doméstico, liderado pela TAM. A companhia deve inaugurar novas rotas nacionais, como um vôo para Boa Vista (RR).
Júnior disse que a empresa aproveitará as oportunidades de mercado que aparecerem com o enxugamento da malha da Varig, tanto nacional como internacionalmente. No entanto, ele afirmou que essa expansão se dará de forma planejada. "Se a empresa [Varig] deixar de voar para Frankfurt, por exemplo. Isso não significa que a Gol passará a voar para lá. Mas as oportunidades que surgirem na América do Sul e no México serão sempre avaliadas."
O presidente da Gol negou que tenha sido procurado pela Varig para participar do grupo de investidores interessados em capitalizar a companhia. Ele também não quis comentar o possível interesse da Gol por ativos do grupo Varig, como a VEM, VarigLogo e Sata. "Não fomos procurados. Não paramos para pensar. Seria prematuro fazer qualquer comentário."
Fonte: Folha Online