Regulamentação impede TAP ter gestão da Varig, observa TAM
Enviado: Ter Jun 14, 2005 16:39
SÃO PAULO - O presidente da TAM, Marco Antonio Bologna, convidado a comentar as negociações entre Varig e a portuguesa TAP, ressaltou que " há na lei um limite de participação de 20% de capital estrangeiro no capital das aéreas " . Por isso, " a afirmação de que a TAP irá gerir a Varig não existe " , destacou.
Ele também reiterou que " a regulamentação não foi mudada " no caso dos acordos bilaterais entre países para as rotas internacionais e que, por isso, " uma empresa estrangeira não pode cumprir o acordo bilateral em nome de uma brasileira " .
Caso haja retirada de alguma rota internacional, explicou, a questão deve ir a uma reunião de consulta e a TAM irá disputar, desde que esteja dentro de sua política de expansão seletiva em tráfegos de alta densidade direcionados a negócios, afirmou.
Conforme essa estratégia, a companhia pretende voar para o Chile assim que houver rota disponível e diz que um vôo para Nova York no início de 2006 é algo " de grande probabilidade " de acontecer. Ela também quer acrescentar um vôo diário para Paris e Miami e tem interesse em Londres.
O executivo reiterou que " não houve nenhuma alteração no ambiente macrorregulatório " para quer a TAP possa assumir rotas da Varig e que o Brasil " tem um órgão regulador responsável, que cumpre contratos " .
O presidente da TAM participou hoje da abertura do pregão da Bovespa, quando as ações da companhia passaram a ser negociadas no nível 2 de governança corporativa.
Fonte: UOL
Ele também reiterou que " a regulamentação não foi mudada " no caso dos acordos bilaterais entre países para as rotas internacionais e que, por isso, " uma empresa estrangeira não pode cumprir o acordo bilateral em nome de uma brasileira " .
Caso haja retirada de alguma rota internacional, explicou, a questão deve ir a uma reunião de consulta e a TAM irá disputar, desde que esteja dentro de sua política de expansão seletiva em tráfegos de alta densidade direcionados a negócios, afirmou.
Conforme essa estratégia, a companhia pretende voar para o Chile assim que houver rota disponível e diz que um vôo para Nova York no início de 2006 é algo " de grande probabilidade " de acontecer. Ela também quer acrescentar um vôo diário para Paris e Miami e tem interesse em Londres.
O executivo reiterou que " não houve nenhuma alteração no ambiente macrorregulatório " para quer a TAP possa assumir rotas da Varig e que o Brasil " tem um órgão regulador responsável, que cumpre contratos " .
O presidente da TAM participou hoje da abertura do pregão da Bovespa, quando as ações da companhia passaram a ser negociadas no nível 2 de governança corporativa.
Fonte: UOL