Com lucro, Gol promete tarifas baixas
Enviado: Ter Ago 02, 2005 12:46
Com lucro, Gol promete tarifas baixas
Panrotas
A Gol registrou lucro líquido de R$ 73,4 milhões no segundo trimestre de 2005. A receita líquida foi de R$ 562,2 milhões, um crescimento de 45,8% e a margem líquida atingiu 13,1%. O EBTIDAR (resultado operacional antes de despesas financeiras líquidas, depreciação, amortização e arrendamentos) foi de R$ 155,7 milhões, com margem de 27,7%.
A Gol explica em um comunicado à imprensa que, mesmo em um trimestre considerado historicamente menos expressivo que os demais na indústria de aviação brasileira, ela aumentou sua taxa de ocupação em 3,6 pontos percentuais, totalizando 72,6%. A participação de mercado, em junho, foi recorde e atingiu 29%. Foi neste trimestre que a Gol atingiu a posição de segunda companhia aérea do setor nacional.
A oferta de assentos (ASKs) subiu 49,4%, de 2.065 milhões no segundo trimestre de 2004 para 3.086 milhões no segundo deste ano, devido à chegada de quatro novas aeronaves Boeing 737-700/800 que, por meio de leasing, passaram a integrar a frota da Gol. Esta expansão foi essencial na adição de 52 novas freqüências diárias de vôo – incluindo 26 vôos noturnos – e um novo destino: São José do Rio Preto.
“A Gol é a companhia aérea que opera com os menores custos no mercado brasileiro e a líder mundial em termos de lucratividade na indústria de aviação civil. Alinhados com nosso ciclo virtuoso, vamos manter nosso compromisso em reduzir cada vez mais as tarifas e continuar a criar e estimular a demanda por transporte aéreo no Brasil e na América do Sul. Para isso, contamos com o serviço de nosso dedicado time de colaboradores, fundamental para o nosso sucesso”, afirma Constantino de Oliveira Junior, presidente da Gol.
Artur Luiz Andrade
Panrotas
A Gol registrou lucro líquido de R$ 73,4 milhões no segundo trimestre de 2005. A receita líquida foi de R$ 562,2 milhões, um crescimento de 45,8% e a margem líquida atingiu 13,1%. O EBTIDAR (resultado operacional antes de despesas financeiras líquidas, depreciação, amortização e arrendamentos) foi de R$ 155,7 milhões, com margem de 27,7%.
A Gol explica em um comunicado à imprensa que, mesmo em um trimestre considerado historicamente menos expressivo que os demais na indústria de aviação brasileira, ela aumentou sua taxa de ocupação em 3,6 pontos percentuais, totalizando 72,6%. A participação de mercado, em junho, foi recorde e atingiu 29%. Foi neste trimestre que a Gol atingiu a posição de segunda companhia aérea do setor nacional.
A oferta de assentos (ASKs) subiu 49,4%, de 2.065 milhões no segundo trimestre de 2004 para 3.086 milhões no segundo deste ano, devido à chegada de quatro novas aeronaves Boeing 737-700/800 que, por meio de leasing, passaram a integrar a frota da Gol. Esta expansão foi essencial na adição de 52 novas freqüências diárias de vôo – incluindo 26 vôos noturnos – e um novo destino: São José do Rio Preto.
“A Gol é a companhia aérea que opera com os menores custos no mercado brasileiro e a líder mundial em termos de lucratividade na indústria de aviação civil. Alinhados com nosso ciclo virtuoso, vamos manter nosso compromisso em reduzir cada vez mais as tarifas e continuar a criar e estimular a demanda por transporte aéreo no Brasil e na América do Sul. Para isso, contamos com o serviço de nosso dedicado time de colaboradores, fundamental para o nosso sucesso”, afirma Constantino de Oliveira Junior, presidente da Gol.
Artur Luiz Andrade