Pressão Portuguesa na VARIG
Enviado: Sex Mai 06, 2005 16:33
Uma certa pressão sobre o futuro da VARIG.
O ministro das Relações Exteriores de Portugal, Diogo Freitas do Amaral, afirmou nesta sexta-feira que seu governo gostaria que um grupo português se tornasse sócio da Varig, segunda maior companhia aérea do Brasil, que enfrenta grave crise financeira.
A empresa brasileira, que tem patrimônio líquido negativo de mais de R$ 6 bilhões, deve anunciar na próxima semana um novo controlador. Neste sábado, está agendada assembléia dos acionistas da Varig, que deve eleger novo presidente e membros do Conselho de Administração.
"Se uma empresa portuguesa for escolhida, Portugal verá isso com muito bons olhos. Seria mais um passo no sentido de estreitar e reforçar as boas relações", afirmou Amaral.
Ele se referia ao grupo Pestana e à TAP Portugal, que já mostraram interesse em participar na reestruturação da Varig. Pela legislação brasileira, grupos estrangeiros podem apenas deter 20 por cento do capital de uma companhia aérea.
Apesar do interesse, o ministro - que jantou na véspera com o vice-presidente da República e ministro da Defesa, José Alencar - disse que não está pressionando o governo brasileiro sobre o assunto.
"Nós não fazemos qualquer pressão ou qualquer pedido ao governo brasileiro para que seja uma empresa portuguesa escolhida para comprar a participação de 20% que está à venda. Há regras de concorrência a respeitar", afirmou ele, antes de reunir-se com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
O ministro lembrou que a TAP faz hoje 39 vôos para o Brasil todas as semanas.
O ministro das Relações Exteriores de Portugal, Diogo Freitas do Amaral, afirmou nesta sexta-feira que seu governo gostaria que um grupo português se tornasse sócio da Varig, segunda maior companhia aérea do Brasil, que enfrenta grave crise financeira.
A empresa brasileira, que tem patrimônio líquido negativo de mais de R$ 6 bilhões, deve anunciar na próxima semana um novo controlador. Neste sábado, está agendada assembléia dos acionistas da Varig, que deve eleger novo presidente e membros do Conselho de Administração.
"Se uma empresa portuguesa for escolhida, Portugal verá isso com muito bons olhos. Seria mais um passo no sentido de estreitar e reforçar as boas relações", afirmou Amaral.
Ele se referia ao grupo Pestana e à TAP Portugal, que já mostraram interesse em participar na reestruturação da Varig. Pela legislação brasileira, grupos estrangeiros podem apenas deter 20 por cento do capital de uma companhia aérea.
Apesar do interesse, o ministro - que jantou na véspera com o vice-presidente da República e ministro da Defesa, José Alencar - disse que não está pressionando o governo brasileiro sobre o assunto.
"Nós não fazemos qualquer pressão ou qualquer pedido ao governo brasileiro para que seja uma empresa portuguesa escolhida para comprar a participação de 20% que está à venda. Há regras de concorrência a respeitar", afirmou ele, antes de reunir-se com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
O ministro lembrou que a TAP faz hoje 39 vôos para o Brasil todas as semanas.